Críticas dos leitores

Últimas

Shining

Shinning

Júlio costa

Excelente interpretação.

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A Espada e a Rosa

Memória, nostalgia e utopia

Adelino

Vale a pena pela língua portuguesa e pelo surrealismo. E pela beleza. Muito por onde refletir, afinal é sobretudo luz sobre o mar... Vagas estalando na identidade... Deriva perdida, talvez. Mas ainda assim volto a ver. E não me canso. Há muito por onde divagar.

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O Livro das Soluções

Extravagante

Luis Barriga

Entre o lunático e o génio vai uma pequena distância a ser apreciada como quem olha através dum pequeno buraco numa folha caída no chão. A não perder.

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Eu Capitão

3 estrelas

José Miguel Costa

O filme "Eu Capitão" (Prémio de Melhor Realização no Festival de Cinema de Veneza e candidato ao óscar de Melhor Filme Internacional), dirigido e co-escrito pelo italiano Matteo Garrone (de cujo currículo constam os magnificos "Gomorra", "Reality" e "Dogman"), narra, num registo que oscila entre a fábula e o realismo, a odisseia dramática de dois amigos adolescentes senegaleses, residentes num bairro de barracas de Dakar, que, à revelia das respectivas famílias, decidem emigrar clandestinamente para a utópica Europa em busca do "El Dorado", encetando para o efeito uma longa e árdua jornada, sob o jugo das cruéis máfias do tráfico humano, que colocará (continuamente) em risco a sua sobrevivência.

Apesar de colocar-nos perante uma desumana realidade crua (polvilhada com alguns liricos momentos de fantasia onírica), e desse modo poder afigurar-se como uma obra de denúncia (tanto mais que a construção do argumento teve por base testemunhos de migrantes), acaba por revelar-se "tépida" (e até algo infantilizada/romantizada) por, gradualmente, transformar-se numa espécie de "filme de aventuras fofinho" (inclusive, ao nível da própria estrutura narrativa) que se limita a elogiar a coragem perante a adversidade e a inocência da "amizade à prova de bala".

No entanto, esta película agiganta-se graças à sua fotografia de excepção (um autêntico regalo para a nossa íris, sobretudo nas cenas que decorrem no deserto); bem como à genuinidade contagiante da performance da dupla de meninos-heróis (ambos actores não-profissionais), que valeu a um deles (Seydou Sarr) o Prémio de Actor Revelação no Festival de Cinema de Veneza.

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O Livro das Soluções

O Livro das Soluções

Dani

Genial, engraçado e mais profundo do que possa parecer à primeira vista.

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Dias Perfeitos

Dias perfeitos

Luz de Oliveira

Simplesmente maravilhoso. Seria bom que todos vissem, uma paz.

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O Vento Assobiando nas Gruas

Obra de arte

Yoke

Um filme muito relevante nos dias que correm, a dias de uma eleição histórica e dos 50 anos do 25 de Abril. Um excelente elenco e uma fotografia belíssima transportam o passado dos anos 80/90, com a ressaca da descolonização ainda presente na alta "burguesia" portuguesa, até aos dias de hoje, sempre com muita poesia, simplicidade e crueza.

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Gaza, Meu Amor

Gaza Meu Amor

José

Uma delícia de filme com uma realização e actores fantásticos.

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Soares é Fixe

Pedaços de História

Eduardo

Um filme que retrata Portugal antes das Comunidades Europeias. Falta a referencia ao 25 de Abril e tem uma personagem incompreensível. Contudo, vale bem a pena para os mais velhos pela memória e para os mais jovens pela novidade.

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Princesa Mononoke

Obra-prima do mestre Miyazaki!

José Couto

Em animação, não vi nada assim. Adorei "A Viagem de Chihiro", que considero magnífico, mas este "A Princesa Mononoke" não tem comparação: é sublime!

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