Críticas Ipsilon
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Mata-te, Amor
Mata-te, Amor: o amor, uma cabana e terra queimada
Jennifer Lawrence, actriz unânime, e Lynne Ramsay, realizadora mal-amada, fazem faísca num filme (produzido por Martin Scorsese) sem medo do ridículo.
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A Grande Eleanor, a estreia anódina de Scarlett Johansson como realizadora de longas
A primeira longa-metragem de Scarlett Johansson como realizadora afunda-se numa vagueza de telefilme.
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A Europa como remorso em Kontinental ‘25
O realizador Radu Jude importa o padrão do filme Europa 51, de Roberto Rossellini, para o seu Kontinental ‘25.
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Tudo em família: Pai Mãe Irmã Irmão
Apesar do Leão de Ouro de Veneza, Pai Mãe Irmã Irmão é um Jarmusch “menor” que só na recta final revela aquilo de que o cineasta americano é capaz no seu melhor.
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Song Sung Blue: a classe operária não vai para o paraíso
Trocamos todo o cinema social didáctico pela enxutez descaradamente lacrimejante desta história verídica apontada ao coração dos Óscares.
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Miroirs No. 3, de Christian Petzold: a música dos fantasmas
Um romantismo despojado, sem ornamentação, mas com muitos fantasmas — ou sugestões de fantasmas. Belíssimo.
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Cover-Up: Seymour Hersh, o último dos moicanos
Pela autora de Citizenfour, um retrato bruto (mas não em bruto) de um jornalista de investigação que continua a incomodar muita gente. Na Netflix a partir desta sexta-feira.
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Matar o Jóquei: nem tudo o que é argentino é ouro
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Na Terra dos Nossos Irmãos: cinema iraniano à medida do caderno de encargos
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Sonhos e Comboios: na Netflix, quem tem olho é olhado como rei
É poético q.b., empático como o trabalho de um mestre-escola. Anda a aparecer em listas dos melhores do ano. Isso é exagerado, mas na Netflix quem tem olho pode ser visto como rei.
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