Os Maias

Votos do leitores
média de votos
Drama 135 min 2014 M/12 11/09/2014

Título Original

Os Maias

Sinopse

<p>Portugal, séc. XIX. Afonso da Maia casa com Maria Eduarda Runa e deste casamento resulta Pedro, um rapaz nervoso e instável, superprotegido pela mãe. Ainda jovem, Pedro conhece Maria Monforte, por quem se apaixona e com quem casa, mesmo a contragosto da família. Da relação entre os dois nascem Carlos Eduardo e Maria Eduarda. Alguns anos depois, Maria Monforte apaixona-se por um italiano e foge com ele para Itália, levando a filha consigo. Incapaz de lidar com a traição, Pedro, destroçado, comete suicídio. Carlos, ainda pequeno, cresce e é entregue aos cuidados do avô, com quem cria laços profundos. Passam-se vários anos. Carlos forma-se em Medicina pela Universidade de Coimbra e vai viver com o avô para Lisboa, na velha mansão dos Maia. Até que conhece Maria Eduarda, uma mulher bela e cheia de mistérios que acabou de chegar à capital. A paixão é recíproca e eles vivem, durante meses, um amor cego, não imaginando o terrível pecado que estão a cometer.<br /> Com argumento e realização de João Botelho ("A Corte do Norte", "Filme do Desassossego"), esta é a primeira adaptação cinematográfica da obra homónima de Eça de Queirós, considerada uma das mais importantes da literatura portuguesa. O elenco é formado por 52 actores, entre os quais João Perry (Afonso de Maia), Graciano Dias (Carlos da Maia), a actriz brasileira Maria Flor (Maria Eduarda), Pedro Inês (João da Ega), Pedro Lacerda (Thomaz d’Alencar), Adriano Luz (Conde de Gouvarinho), Ana Moreira (Maria Eduarda Runa), Rui Morrison (Vilaça), Rita Blanco (D. Maria da Cunha) e Catarina Wallenstein (Maria Monforte). A voz narrada de Eça de Queirós é a do barítono Jorge Vaz de Carvalho. PÚBLICO</p>

Realizado por

João Botelho

Elenco

Maria Flor, José Manuel Mendes, André Gonçalves, Pedro Lacerda, Adriano Luz, Filipe Vargas, Marcello Urgeghe, Hugo Mestre Amaro, Graciano Dias, Rita Blanco, João Perry, Maria João Pinho, Pedro Inês

Críticas Ípsilon

Os Maias: efeitos culturais

Vasco Câmara

A reivindicação do realizador sobre a capacidade de o filme falar sobre hoje transformou-se em caução cultural, e amansa qualquer confronto mordaz dentro da sala.

Ler mais

Botelho atira-se a Eça para o "restituir"

Luís Miguel Oliveira

O filme de Botelho tem esta virtude: atira-se ao romance de Eça para, na medida do possível, o “restituir” sem o desfigurar e sem se impor a ele

Ler mais

Portugal dos pequeninos

Jorge Mourinha

Os Maias segundo João Botelho não é uma adaptação reverente do clássico de Eça, e é aí que reside a sua grande vitória e a sua fidelidade ao espírito do romance.

Ler mais

Críticas dos leitores

Frederico Daniel

É bom o filme, mas é gigante. <br />

Continuar a ler

M Fernanda Azevedo

Só hoje consegui ver este filme e dou os parabéns ao João Botelho. Achei muito interessante a utilização dos cenários que conseguem dar uma ideia muito próxima da época. De valorizar a escolha rigorosa dos mais pequenos pormenores. As citações bastante fieis ao que conhecemos da Obra de Eça. Amei!

Continuar a ler

Os Maias

<p>É um filme que recomendo, sobre tudo a quem leu o livro, pois as pessoas que o criticam, devem ser de certeza aqueles ou aquelas, que nunca leram o livro. </p><p>Parabéns e obrigado João Botelho!</p>

Continuar a ler

Rquel Rodrigues

Péssimo filme. Duração muito longa, confuso, partes sem sentido. Os cenários são uma boa ideia, mas não acrescentam nada de bom ao filme. Estava à espera de melhor.

Continuar a ler

Maria

P.AZ., Porto Muito bem. Quem "fala" assim, não é gago. Subescrevo na totalidade a sua análise. O pior de tudo é que este Sr.  Botelho, não sei porque mágica, e apesar das borradas que já tem feito, continua a cair em graça dos nossos (des)governantes... à nossa custa, claro. Mas engraçado não é, nem talento tem. Porque não vai ele buscar financiamentos a mecenas privados? É que desses, certamente, levava imediatamente com os pés.

Continuar a ler

Josefina,

Gostei de ver este filme, contudo achei que poderia ter sido bem melhor nas partes das paisagens, estava muito pobre, não foi aproveitado as belas paisagens do Douro assim como o quintal de Afonso, poderia ser um quintal verdadeiro e não cenários! <br />Podia ter sido mais rico,em termos de criatividade e recriação, esta obra merecia-o.

Continuar a ler

Marco Teixeira

Filme fraco. As telas evitaram com criatividade a recriação histórica cujos meios se compreende que não existam, evitando-se assim a tragédia que foi as linhas de Welligton. A escolha de alguns actores foi também incompreensível. O João Botelho é um realizador fraco que se tem em muito boa conta e mais uma vez este filme mostra-o em todo o seu esplendor.

Continuar a ler

Raúl Mesquita

<p>Gostei do filme. A ideia dos cenários foi boa, faz lembrar os romances do século XIX com ilustrações, o que nos remete para a época. No entanto, as lojas do Chiado podiam, talvez, ter tido o nome da altura. Se se quer ser cuidadoso… </p><p>Outro senão: o protagonista pronuncia mal algumas palavras, o que é inadmissível, dado o seu estrato social (ex. "boulavard" em vez de "boulevard"). Não pode ser, Sr. Botelho! E "Lavradeiras"!</p>

Continuar a ler

Cristina

Uma adaptação ao cinema que o próprio Eça não desdenharia. Música, cenários, fotografia e um par de boas interpretações (o Eça, perdão, o Ega parece saltar directamente do livro para a tela!) são razões mais do que suficientes para não falhar o filme.

Continuar a ler

Maria Vassalo

Agradável surpresa: a maneira como a história vai sendo contada, o entrosamento dos decores e cenários, a caracterização das personagens (excelente o João da Ega), a escolha das músicas... Vi-o na versão integral.

Continuar a ler

Envie-nos a sua crítica

Preencha todos os dados

Submissão feita com sucesso!