Críticas Ipsilon

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Hope

Hope, de Na Hong-jin: vieram de outro mundo (e este filme também)

Luís Miguel Oliveira

A primeira hora de Hope roça o génio, com as personagens sempre em atraso, sempre ao encontro de efeitos de causa desconhecida: a destruição já aconteceu, e o que há a fazer é reconhecê-la.

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Santo António, O Casamenteiro de Lisboa

Santo António, de Ruben Alves: “Ó Ernestina, isto foi tudo uma grande aldrabice”

Jorge Mourinha

Treze anos depois de A Gaiola Dourada, Ruben Alves afoga-se sem salvação numa operação de marketing da Lisboa-Disneylândia à medida do algoritmo “ibérico”.

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Couture

Couture: o espaço entre Angelina e nós

Luís Miguel Oliveira

Filme francês, escrito e dirigido por uma realizadora francesa, Alice Winocour, e totalmente rodado numa Paris escura, com muita chuva e muito Inverno.

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A Amiga Silenciosa

A Amiga Silenciosa: o sol do Ginkgo biloba

Luís Miguel Oliveira

Ildikó Enyedi procura filmar a possibilidade de uma forma de “consciência” botânica.

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Na Companhia das Estrelas

Pós-apocalipse não: Na Companhia das Estrelas, de Ridley Scott

Jorge Mourinha

O Ridley Scott de Alien ou Blade Runner já não existe há muito tempo, não é surpresa. O seu 30.º filme tinha tudo para ser muito melhor do que realmente é.

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Coyote vs. Acme

Coyote vs. Acme: os Looney Tunes unidos jamais serão vencidos

Luís Miguel Oliveira

Subversão discreta enfiada em blockbuster. Óptimo filme, inteligente, provocador como já não se espera de uma locomotiva comercial de Verão.

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Elisa

Elisa e um instante que se escapa

Luís Miguel Oliveira

O princípio é interessante, mas o filme de Leonardo Di Costanzo não está à altura.

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Confidente

Confidente: as linhas telefónicas eróticas e o terramoto

Luís Miguel Oliveira

O filme do duo Guillaume Giovanetti e Çagla Zencirci revela-se bem mais convencional do que a primeira dezena de minutos parecia prometer.

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Morte e Vida Madalena

Morte e Vida Madalena: comédia de bastidores cinéfila

Jorge Mourinha

Guto Parente sabe como inserir humor, bonomia, simpatia nos lugares-comuns.

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O Fim de Oak Street

Em O Fim de Oak Street, perdemos uma hora e meia que não volta mais

Luís Miguel Oliveira

“Olha, lá vem mais um dinossauro assassino.” Uma sucessão de cenas de acção, coxas e entediantes.

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