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A Mulher que Acreditava Ser Presidente Dos EUA

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Comédia 90 min 2003 M/12 21/03/2003 POR

Título Original

A Mulher que Acreditava Ser Presidente Dos EUA

Sinopse

Esta é a história de uma mulher que vive em Lisboa, no cotovelo da Rua Washington, e que acredita que é a Presidente dos Estados Unidos da América. A casa é pequena quando vista do exterior - talvez até muitíssimo pequena - mas, à medida da crença da sua inquilina, ela é enorme no seu interior, onde tem todas as condições para ser a Casa Branca. Que é como a mulher lhe chama, tal como fala na Sala Oval quando pensa na sala perfeitamente rectangular onde toma todas as suas importantes decisões. Nas vésperas do seu 37º aniversário, e decidida a proporcionar a todas as mulheres do mundo um dia extraordinário e que lhe garanta a reeleição, ela atarefa-se na preparação de uma festa de arromba, entre sessões de beleza, entrevistas aos mais importantes órgãos de comunicação social, decisões de impacto planetário e discussões com a velha mãe, ao mesmo tempo que se multiplica em ordens à inúmera legião de criadas e ao numeroso séquito de mulheres que constituem o núcleo duro de amigas politicamente fiéis. Para finalmente acabar nas inconfessáveis confissões à sua Secretária de Estado... <br /> Um filme de João Botelho ("Tráfico", "Quem és Tu?") composto por um elenco exclusivamente feminino, com Alexandra Lencastre, Rita Blanco, Laura Soveral, Helena Vieira, Suzana Borges, Paula Guedes, São José Correia, Lia Gama, Lídia Franco, Márcia Breia, Maria Emília Correia, Maria João Luís, Rosa Lobato Faria, Sofia Leite, Patrícia Guerreiro, Conchinha Sacchetti, Io Appoloni e Mrs. Meng, além de dezenas de figurantes.<p> </p>PUBLICO.PT

Críticas Ípsilon

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Vasco Câmara

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Filme frágil e exposto

Mário Jorge Torres

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A aliança Luso-americana

Luís Miguel Oliveira

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Demasiado palavroso e sem ritmo

Kathleen Gomes

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Críticas dos leitores

O cinema Português e o povo...

Cristina Marinho

Eu até comentava se o filme podesse ser visto noutras cidades além de Lisboa. E depois queixam-se que o cinema Português não tem adeptos...
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Uma ... sensação desconfortável

António Moreira

No início do filme, tudo parece que vai fluir com muita graça e muito ritmo. Nada mais aparente! A meio, já não percebemos se somos nós os ridiculos (pois não percebemos muito bem o que se passa), se ridiculo é o realizador, ou se são as próprias actrizes no limite do ridiculo. Três vezes ridiculo pois é o adjectivo que melhor se adequa a este filme...deveras pretencioso e ridiculo. No fim do filme percebemos exactamente onde estava o ridiculo de tudo isto. Estavamos a ser gozados indecentemente, por uma sucessão de gags ridiculos, sem piada, com actrizes a interpretarem-se ridiculamente... enfim, um filme igual a tantos outros. Mas não seria o objectivo mesmo esse: gozar com o público de uma forma tão...ridícula?<BR/>
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Malucos do riso

António Libes

É realmente uma desilusão este filme. É triste ver-se actores de renome, num registo "à la" Malucos do Riso, a tentar-nos fazer rir mas com pouco sucesso. Custa às vezes ver. Pressente-se boas ideias no filme, mas muito mal executadas. A aparente descontração das "bocas" e piadas sobre os americanos, contrastam com excesso de pretensiosismo da realização (movimento de câmara, encenação etc), que acaba por lhe tirar a graça. Não é um filme nulo, mas deixa muito a desejar.
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Trampa enlatada

R@llly

Mais uma das obras "geniais" do cinema português pagas a peso de ouro pelos contribuintes. Que fazer? Põe-se a câmara a filmar e ela lá vai filmando umas coisas, que, depois de todas coladas, lá se dá o nome de filme.... É isto o cinema português de que, neste filme, temos mais um exemplo. Para já não falar no anti-americanismo primário, eu diria mesmo primata, e todo o relativismo... Enfim... mais um exemplo de trampa enlatada produzida pelos adiantados mentais do cinema indígena.
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Votações

veggie

Gostava de saber como é que as pessoas podem fazer uma votação a um filme sem sequer o terem visto. Os trailers muitas vezes enganam, ou ainda não descobriram isso?
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