Críticas dos leitores

Últimas

O Amor Que Perdura

O amor que perdura é um poema e uma obra de arte viva

Figueira

Belíssimo filme sobre uma família islandesa que vive na natureza e os laços afectivos entre pais e filhos. Tem um lado onírico muito forte, é um filme belíssimo e ao mesmo tempo muito engraçado.

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Um Chá no Deserto

Um chá no deserto

Isabel Gameiro

Uma imersão na beleza.

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Tuner - Ouvido Absoluto, Mão Leve

Arte pura com piano

Anabela Fortunato

Muito bom filme, boa história, excelentes prestações, muita emoção e ligações.

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Dia D: Sob Pressão

Dia D

António

Muito bom.

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L'Aventura

L'Aventura

Fernando Oliveira

É um filme de memórias, as memórias da realizadora, Sophie Letourneur, dos vídeos gravados nas suas férias, das recordações; manteve, até, nos personagens o primeiro nome das pessoas da sua vida. É autobiográfico este filme (na verdade dos três filmes que repetem os personagens: “Voyages en Italie”, que não vimos por cá, este “L'aventura”, e no futuro, “Divórcio à italiana”). O filme é feito de ideias tiradas desses filmes caseiros, Sophie interpreta Sophie, é uma parte da sua história (no final a realizadora mostra-nos mesmo algumas imagens desses seus filmes). Entramos de rompante nas férias desta família parisiense, um Verão na Sardenha – um casal, Sophie e Jean-Fi, Claudine, a filha de treze anos de uma anterior relação dela e o pequeno Raoul, de três anos. O filme é o retrato daquelas férias em permanente confusão, filmado para nos fazer sentir muitas vezes que estamos ali, lado a lado, com eles, outras vezes que estamos a assistir um filme amador feito pela família destas férias. Todo o filme está encharcado por esta sensação de realidade, a encenação da banalidade: brigas e birras, o desconforto mais ou menos tenso entre o casal (há um momento num restaurante de praia em que Jean-Fi coloca a mão na perna de Sophie e não há “estremecimento”, o desejo foi-se), as pequenas discussões (qual o melhor restaurante, o melhor sitio para os gelados ou o café, qual a praia onde ficar, o lugar onde dormir), e de como este estado de confusão e de “violência” emocional colocam os personagens num balancear entre o desgaste e a aceitação deste caos como uma normalidade. A realizadora mostra-nos isso olhando de forma obsessiva para os detalhes, para os comportamentos em desequilíbrio dos personagens, com uma câmara muito perto dos corpos e dos rostos dos actores e do seu espantoso realismo. O que interessa à realizadora é a necessidade de lembrar, de guardarmos recordações. “Ama a vida mais do que a sua lógica, dessa forma compreenderás o seu sentido”. O presente é um momento, a vida é aquilo que a memória nos traz. A narrativa é por isto também uma confusão cronológica, a filha, Claudine, vai registando em áudio no telemóvel os acontecimentos das férias, vamos saltando de um tempo para outro, entre aquele que os personagens vivem e outro sobre o qual falam. Há um confronto entre o realismo da história e este formalismo insólito, mas não é verdade que quando recordamos, tudo nos chega aos tropeções? Outro assunto que a realizadora parece querer pensar é como uma relação amorosa entre dois adultos sofre um abanão quando entra um “intruso”, um filho bebé que vai ocupar todo o espaço e, nas férias, todo o tempo. Como pode destruir essa relação, como os afasta do “centro” (aquela “longa” cena em que a câmara acompanha Jean-Fi na sua caminhada solitária, a tentar puxá-lo para a história do filme). Lembro que vai haver um divórcio no terceiro filme. Um filme desafiante e uma bela surpresa. “Talvez a maior aventura seja simplesmente viver”, Sophie Letourneur.

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Pecadores

Falhanço completo

Nuno Mendes

Isto não é um filme, é uma espécie de filme B de mau gosto, sem qualquer história ou profundidade, apenas violência gratuita e mais nada, muito mau.

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O Paciente Inglês

Paciente Inglês

Diana Rosa

Quando esse filme saiu, eu vi! Ontem depois de tantos anos, eu revi! Esse filme é irrevogável!

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Leibniz - Crónica de Uma Pintura Perdida

A insustentável leveza do SENTIR...

Laura Rodrigues Sobreira

Uma só vez é insuficiente para um filme tão denso e intenso! ������

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L'Aventura

2 estrelas

José Miguel Costa

A francesa Sophie Letourneur assume as funções de realizadora, argumentista (de uma repetitiva narrativa "pejada de nada") e protagonista em "L'aventure", uma autoficcionada "road trip" das suas pouco glamorosas/triviais férias de verão na Sardenha , em conjunto com a família nuclear (o marido bonacheirão, a filha adolescente e um menino pequeno que faz cocó em todo o lado), captada em modo "home movie", através de uma câmara de mão que se gruda aos corpos. Apesar do apelativo naturalismo que a obra emana, e da fofura do petiz, aposto que nem os amigos desta família teriam paciência para assistir a esta crónica sobre um "não acontecimento".

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O Dia da Revelação

Fraco, fraquinho

Pedro Mendes

Um tema actual que nos está a rebentar nas mãos, com a Casa Branca a publicar centenas de ficheiros, fotos e vídeos que já não podemos continuar a achar que são nada, e que impunha um filme à altura doa tempos que vivemos, mas o filme cai num aventureirismo com cenas para crianças. Salvam-se os últimos minutos, as encenações de Roswell e outros casos famosos da história da UFOlogia estão muito bem conseguidas assim como a abdução das crianças. E Emily Blunt encaixa muito bem na personagem. Nada mais resulta. Uma oportunidade perdida num jogo que à partida estaria ganho por Spielberg.

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