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Antes do Anoitecer

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Romance, Drama 80 min 2004 M/12 14/10/2004 EUA

Título Original

Houve amor à primeira vista quando Jesse (Ethan Hawke) e Celine (Julie Delpy) se conheceram, entre viagens de Inter Rail, em "Antes do Amanhecer". Em Viena, os dois passaram 14 horas juntos. No fim, prometeram reencontrar-se seis meses depois. Passaram nove anos desde esse dia. Jesse vive agora em Nova Iorque e vai a Paris promover um livro. Na última apresentação, vê Celine ao fundo da livraria. Ela vive em Paris, ele tem um voo para Nova Iorque dentro de uma hora e meia. Nesse pequeno lapso de tempo, os dois passeiam-se por Paris e redescobrem a sua paixão pelo inesperado e um pelo outro. "Antes do Anoitecer" é a continuação de "Antes do Amanhecer", filme de amor de Richard Linklater que conquistou o Urso de Ouro no Festival de Berlim, em 1995. PÚBLICO

 

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Críticas dos leitores

antes do anoitecer

Terezinha Moreira Araujo Guarato

Filme poético.... <br />São somente cinco estrelas...daria 10
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antes do anoitecer

Terezinha Moreira Araujo Guarato

Filme poético.... <br />São somente cinco estrelas, mas eu daria 10.
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Um diamante

LR

Absolutamente deslumbrante e encantador. O melhor filme produzido na América.
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(In)disponível para amar

Gonçalo Sá - http://gonn1000.blogspot.com

"Antes do Amanhecer" ("Before Sunrise"), relativamente discreto na altura da estreia em 1995, conseguiu, no entanto, aglomerar uma considerável legião de fãs que o foi (re)descobrindo ao longo dos anos. Autêntico fenómeno de culto, a mais acarinhada obra de Richard Linklater forneceu um retrato das dúvidas, esperanças, sonhos e inquietações da chamada geração X, expostas através da singular relação de Jesse (Ethan Hawke) e Céline (Julie Delpy), que se conhecem em Viena e passam um dia juntos. A dupla combina encontrar-se meses mais tarde, não colocando de parte a hipótese de dar continuidade à curiosa história de amor da qual foi protagonista, ainda que por pouco tempo.<BR/><BR/>O reencontro dá-se agora, nove anos depois, quando o duo já não se encontra a viver os últimos dias da adolescência mas a contrastar as ilusões, projectos e expectativas de então com a insípida realidade quotidiana da idade adulta. "Antes do Anoitecer" ("Before Sunrise") é, então, a apresentação do reencontro do par, desta vez em Paris. Jesse é agora um escritor que promove a sua nova obra na capital francesa e Céline aproveita a ocasião para o rever. O filme é ainda mais minimalista do que o seu antecessor, centrando-se apenas nos diálogos dos protagonistas e seguindo o seu percurso de hora e meia em tempo real, desde os tons formais e algo desconfortáveis do reencontro até ao mergulho no espectro emocional dos dois ex-amantes.<BR/><BR/>"Antes do Anoitecer", não tão reluzente e esperançoso como a obra que o antecedeu, abre espaço para o cinismo e a desilusão, expondo as metas que ficaram por atingir e as previsões que não chegaram a concretizar-se. Quando o par se conheceu, as atmosferas eram marcadas pela ilusão e entusiasmo, mas o novo contacto ocorre num contexto de alguma frustração e amargura (o preço da maturidade?). Apesar de melancólico e nostálgico, "Antes do Anoitecer" continua a ser um filme de Richard Linklater e, por isso, o idealismo ainda consegue superar os ambientes de cinismo desencantado. Há espaço para o amor, portanto, mesmo se as cedências e obrigações da vida adulta parecem indicar o contrário.<BR/><BR/>Credível e realista, o filme flui naturalmente, oferecendo um intrigante olhar sobre as relações humanas através de excelentes diálogos e das muito convincentes interpretações de Hawke e Delpy. Projecto feito "por amor à camisola", "Antes do Anoitecer" evidencia a entrega e dedicação da equipa que o gerou, tornando-se num dos mais simples e belos dramas de 2004.<BR/><BR/>A película assinala também o regresso do melhor Linklater, apostando na espontaneidade e sobriedade em detrimento da formatação de registos indistintos (o mediático e pouco surpreendente "Escola de Rock" chegou a colocar algumas dúvidas quanto à criatividade do cineasta). Manifesta-se, então, o regresso aos momentos inspirados da obra do realizador, como "Slacker" (um retrato "indie" da juventude, que lhe deu reconhecimento no início dos anos 90) ou "SubUrbia" (outra perspectiva sobre a "teen angst", apostando num modelo narrativo original: focar as experiências de um grupo de jovens durante uma noite).<BR/><BR/>Esta atípica sequela/continuação possui, então, aspectos suficientemente singulares para se destacar como uma das pérolas do cinema independente norte-americano de 2004, congregando doses certas de leveza e de elementos despoletadores de reflexão. Classificação: 3,5/5 - Bom.
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Antes do fim da vida

