Críticas dos leitores

Últimas

O Culpado

O Culpado

Alexandre de Figueiredo

Dá para assistir, é melhor do que esperava.

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Ossos e Tudo

Um logro

António Cunha

Evitei ver a adaptação de 'Suspiria' por ser um apreciador da cinematografia de Dario Argento. Contudo, depois da tríade de filmes sobre o amor, onde 'Io Sono L'Amore' brilhava em todos os aspetos, continuando para o interessante 'Mergulho Profundo' culminando no famoso e belíssimo 'Chama-me pelo teu Nome', este novo Guadagnino é um flop. Miscasting para a rapariga, que não tem força, carisma e a interpretação é francamente sofrível, o filme arca às costas de Chalamet e de Mark Rylance. Para onde nos leva a estrada por todos percorrida? Que sentido tem um filme que nada mais oferece que cenas avulsas, com mais do mesmo?! Dispensável, não provoca emoção e facilmente descartável! Os temas pop dos tempos de Manchester não resgatam nem comovem...

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Ossos e Tudo

4 estrelas

José Miguel Costa

"Ossos e Tudo", novo filme do cineasta Luca Guadagnino, é um drama amoroso coming-of-age (literalmente canibal), repleto de cenas gore, que se vai desenrolando, em estilo road-movie, pelas estradas da deprimida/decadente América profunda da era Reagan (o que implicitamente também poderá implicar que o percepcionemos como uma alegoria sobre os denraizados da sociedade). Vá, não "fujam" já! Apesar da catalogação (uma mistura algo atípica de diferentes géneros e subgéneros), não estamos em presença de um blockbuster juvenil à la "Crepúsculo", uma vez que, independentemente da temática abarcada (e dos obrigatórios elementos fantasiosos a si associados), o universo da narrativa afigura-se bastante realista e devidamente polvilhado com condimentos do tradicional cinema indie americano. Para além de que é bafejado com a presença (como co-protaganista) da nova coqueluche cinéfila, Timothée Chalamet. O enredo insere-nos na jornada de um casal de jovens inadaptados (devido à sua condição de canibais) em busca da integração num mundo de "pessoas normais" (condição que ambicionam com todas as suas forças, apesar dos seus impulsos genéticos homicidas). Maren (estrondosamente interpretada por Taylor Russell), após abandonada pelo pai (por ter chegado ao seu limite emocional decorrente do constante encobrimento dos actos atentatórios à vida humana cometidos pela filha), parte em busca da mãe que não conheceu. Pelo caminho conhece um seu semelhante, Lee (o sedutor sanguinário Timothée), e não mais se largarão... E, desta forma, arrisco afirmar estarmos perante uma das mais poderosas (e viscerais) histórias de amor dos últimos anos, o que até leva a minimizar algumas das limitações desta obra (nomeadamente, a sua excessiva segmentação, e deficiente "colagem", que lhe retira "energia"; bem como a opção por inserir uma personagem - o verdadeiro vilão - demasiado estilizada, que, por vezes, quase implica um resvalar para o domínio do anedótico).

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Crimes do Futuro

Péssimo! Intragável!

João Carreira

Horrível! Sem ponta por onde se pegue! Quem faz um filme destes só pode estar muito doente da cabeça!

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O Menu

Um filme de terror suave

Paulo Lisboa

Fui ver este filme, porque gosto de ver actuar Ralph Fienes, porque gosto de filmes de terror e porque achei o argumento potencialmente interessante Gostei do filme, é um filme que se vê bem. Tem uma boa interpretação do Ralph Fienes que só por si carrega o filme às costas, o argumento mostrou-se muito original e a realização conseguiu prender o espectador do princípio ao fim do filme. Estamos perante um bom filme de terror suave. Numa escala de 0 a 20 valores, dou 15 valores a este filme.

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O Homem que Viu o Infinito

O homem que viu o infinito

Antoaneta Pinto

É raro já ver filme bom. Este é um deles - nada de pancada, efeitos especiais, diálogo inteligente.

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O Incompreendido

O incompreendido

Margarida Bastos

O filme mais comovente da minha vida!

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Funcionário do Mês

Repetitivo?

Manuel Neto

Por poucas palavras, já vi algumas cenas em outros filmes tão semelhantes que me pareciam um "copy paste". Ou então e por estar um pouco esquecido, fui rever o mesmo filme.

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Toda a Gente Gosta de Jeanne

Toda a gente lhosta de Jeanne

Maria Ferreira

Filme interessante que aborda diferentes temas. Falta de cuidado na revisão da tradução com um erro grave pois quando Jeanne diz que tem de aprender a VOAR não! Aqui é voler no sentido de ROUBAR - Tenho de aprender a roubar - M. Fátima Ferreira

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Ossos e Tudo

Desagradavelmente bonito.

Lou Loução

Guadagnino apresenta-nos um "coming of age" diferente. Uma obra que se faz pela montagem, cinematografia e direção de arte mas também pela performance incrível de Timothée Chalamet e Taylor Russell. "Ossos e Tudo" é um terror moderno, diferente, cinematograficamente belo e repugnante ao mesmo tempo. Um dos melhores filmes de 2022.

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