Críticas Ipsilon

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Elisa

Elisa e um instante que se escapa

Luís Miguel Oliveira

O princípio é interessante, mas o filme de Leonardo Di Costanzo não está à altura.

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Confidente

Confidente: as linhas telefónicas eróticas e o terramoto

Luís Miguel Oliveira

O filme do duo Guillaume Giovanetti e Çagla Zencirci revela-se bem mais convencional do que a primeira dezena de minutos parecia prometer.

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Morte e Vida Madalena

Morte e Vida Madalena: comédia de bastidores cinéfila

Jorge Mourinha

Guto Parente sabe como inserir humor, bonomia, simpatia nos lugares-comuns.

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O Fim de Oak Street

Em O Fim de Oak Street, perdemos uma hora e meia que não volta mais

Luís Miguel Oliveira

“Olha, lá vem mais um dinossauro assassino.” Uma sucessão de cenas de acção, coxas e entediantes.

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Ariel

Todo o Faial é um palco: Ariel, de Lois Patiño

Jorge Mourinha

A quarta longa-metragem (e a primeira estreada no nosso país) do galego Lois Patiño é uma variação falhada, mas com ideias, sobre A Tempestade, de Shakespeare.

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Campo de Batalha

Em Campo de Batalha, Gianni Amelio filma a guerra como um absurdo ético

Luís Miguel Oliveira

A primeira vintena de minutos — talvez o segmento mais eficaz do filme — é passada numa espécie de passeio por uma galeria dos horrores e dos desastres da guerra.

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Ice Cream Man

Ice Cream Man: deixai vir a mim as criancinhas

Vasco Câmara

O homem dos gelados corrompe as criancinhas: zombies com serrotes, facas e outros instrumentos perfuradores. Subversivo, assustador? Pueril. A inconsequência não é do conto. É de como se conta.

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I Want Your Sex

I Want Your Sex, o filme que não sabíamos que nos fazia falta

Jorge Mourinha

Viva Gregg Araki! Irresistível comédia screwball sobre a inocência e a sexualidade mista de sátira à arte contemporânea, com uma dupla de actores incríveis.

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Calle Málaga

Calle Málaga: uma velha senhora e a sua casa-museu

Luís Miguel Oliveira

Maryam Touzani dá-nos um retrato interessante de uma porção de Tânger, mas o seu filme está conformado com a sua menoridade.

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A Saga de Anatahan

Sublime, assombroso, único: A Saga de Anatahan, de Josef von Sternberg

Luís Miguel Oliveira

Sete décadas depois, o filme de Josef von Sternberg chega às salas portuguesas. É tão óvni hoje como em 1953.

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