Magic Mike

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Comédia, Drama 110 min 2012 M/12 12/07/2012 EUA

Título Original

Magic Mike

Sinopse

Mike (Channing Tatum) é um homem bonito, atlético e carismático. Ambicioso por natureza, decide ganhar dinheiro através dos seus dotes físicos transformando-se em Magic Mike, o mais requisitado stripper do Clube Xquisite, pertencente a Dallas (Matthew McConaughey), seu amigo e mentor. Porém, o que ali lhe interessa é essencialmente o dinheiro com o qual tenciona dar largas à vocação: design de mobiliário. Até que conhece Brooke (Cody Horn), a irmã de Adam (Alex Pettyfer), e percebe que a sua carreira como bailarino chegou ao fim e que este é o momento de passar o seu legado a alguém mais jovem que, tal como ele no passado, esteja interessado em mulheres e dinheiro fácil...<br />Um filme inspirado no passado do actor Channing Tatum e do seu caminho mais ou menos conturbado até à fama sob o ponto de vista do aclamado realizador Steven Soderbergh ("Erin Brockovich", "Ocean's Eleven", "Confissões de Uma Namorada de Serviço").

Críticas Ípsilon

Magic Mike

Vasco Câmara

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É (outra vez) a economia, estúpido

Jorge Mourinha

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Magic Mike

Luís Miguel Oliveira

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Críticas dos leitores

Mercantilização

egas branco

Obra menor deste cineasta, nascido em Atlanta, Georgia, EUA, em 1963, mas com uma filmografia já relativamente longa (34 títulos, como realizador), com meia dúzia de obras notáveis, entre as quais avultam "Che" (em duas partes), uma indiscutível obra-prima, e Erin Brockovich, onde brilhou a também georgiana, Julia Roberts (uma actriz que muito apreciamos, mesmo quando se mete na pele de personagens detestáveis, o que não era o caso da jovem desempregada Erin, embora alguns, por despeito, lhe tivessem chamado "proletária pimba"... Pimbas são eles! Posso rir?). Mas quanto a "Magic Mike", apesar de toda a cedência a um universo comercial, que pretendia um filme para um público pouco exigente, nota-se o toque de um grande cineasta, que Soderbergh é, inclusive no argumento, em que os deprimentes aspectos sociais do seu país (e não só), que justificam muita coisa, nunca são esquecidos e estão em pano de fundo. Nesse aspecto o filme é, numa imagem de marca do seu autor, muito inteligente. Não sei é se será compreendido por parte do público que o irá ver (a maioria, infelizmente). Já foi citado por alguns, que este filme constitui de certo modo um díptico com o magnífico, e obviamente superior, "The Girlfriend Experience": numa crítica ao absurdo e nefando "Mercado", a intrometer-se na vida sexual (e amorosa) dos seres humanos, através da comercialização (e privatização!) do sexo. Estou de acordo, claro e também por isso considero a obra, apesar das suas limitações, muito recomendável. Mas ficamos à espera do regresso deste magnífico cineasta norte-americano, aos seus grandes filmes.
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Bom show com pouca história

Anita

<p>Bom do ponto de vista visual, o filme apresenta-se bastante interessante na perspectiva do público feminino (e algum masculino). Quanto ao sumo propriamente dito, não se extrai absolutamente nenhum. Ou seja, bom show com pouca história. Fez-me recordar o filme "Striptease", com Demi Moore, na altura considerado o pior filme do ano!</p>
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Sem criticas a colocar

Sofia

<p>Altamente o filme, espero que tenha continuação, uma vez que não mostraram se os restantes tiveram sucesso em Miami ou não e o pequeno-almoço que tanto se falava das panquecas.<br />Espero que tenha continuação.<br />De resto, sem críticas a colocar. Muito altamente o filme. Souberam aproveitar as qualidades de dançarino de Channing Tatum, para a realização deste filme e do seu respectivo conteúdo.</p>
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O declínio

Johnny

E este filme só vem confirmar uma coisa: o colapso do realizador norte-americano Steven Soderbergh. Suponho que depois deste melodrama de "bas-fond" não se levanta mais.
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