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Na Companhia das Estrelas

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Drama, Ficção Científica 100 min 2026 M/12 27/08/2026 EUA, GB

Título Original

Nove anos passados desde que uma pandemia de gripe aniquilou praticamente toda a população mundial, Hig (Jacob Elordi), um antigo piloto civil, sobrevive no hangar de um pequeno aeroporto abandonado no Colorado, na companhia do seu cão Jasper e de Bangley (Josh Brolin), um ex-fuzileiro naval que se dedicou a técnicas sobrevivencialistas.

As rotinas de ambos são feitas de escassez, silêncio e vigilância constante para se protegerem de outros sobreviventes que se tentam impor pelo terror. Ainda em luto por todos os que perdeu, com dificuldade em lidar com o isolamento e com a falta de sentido da sua vida, Hig tenta encontrar a origem de uma misteriosa mensagem recebida através da rádio da sua pequena aeronave. E quando decide abandonar a relativa segurança daquele lugar, segue com o avião através da planície, mesmo ciente de que não tem combustível suficiente para o regresso. O resultado dessa decisão, apesar de assustadora e arriscada, vai transformar a sua existência.

Um filme pós-apocalíptico sobre esperança e solidão realizado por Ridley Scott ("Blade Runner", "Perdido em Marte", "Último Duelo", "Napoleão", "Gladiador" 1 e 2), que parte do romance homónimo de Peter Heller, adaptado ao grande ecrã por Mark L. Smith e Christopher Wilkinson. Para além de Elordi e Brolin, o elenco conta também com Margaret Qualley, Guy Pearce, Allison Janney e Benedict Wong. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

Pós-apocalipse não: Na Companhia das Estrelas, de Ridley Scott

Jorge Mourinha

O Ridley Scott de Alien ou Blade Runner já não existe há muito tempo, não é surpresa. O seu 30.º filme tinha tudo para ser muito melhor do que realmente é.

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Sessões

Críticas dos leitores

Ridley, the master

Joaquim Vieira dos Santos

Sir Ridley Scott aos 88 anos de idade já não é o mesmo realizador de “Alien” mas a qualidade está lá e vemos em “The Dog Stars” toda a sua maestria.

Os mais atentos podem ver os pormenores que nos fazem revisitar toda a sua filmografia, desde a fotografia de “Thelma & Louise”, à cenografia de “Gladiator”, ao suspense de “Alien” e à ação de “Black Hawk Down”.

Não podemos esperar a genialidade de “Blade Runner”, mas sim o estilo amadurecido mas inconfundível do mestre em rodar cenas de batalha. Imperdível.

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