La Grazia
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Sinopse
Mariano De Santis (Toni Servillo), Presidente da República de Itália, encontra-se na recta final do seu mandato. Viúvo, solitário e receoso de colocar em risco a credibilidade tão arduamente conquistada ao longo dos anos, hesita perante a promulgação de uma lei sobre a eutanásia e a concessão de dois indultos presidenciais. Enquanto se confronta com estas questões de forte peso moral e político, tem ainda de lidar com importantes assuntos do seu passado e com a filha Dorotea, também jurista, que o pressiona a tomar decisões.
Filme de abertura do 82.º Festival de Veneza, este drama sobre luto e arrependimento tem a assinatura de Paolo Sorrentino — autor de “Il Divo - A Vida Espectacular de Giulio Andreotti” (2008), “Este é o Meu Lugar” (2011), “A Grande Beleza” (2013), Óscar de melhor filme internacional, “A Juventude” (2015), “A Mão de Deus” (2021) ou “Parthenope” (2024) — e, para além de Servillo, conta com as interpretações de Anna Ferzetti, Massimo Venturiello, Milvia Marigliano, Orlando Cinque, Giuseppe Gaiani, Giovanna Guida, Alessia Giuliani, Roberto Zibetti e Linda Messerklinger. PÚBLICO
Críticas Ípsilon
La Grazia, de Paolo Sorrentino: os benefícios da dúvida
O novo filme de Paolo Sorrentino é um one man show para Toni Servillo que não consegue fazer justiça às fascinantes questões que levanta.
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