Ana Fernandes

Nem aprecio muito os filmes chamados românticos. Fui ver, bem... nem sei porquê. E vi que antes do amanhecer e do anoitecer existem nas vidas de muitos de nós. E ficam... ficam... ficam... Tal como fica a ausência de resposta à pergunta "e se..." E se?
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Leve, leve...

Gisela Marques

Acabei de sair de uma sala de cinema. E saí leve, muito leve. Andando nas nuvens. Acreditando que tudo é possível, que o amor existe, que as pessoas não mudam, que podemos ter momentos na vida que não esqueceremos jamais. A vida coloca-nos perante escolhas e caminhos e todas as nossas escolhas têm significado e consequências. É desesperante pensar em nove anos perdidos. Mas é maravilhoso ver como duas pessoas podem sentir tanto. Adorei! Recomendo vivamente. E não interessa o que acontece depois, os cínicos que nos deixem acreditar que, no final, ele perdeu o avião e ela perdeu o medo.
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A minha vida depois deste filme

Fernando

Começo por contar que foi por arrasto que fui ver este filme. A história do filme é tão simples e genial que no final da sessão eu fiquei... Agora vivo algures na fila J entre as cadeiras 14 e 15. Já agora, se não se importarem, quando vierem ver este filme tragam-me fruta ou uns pasteizitos de bacalhau, para matar a fomeca e um cobertor para ajudar a passar as noites frias. Já estive no clube dos "Antes do Anoitecer/Amanhecer Anónimos" mas não deu em nada...
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Um poema!

Susana Cabamas dos Santos Marcão Rodrigues Galvão

Um poema... foi assim que aos 20 anos descrevi "Before Sunrise - Antes do Amanhecer". Afinal a vida e o amor também podem ser de "carne e osso", sem aquela aura cor-de rosa e fantasista que certos filmes nos tentam mostrar. Apaixonei-me pelos passeios de Viena, os jardins, as palavras que fluiam doces como um batido -"milkshake". Como a cidade parecia iluminada sempre que aqueles dois seres passavam... Reencontrei o meu coração de "adolescente prestes a entar na década dos vinte" no coração daquelas duas personagens, e os meus sonhos e ideais. Durante muitos dias interroguei-me se afinal sempre se teriam reencontrado ou não, naquela plataforma em Viena. Agora, quase com 29 anos, vi respondidas as minhas questões!<br/><br/>E a magia, a sensação de conforto para a alma e coração que aquelas duas personagens me transmitem regressou ao ecrã. E desta vez com a minha cidade, Paris, como pano de fundo. O poema continua, amadurecido, mais adulto, talvez um pouco mais sofrido pelas curvas da vida, mas com aquele encanto de quem acredita que o amar e sonhar podem ser possíveis. Foi com o coração cheio que sai da sala onde vi "Before Sunset - Antes do Anoitecer". E sabem que mais? Acredito que ele perdeu o avião...
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Dois destinos = um destino

Vera Pinho Morgado

Dois destinos. Uma viagem sem destino. Dois destinos. Uma conversa. Um destino? Não, dois destinos e separados. Um livro. Uma história. Um encontro. Uma conversa. UM destino. Real. Cúmplice. Ccom detalhes incontáveis. Obrigatório.
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Para quem ama o Amor... e tem 30 anos

Nuno Ricardo M.

Este é o século XXI, eu tenho 30 anos e acho que este filme toca muito mais as pessoas da minha geração do que aos mais novos e aos mais velhos. Está lá tudo o que é relacionado com a forma de sentir o Amor para quem tem 30 anos. Agora consigo imaginar melhor o porquê de um filme como "Casablanca" marcar tanto uma geração. Adorei o filme e já estou à espera que eles tenham 40 anos para ver a terceira parte.
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