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Jersey Boys

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Drama, Biografia 134 min 2014 M/12 18/09/2014 EUA

Título Original

Jersey Boys

Sinopse

“Jersey Boys” conta a história da formação, ascensão e queda de um dos mais emblemáticos grupos musicais da década de 1960: os Four Seasons. Oriundos de famílias problemáticas de New Jersey (EUA) e desde cedo envolvidos em pequenos delitos, quatro jovens decidem criar uma banda. O filme, cuja narração é acompanhada por algumas das suas mais conhecidas canções, segue não apenas o percurso musical destes rapazes mas também o código de honra com que sempre se regeram nas suas lutas pessoais, dentro ou fora do palco. Os clássicos "Sherry", "Big girls don’t cry", "Walk like a man", "Dawn", "Rag doll", "Bye bye baby" ou "Who loves you" estão agora a ser redescobertos por uma nova geração de fãs através do musical da Broadway vencedor de um Tony que, desde 2004, tem corrido algumas das mais importantes salas de espectáculo de todo o mundo e que é agora adaptado ao grande ecrã.
Com assinatura do veterano Clint Eastwood ("Cartas de Iwo Jima", "Gran Torino", "Invictus"), uma cinebiografia sobre os quatro rapazes de New Jersey e a sua busca pela música. Conta com a participação dos actores John Lloyd Young, Vincent Piazza, Christopher Walken, Erich Bergen, Michael Lomenda, Joey Russo, Donnie Kehr e Erica Piccininni, entre outros. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

Jersey Boys é demasiado estranho para ser banal

Luís Miguel Oliveira

O mais interessante, e a vários títulos o mais misterioso, dos filmes deste último período eastwoodiano.

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Entre a música e a mafia

Jorge Mourinha

Clint Eastwood adapta um êxito da Broadway sobre putos a fugir ao subúrbio. Mas não consegue evitar que Jersey Boys pareça feito à medida de Martin Scorsese.

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Críticas dos leitores

Clint e a perfeição

Elisa

O filme é perfeito. <br />Eu gosto de tudo acerca de Clint Eastwood. Portanto, posso soar parcial. Mas ei! este é mais um jackpot do cinema. Vão ver.
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Jersey Boys: absolutamente extraordinário

Mike

Antes de começar com a minha contextualização habitual tenho de dizer uma coisa. ‘Jersey Boys’, o novo filme de Clint Eastwood, é absolutamente extraordinário. É das melhores, senão a melhor, biografia sobre um músico alguma vez feita. É sem dúvida a melhor biografia sobre um músico feita na América nas últimas duas décadas, e compará-lo com filmes como ‘Dreamgirls’ (2006), ‘Ray’ (2004) ou ‘Beyond the Sea’ (2004) é como comparar ‘Scary Movie V’ a ‘Gone with the Wind’. Está a ziliões de quilómetros de distância. <br />Mais em: eusoucinemapt.blogspot.pt/2014/09/jersey-boys.html
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3 estrelas

JOSÉ MIGUEL COSTA

Desde já faço a advertência de que esta minha apreciação sobre o "Jersey Boys" pode estar algo enviesada, na medida em que o Clint Eastwood passou a ser um dos meus realizadores de culto no pós-"As Pontes Madison County" (1995) e porque, em simultâneo, o "musical" é o único género cinematográfico que, em definitivo, não suporto. <p> Posto isto, facilmente se depreende que apenas fui vê-lo ao cinema por respeito (quase obrigação) ao velho mestre e, como tal, poderia não ter saído de lá com a melhor das disposições, no entanto, até nem foi o caso, pois esta saga sobre a ascensão e queda do (para mim desconhecido) grupo musical "Four Seasons" (que teve o seu elo dourado nas décadas de 60 e 70), felizmente, não é um musical convencional (embora, seja filmado com o classicismo que tão bem caracteriza o Clint Eastwood, e a "estrutura do argumento" também não surja dotada de algum aspecto propriamente inovador), mas antes uma biografia com música (e foi "meio caminho andado" para até nem "desgostar" desta obra - apesar do desinteresse que o tema me suscita). Esta sua opção em dar mais ênfase ao conteúdo (pese o facto da história de vida do grupo ser exposta de forma desequilibrada, uma vez que determinados períodos de tempo, aparentemente importantes, "passam a correr" e outros expandem-se em demasia) em detrimento da cantoria por "toma lá aquela palha", bem como o ter utilizado um estilo narrativo divertido (os diversos intervenientes do grupo vão alternadamente -e facciosamente- comentando/explanando "face to face" para o espectador, com humor, assim do "nada" e/ou no meio de uma qualquer acção, aspectos múltiplos da sua vida pessoal/carreira) muito contribuíram para esta sensação de média satisfação para com o resultado final do produto. <br /> Isso e (seria injusto se não o reconhecesse) a excelente reconstituição de época (que é suficiente para fazer esquecer a patética cena de encerramento em que os elementos do grupo surgem envelhecidos - imperdoável o amadorismo da "maquilhagem"!!!) </p>
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