Na Companhia das Estrelas
Título Original
Realizado por
Elenco
Sinopse
Nove anos passados desde que uma pandemia de gripe aniquilou praticamente toda a população mundial, Hig (Jacob Elordi), um antigo piloto civil, sobrevive no hangar de um pequeno aeroporto abandonado no Colorado, na companhia do seu cão Jasper e de Bangley (Josh Brolin), um ex-fuzileiro naval que se dedicou a técnicas sobrevivencialistas.
As rotinas de ambos são feitas de escassez, silêncio e vigilância constante para se protegerem de outros sobreviventes que se tentam impor pelo terror. Ainda em luto por todos os que perdeu, com dificuldade em lidar com o isolamento e com a falta de sentido da sua vida, Hig tenta encontrar a origem de uma misteriosa mensagem recebida através da rádio da sua pequena aeronave. E quando decide abandonar a relativa segurança daquele lugar, segue com o avião através da planície, mesmo ciente de que não tem combustível suficiente para o regresso. O resultado dessa decisão, apesar de assustadora e arriscada, vai transformar a sua existência.
Um filme pós-apocalíptico sobre esperança e solidão realizado por Ridley Scott ("Blade Runner", "Perdido em Marte", "Último Duelo", "Napoleão", "Gladiador" 1 e 2), que parte do romance homónimo de Peter Heller, adaptado ao grande ecrã por Mark L. Smith e Christopher Wilkinson. Para além de Elordi e Brolin, o elenco conta também com Margaret Qualley, Guy Pearce, Allison Janney e Benedict Wong. PÚBLICO
Críticas Ípsilon
Pós-apocalipse não: Na Companhia das Estrelas, de Ridley Scott
O Ridley Scott de Alien ou Blade Runner já não existe há muito tempo, não é surpresa. O seu 30.º filme tinha tudo para ser muito melhor do que realmente é.
Ler maisCríticas dos leitores
Ridley, the master
Joaquim Vieira dos Santos
Sir Ridley Scott aos 88 anos de idade já não é o mesmo realizador de “Alien” mas a qualidade está lá e vemos em “The Dog Stars” toda a sua maestria.
Os mais atentos podem ver os pormenores que nos fazem revisitar toda a sua filmografia, desde a fotografia de “Thelma & Louise”, à cenografia de “Gladiator”, ao suspense de “Alien” e à ação de “Black Hawk Down”.
Não podemos esperar a genialidade de “Blade Runner”, mas sim o estilo amadurecido mas inconfundível do mestre em rodar cenas de batalha. Imperdível.
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