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15:17 Destino Paris

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Thriller, Drama, Histórico 94 min 2018 M/12 15/02/2018 EUA

Título Original

Sinopse

<div>A 21 de Agosto de 2015, um comboio de alta velocidade com 554 passageiros a bordo segue o seu destino de Amesterdão a Paris. A viagem decorre normalmente até surgir um homem armado com uma metralhadora kalashnikov, com intenções de matar todos os passageiros. Entre os ocupantes, viajam três norte-americanos: o estudante Anthony Sadler; Alek Skarlatos, acabado de regressar do Afeganistão pela Guarda Nacional; e Spencer Stone, da Força Aérea norte-americana. Aproveitando o momento em que o indivíduo tenta desencravar a arma para prosseguir o ataque, os três acabam por imobilizá-lo, evitando uma tragédia de enormes proporções. O atacante, veio a saber-se mais tarde, era o marroquino Ayoub El Kahzzani, cujas ligações a movimentos extremistas o fizeram estar nas listas das várias agências secretas europeias. Por este gesto, os três homens – assim como o britânico Chris Norman, de 62 anos, que também ajudou a deter o criminoso – foram distinguidos com a medalha da Legião de Honra, a mais alta distinção em França, e tidos como heróis nacionais no seu país.</div><div>Baseado em factos reais, um "thriller" de acção realizado por Clint Eastwood ("Cartas de Iwo Jima", "Gran Torino", "Invictus", "Sniper Americano", "Milagre no Rio Hudson") e escrito por Dorothy Blyska, que se baseia na obra "The 15:17 to Paris: The True Story of a Terrorist, a Train, and Three American Soldiers" escrita por Jeffrey E. Stern. Neste filme, Anthony Sadler, Alek Skarlatos e Spencer Stone representam as suas próprias personagens em idade adulta (Paul-Mikel Williams, Max Ivutin, Bryce Gheisar, Cole Eichenberger e William Jennings interpretam as suas versões mais jovens); Jenna Fischer, Judy Greer e Ray Corasani juntam-se ao elenco. PÚBLICO</div><div><br /></div>

Críticas Ípsilon

Clint Eastwood: às armas, às armas

Vasco Câmara

É o making of de três “heróis”, o momento em que começaram a brincar com as armas e a ajoelharem-se perante Deus.

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Críticas dos leitores

O Heroísmo Contemporâneo

Inês Lopes

Um filme pouco ambicioso mas que cumpre o seu propósito. As três personagens principais interpretam-se a si próprios, o que nos conduz ao verdadeiro significado da história que nós é apresentada.

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Esquecível... e já é um favor!

Paulo Rodrigues

Uma obra menor, menoríssima, na carreira de Eastwood. Uma perda de dinheiro, de tempo, de esforço. <br />Um filme dispensável e sem qualquer aspecto positivo a notar.
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Entre o suficiente e o bom pequeno

Paulo Lisboa

Fui ver o filme porque achei o argumento interessante e porque sou adepto da realização de Clint Eastwood. <br />Gostei do filme. É um filme que se vê mais ou menos bem, tendo em conta as características do mesmo, ou seja, uma espécie de biografia dos três heróis americanos que impediram um atentado terrorista num comboio que ia da Amesterdão para Paris. Por isso não se podia pedir muito mais do mesmo. Mesmo assim,  revela-se interessante e competente, mas não chega a deslumbrar. <br />Estamos perante um filme entre o suficiente mais e o bom pequeno, que eu só recomendo a quem saiba com alguma antecipação ao que vai. <br />Numa escala de 0 a 20 valores, dou 14 valores.
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Simples ou simplório?

Rui Afonso

Ouvi alguém ao meu lado no fim do filme dizer que esperava mais, mas a meu ver não havia como sacar muito mais daquela história. Resumindo: vê-se bem.
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Senilidade?

Antonio Carvalho

Façam um favor a vós próprios e não vão ver isto. Eastwood, que tanto de bom deu ao cinema, parece estar a precisar com urgência de apoio domiciliário.
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A América no seu pior

Jacinto Medina

Se os ideais da juventude americana do Clint Eastwood fossem os destes pobres idiotas, degraçada América. Assustador!
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O biografo do "make great american"

Raul Gomes

Cada vez mais Eastwood transforma casos banais e subverte-os em ideologia do regime republicano americano. Tudo lhe serve para o falso enriquecimento da completamente deturpada grandiosidade americana, já não lhe bastando o apoio dado descaradamente à NRA e ao já célebre episódio da cadeira vazia. <br />Independente da carga ideológica dos seus filmes, aguarda-se que com o passar dos anos não se torne numa Leni Riefensstahl. Apesar de tudo parece que para lá caminha, tão fracos (para não dizer maus) os seus filmes vem sendo..
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Born in the U.S.A.

Ramiro Esteves Ferreira

O cineasta conservador Clint Eastwood, na sua cruzada para promover o "herói americano" apresenta-nos um filme que mais parece um documentário e de fraca qualidade. Baseado num momento em que três soldados americanos neutralizam um terrorista que pretendia fazer um massacre no comboio em que viajavam, tudo o resto é o que se pode chamar "encher chouriços", alternando entre cenas de propaganda ao serviço militar da nação que mais investe neste campo e a viagem pela Europa dos três heróis (interpretados pelos próprios) que, sem dúvida, resulta mal e, pessoalmente, deixou-me no final, com uma sensação de vazio e mal estar.
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Um "filme" que é uma fraude

Diogo Sousa

Um "filme" sem pés nem cabeça, com um guião absurdo e "actores" de 4ª categoria. Parece um travel guide europeu mal-amanhado onde os "actores" visitam Roma, Veneza, Berlim e Amesterdão. Colocar este "filme" em cartaz é uma fraude ao espectador pagante.
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Fraquinho episódio do Travel Channel

JR

Um fraquinho episódio do Travel Channel ou antes, o pior filme de toda a carreira como realizador de Clint Eastwood. Chega a ser penoso o arrastar de um filme em que o essencial do argumento se resolve nos últimos dez minutos e a maior parte dos outros minutos são passados a mostrar paisagens de Roma, Veneza , Berlim e Amsterdão. A aposta de Clint nos verdadeiros intervenientes dos acontecimentos de 21 de Agosto de 2015 em detrimento de atores profissionais, revela-se um autêntico desastre. A falta de queda dos três rapazes para a representação é confrangedora tornando-se uma tortura para o espetador. Esperemos que este seja apenas um percalço na carreira de Eastwood e não represente o princípio da senilidade de um realizador que tão grandes obras cinematográficas já nos ofereceu...
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