Críticas dos leitores
Últimas
Soy Cuba
Lindo mesmo
Simone Faresin
Estou feliz por ter tido a oportunidade de vê-lo, romântico e lindo. Pérola histórica.
Na Companhia das Estrelas
Na Companhia das Estrelas
Elsa Rebelo
Surpreendentemente mau.
A Odisseia
175 minutos de odisseia interessante mas não homérica
JR
Se a fotografia deslumbra e a ação nos empolga, já os diálogos enfadam e o exagero nolanístico exaspera-nos. A "Odisseia" de Homero é sem dúvida o primeiro livro de ação escrito que mais de vinte e sete séculos depois começou, bem ou mal, a ser recriada no cinema.
Esta é, sem dúvida, uma tentativa interessante mas com várias folgas. Sendo um bom filme é talvez o menos conseguido de Christopher Nolan.
A Qualquer Custo
Valeu o preço
JR
"A Qualquer Custo" remete-nos para mais uma fase negra dos Estados Unidos aqui a das perseguições à pele negra, hoje elas ainda continuam, deixou foi de interessar a cor da pele.
Um filme que revolta, onde a justiça sai, mais uma vez, injustiçada, mas nos premeia com um soberbo arremedo de Hoffman/Pacino ou vice-versa elencado por um excelente Mark Wahlberg no papel de Greg Scarpa.
Este filme foi uma agradável surpresa pelo que o a qualquer custo até saiu barato
Reflexo Num Diamante Morto
Reflexo Num Diamante Morto
Helena Pena da Costa
Durante esta "silly season", nunca um filme me fez sentir tão burra. Não percebi nada!
O Lado Selvagem
O Lado Selvagem
Teresa
Um livro sensacional, que foca a crise de existencialismo. Qual o nosso propósito neste Planeta. Actualíssimo para este conturbado séc. XXI.
Couture
É sobre os pequenos detalhes...
Miguel
O filme é, de facto, espartilhado na sua composição. Mas existem momentos que grande delicadeza que compõem uma reflexão (muito silenciosa, pouco intrusiva, muito bonita... É um convite para quem quiser notar) sobre a pulsão de vida e de morte. A realidade, por vezes, esmaga, mas o "flirt" permanente com a vida pode acontecer até perante o vislumbre do desamparo.
A Amiga Silenciosa
4 estrelas
José Miguel Costa
"A Amiga Silenciosa" (co-produção entre a Alemanha, a Hungria, a França e a China) marca o regresso aos grandes ecrãs da veterana realizadora húngara Ildikó Enyedi (que nos brindou em 2017 com a obra-prima "Corpo e Alma" - galardoada com o Urso de Ouro no Festival de Berlim).
Um intimista e subtil drama sensorial que emana lirismo (nomeadamente a nível visual) por "todos os poros", cuja narrativa simples (e, provavelmente, algo arrastada para espectadores pouco adeptos do registo de natureza contemplativa, interessado nos silêncios e pormenores) indaga sobre a eventualidade das "testemunhas silenciosas" do reino vegetal serem dotadas de emoções/sentimentos, bem como possuírem uma linguagem universal (que urge apreendermos). A sua elegante narrativa multiplot divide-se em três histórias paralelas (separadas por um hiato temporal de cerca de um século - 1908, 1972 e 2020), expostas num constante "vai-vem" sem ordem específica e destituídas de qualquer interligação entre si.
O único fio condutor em comum é uma imponente árvore centenária (nogueira chinesa) do campus universitário de Marburgo (que acaba por constituir-se como a personagem central). E, obviamente, a sua temática de base, a paixão pelas plantas por parte dos três protagonistas (duas jovens estudantes universitárias - uma das quais carrega o peso de ser a primeira mulher aceite numa misógina universidade alemã - e um neurocientista veterano que encetam por "carolice", e de modo autónomo, experiências inovadoras com as suas "amigas").
Realce-se a (excelente) opção de transitar entre formatos fílmicos (contraste preto e branco/cor e película/digital) consoante a época retratada, bem a performance sóbria do actor fetiche de Wong Kar-wai (Tony Leung Chiu-wai).






