Críticas dos leitores

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O Poder da Música

Vteo

Um filme realizado com elegância e ritmo justo de edição, sobre um assunto sensível e que sem o bom gosto evidenciado poderia tornar-se insuportavelmente doloroso ou lamechas. Não é o caso, graças, acima de tudo ao ambiente de mistério é sonho que contrasta com a crueza da doença. Excelente interpretação de Joaquim de Almeida.

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Estrada Fora

Maria Soares

A realidade de um mundo que muito poucos querem ver ...

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Que Mal Fizemos Todos a Deus?

José Ferreira

Nada mais que uma afronta à moral pública, à honra e aos bons costumes! Resumindo, uma afronta às pessoas de bem!

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Uma Livraria em Paris

Dinis Ferreira

Filme nada poético!, nada intimo, nada tocante. Não prende o espetador. Filme sem brilho. Uma desilusão. Má escolha! A evitar!

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Thor: Amor e Trovão

Paulo Lisboa

Fui ver este filme, porque sou apreciador da saga «Thor», e porque gosto de ver actuar Chris Hemsworth
Não gostei muito do filme, a história se bem que escorreita, é demasiado simples, e todos os actores, se bem que tenham prestações competentes, nunca saem da mediania. O tom algo apalhaçado do filme, funciona como um pau de dois gumes: dá leveza e bom humor ao filme, mas por outro lado, tira-lhe alguma credibilidade num filme que se pretendia minimamente sério. Penso que a saga «Thor» começa a dar sinais de desgaste evidente e a aproximar-se do seu fim.
Estamos perante um razoável filme da saga «Thor»
Numa escala de 0 a 20 valores, dou 12 valores a este filme.

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Thor: Amor e Trovão

Ricardo Abel

Não concordo com o Hugo Carvalho quando diz que o filme é péssimo. O que eu acho que o filme quis passar foi uma imagem descontraída, simples e mais virada para a comédia, claro que está longe de ser dos filmes da Marvel inesquecíveis e talvez dos 4 filmes Thor até seja dos mais fraquitos a par do segundo. Concordo no que diz quanto ao melhor do filme, sim, também acho que o Melhor é o desempenho de Christian Bale a música dos Guns e também uma surpresa engraçada dos Bodes gritalhões.

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Estrada Fora

José Miguel Costa

Jafar Panahi (realizador dos magníficos filmes "O Circulo", "Três Rostos" e "Táxi") encontra-se detido (tal como os cineastas Mohammad Rasoulof e Mostafa Aleahmad), desde 11 de julho, acusado de propaganda contra o governo do Irão e a república islâmica.


Valha-nos que quando os sistemas ditatoriais tentam calar um artista logo outros surgem para continuar a "gritar" (dentro das suas limitações) contra os atentados à(s) liberdades). A prová-lo (bem como para reforçar a tese de que "filho de peixe sabe nadar"), por coincidência de timing, estreou em terras lusas a primeia longa-metragem escrita e dirigida por Panah Panahi (como o apelido indica, filho de Jafar Panahi), "Estrada Fora".

Uma subtil parábola politica, em modo road movie, com uma narrativa hilariante (um autêntico show de energia, pouco habitual nas cinematografias destas latitudes) e tocante, que vai habilmente oscilando entre o drama (implícito) e a comédia (simultaneamente, ácida e desbargada).

E o Panahi júnior não perde tempo com explicações, introduzindo-nos abruptamente a meio da viagem de carro de uma caótica "familia feliniana" (um pai carrancudo, uma mãe fofinha, uma criança endiabrada, um jovem adulto apático e uma cadela cancerosa) por uma estrada iraniana sem fim, rodeada de paisagens inóspitas (visualmente apelativas), em direcção a um destino/objectivo final que apenas irá sendo gradualmente revelado.

Realce-se a filmagem com recurso a (competentes) sequências longas de plano único, em quadros inúmeras vezes imóveis, deixando toda a dinâmica a cargo dos seus frenéticos personagens.

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Alcarràs

Fernando Oliveira

Nos arredores de Alcarràs, povoação rural na Catalunha, uma família vive da exploração agrícola de um pomar de pessegueiros; só que os terrenos tinham sido cedidos durante a Guerra Civil Espanhola, não há contratos assinados – eram outros tempos – e agora o proprietário quer ocupar o terreno com painéis solares; têm até ao fim do Verão, o tempo para a colheita, depois o pessegal é arrancado.

O filme começa com uma “viagem no espaço”, onde os tripulantes são perturbados por ruídos ameaçadores. Os tripulantes são três crianças que brincam num velho carro, os ruídos são produzidos por uma retro-escavadora (?). O filme segue as crianças até à casa da quinta onde habitam. Os adultos discutem a ordem de despejo, procuram uma solução. Como no outro filme de Carla Simón que conheço, “Verão 1993”, é pelo olhar das crianças, neste mais dos dois filhos mais velhos, que vamos assistir aos conflitos que a situação provoca na família; ao desespero que vem da incerteza, ao sentimento de impotência que tomam conta de todos eles. À tristeza. No filme de 2017, Frida aprendia a viver com a morte da mãe, neste o olhar confuso Mariona, Roger e Iris, os três filhos de Quimet e Dolors é o mesmo, confronta uma perda.

“Quero contar histórias a partir das emoções das personagens”, diz a realizadora numa entrevista, e é absolutamente comovente como o faz a partir de um grupo de actores amadores; “olhando-os” muitas vezes em planos cerrados, seguindo-lhes os seus gestos e os seu olhares, balançando entre o dramatismo da história – as convulsões provocadas pelo passar do tempo e o fim do Verão que se aproxima, a crise provocada pela política agrícola europeia - e um olhar quase documental para o que vai acontecendo: a colheita do pêssego, os almoços de família, a festa na vila, as histórias que a avó conta.

Gosto muito destes filmes em que o olhar da câmara quase que entra de surpresa na vida dos personagens, torna-se parte da história, e depois de a contar abandona-os, deixa-os “viver”. E deixa-nos com pena de não os continuar a seguir. E não será isto a mais correcta definição do realismo no Cinema? Belo filme.

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Perseguição

Paulo Lisboa

Fui ver este filme, porque achei o argumento potencialmente interessante e porque gosto de ver actuar Gerard Butler.

Gostei do filme, é um filme que se vê mais ou menos bem. É um filme competente, com uma actuação igualmente competente de Gerald Butler, se bem que nunca passe da mediania. Embora o filme prenda o espectador do princípio ao fim do filme, nunca chega a ultrapassar um nível médio de qualidade. O facto dea fotografia ser de fraca qualidade também não o beneficia.

Estamos perante um filme médio de acção.

Numa escala de 0 a 20 valores, dou 12 valores a este filme.

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Alta Costura

NC

A não perder, a problemática da inclusão tratada com mestria e sensibilidade.

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