Críticas dos leitores

Últimas

A Criada

A Criada

Maria

Filme consegue ainda ser pior que o livro...

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Amo-te Imenso

Pobre e pouco natural

Andreia Sampaio

História tristemente pobre e vazia. Perda de tempo.

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Mata-te, Amor

Muito mau, mas mesmo MUITO mau. Dou uma estrela porque não se pode dar zero

Mário Cordeiro

Tão mal engendrado, tão previsível e tão irritante que saí antes do fim, pela segunda vez em mais de 60 anos de amante de cinema. Ambiente sufocante, lento (isso poderia fazer sentido), mas feio e sem nexo. Nada da mensagem que o filme supostamente poderia abordar é aprofundado. Tudo se resume a uma mistura de tédio, irritação e mau cinema. Mal empregue dinheiro!

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EPiC: Elvis Presley in Concert

Épico

Paulo Pereira

Vai ser um fenómeno mundial

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A Criada

Excelente!

Jorge Rosado

Para quem não aprecia um bom "thriller", fique em casa e não faça comentários despretensiosos... o filme agarra-nos do princípio ao fim, com excelentes interpretações.

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A Criada

A criada

Celisa

Muito bom.

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Midsommar: O Ritual

Deja Vu

Rodrigo Berló

Vi pela primeira vez, mas é o típico filme que após assistirmos os primeiros minutos, já entendemos tudo. História muito enrolada, faria mais sentido se durasse apenas uns 45 minutos.

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Família de Aluguer

Uma belíssima incursão pelo Japão...

Martim Carneiro

O Cinema dá esta espantosa possibilidade de "viajar", conhecer, de nos deslumbrar com culturas e terras longínquas. Neste filme uma simbiose perfeita de mundos diversos, plenos de humanidade na superação da solidão e do isolamento.

Muito bons actores, com Brendan Fraser (que não conhecíamos) a fazer uma interpretação de notável expressividade. Realização e fotografia cativantes. Seria uma pena se não tivesse ido ver este filme! 4 Estrelas.

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Anaconda

Mesmo mau

Antonio Maravalhas

Nem cómico, nem "thriller". Actuação medíocre.

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Miroirs No. 3

Miroirs nº3

Fernando Oliveira

Os filmes de Petzold estão envoltos numa inquietante estranheza, há um entorpecimento emocional que não despega, a realidade e os sonhos enleiam-se, mesmo num filme com uma fotografia tão luminosa como este há “sombras” todo o tempo. Parece querer afastar o mundo cá fora. São filmes que acreditam na inteligência e na memória cinematográfica de quem o vê (muitas das sombras neste filme são isso mesmo: “bocados” dessa memória, de Tourneur, de Hitchcock, de Preminger), e que acreditam no Cinema.

Laura estuda piano em Berlim, está triste, melancólica, talvez “perdida”. Numa viagem numa zona rural da Alemanha sofre um acidente de viação, o namorado morre, é socorrida por uma mulher, surpreendentemente não quer ir para o hospital, pede para ficar na casa daquela mulher, Betty, e ela aceita.

As imagens do carro acidentado e dos corpos no chão são uma quebra, depois delas os personagens estão a olhar para o espelho, ou do outro lado dele, num mundo que tange os sonhos. A realidade – uma jovem mulher recebida por uma família em luto que quer que ela tome o lugar da filha que se suicidou – é-nos devolvida em ambiências que tangem o onírico, divagações em surdina por percepções que estão do outro lado – o som do vento, a luz que inunda as janelas, as cores – do lado do irreal.

Contou o realizador que quis contar uma história sobre duas mulheres “avariadas emocionalmente” que vão consertar-se uma à outra, e é belíssima a forma como consegue fazer brotar as angústias, as dúvidas, a mentira, o caos emocional nos seus personagens.

Para Betty, Laura é como a personagem do mesmo nome do filme de Preminger, alguém que “regressa” do mundo dos "mortos"; para Laura, Betty será uma hipótese de “verdade”, como a da luz que esbate nas cortinas; o piano na sala da casa de Betty é a âncora das duas, como o quadro na parede no filme de 1944.

E há aquele espantoso momento, antes do acidente, quando carro passa junto à casa de Betty, em que as duas mulheres olham uma para a outra, um “reconhecimento”, a realidade incerta. As duas actrizes, Paula Beer e Barbara Auer, são sublimes. No fim, Laura toca a peça de Ravel que titula o filme; depois na cena final esboça um sorriso; afinal o filme conta uma história em círculo. Depois da água e do fogo nos filmes anteriores, neste é o ar (o vento, a luz do Sol).

Um filme magnífico. (em o ceuoinfernoeodesejo.blogspot.com")

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