Críticas dos leitores
Últimas
18 Buracos Para o Paraíso
18 Buracos
Maria Monteiro
Bom filme, não parece um filme português. Vi no UCI.
A Lenda de Bagger Vance
A Lenda de Bagger Vance
Lokas F
Muito bom, poético. Metafórico, confortante.
O Dia da Revelação
Uma decepção
Fatima
Com a assinatura de Spielberg era de se esperar muito mais. Acaba por ser um filme de ação, com uma história mal contada. Há cenas completamente hilariantes de tão más. Como exemplo a do comboio. Salvam-se os actores.
18 Buracos Para o Paraíso
Gostei muito
Jose
Bons atores, realização segura e argumento simples mas muito eficaz a transmitir a sensação opressiva que cresce dia a dia com as alterações climáticas e os processos de gentrificação.
Magalhães
Magalhaes
Ana Braga
Demasiado mau para ser verdade e ainda pior cheio de erros históricos. Uma vergonha.
Magalhães
2 estrelas
José Miguel Costa
Filme de um cineasta filipino protagonizado pelo icónico actor mexicano Gael Garcia Bernal a representar na língua de Camões? Não, não é uma fake new passível de eventual verificação de veracidade por parte do Polígrafo. Trata-se de "Magalhães", uma coprodução entre Filipinas, Portugal (Joaquim Sapinho), Espanha (Albert Serra), França e Taiwan, realizada pelo aclamado Lav Diaz, que incide sobre uma das figuras maiores da História da era dos "descobrimentos", Fernão Magalhães (navegador e explorador português que idealizou e comandou a primeira expedição de circum-navegação do globo, financiado pela coroa espanhola).
Sensorial e atmosférico épico histórico (algo mitológico), longe do tradicional biopic estandardizado, que não constrói uma narrativa pejada de feitos heróicos, optando por desmontar paciente e reflexivamente o herói com pés de barro, através do foco nas consequências das suas façanhas (nomeadamente, no que concerne aos contactos com os povos indígenas).
Dividido em quatro capítulos (separados por anos e geografias), acompanha a última década de vida do "empreendedor". Num primeiro momento (1511) seguimo-lo nas campanhas militares coloniais portuguesas na Ásia, onde adquire um escravo malaio que jamais largará; em 1513 vimo-lo a definhar em Lisboa; em 1518, seguimos os meandros da negociata que levá-lo-á a mudar a sua lealdade da coroa lusa para a espanhola; em 1521, vemo-lo embarcar numa sombria viagem marítima para cumprimento da sua "missão", com paragem acidental nas Filipinas, onde tentará impor o catolicilismo aos indigenas.
Perante tal descrição os desconhecedores da cinematografia de Lav Diaz (famoso pelas suas obras, com duração mínima de 4 horas, saturadas por planos longos de um único take, ritmo lento e narrativas contidas) poderão induzir estarmos perante uma espécie de blockbuster impregnado de acção e emoção.
É precisamente a antítese (e até o Gael entrou em modo slow motion). A mais valia desta obra advém da sua composição pictórica, que se constitui como uma quase sucessão de quadros em movimento. @jmikecosta
O Dia da Revelação
O dia da revelação
Vitor Evangelista
Este filme nada mais é que a cópia de Roswell, com toda a enrolação possível, como dizem os nossos amigos brasileiros. Spielberg, que até costuma fazer bons filmes, caiu nesta esparrela de argumento que nada mais é que o caso Roswell. Estará Spielberg a perder qualidades?
Magalhães
Magalhães
Maria Estêvão
Um dos piores filmes a que assisti ao longo dos meus 67 anos de vida. Saí ao fim de 20 minutos de projeção após a saída de outros 8 espectadores frustrados. Caso para dizer “sinopse enganosa”.
Foi tão mau em ritmo, diálogos, representação, guião… que nem tenho palavras para descrever a frustração de ter pago um bilhete que não valeu o preço que paguei para ir ver um filme.






