Mad Max: Estrada da Fúria

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Acção, Thriller 120 min 2015 M/12 14/05/2015 Austrália, EUA

Título Original

Mad Max: Fury Road

Sinopse

<div>Mad Max é um polícia renegado num mundo que se rege pela lei do mais forte. Num futuro pós-apocalíptico, perseguido por um passado tumultuoso, Max acredita que o único modo de sobreviver é não depender de ninguém para além de si próprio. Ainda assim, acaba por se juntar a um grupo de rebeldes liderados por Furiosa, uma mulher corajosa que anseia poder mudar o estado das coisas. Este bando, em fuga de uma cidadela tiranizada pelo implacável Immortan Joe, libertou um grupo de mulheres escravizadas. Sedento de vingança e determinado a recuperar cada uma das prisioneiras, o vilão dá início à mais implacável perseguição de sempre…</div><div>Com realização, produção e argumento de George Miller – o criador da lendária personagem que encheu salas de cinema de todo o mundo na década de 1980 e que deu a Mel Gibson o reconhecimento internacional –, um "thriller" de acção carregado de adrenalina que retoma as aventuras do guerreiro da estrada que conhecemos em "Mad Max - As Motos da Morte" (1979) e seguimos em "Mad Max 2: O Guerreiro da Estrada" (1981) e "Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão" (1985). PÚBLICO</div><div><br /></div>

Críticas Ípsilon

Pobreza e estardalhaço

Luís Miguel Oliveira

O mundo estava mesmo a precisar de um update de Mad Max?

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Feios, porcos e maus

Jorge Mourinha

O regresso da personagem pós-apocalíptica criada por George Miller.

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Críticas dos leitores

Mad Max: Estrada da Fúria | 4*

Frederico Daniel

<br />O filme tem efeitos visuais bastante bons e competentes, mas peca por ser grande demais. <br /> <br />
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recomendação

Pia

É ótimo do início ao fim. A história por trás de "Mad Max: Estrada da Fúria" (compartilhar o site oficial do lançamento: www.hbomax.tv/sinopsis.aspx?prog=TTL603296) é interessante. Merece destaque a trilha sonora de Tom Holkenborg, mais conhecido como Junkie XL. O DJ holandês criou uma trilha original e impactante. Do ponto de vista musical, deve-se elogiar a opção de Miller de criar uma espécie de "carro de som", em que vemos uma guitarra e tambores em cena. É meio brega, mas condizente com o universo Mad Max. Bizarro, mas cool.
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Vale a pena

Paulo Fortunato

A Furiosa faz o filme, nem se devia chamar "Mad Max", era "Mad Furiosa" ou parecido.
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Não convincente...

Luis

As intenções podem lá estar...mas não me convenceram, a nível geral.
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Furiosa!...

Pedro Brás Marques

Estamos de volta ao ambiente árido e poeirento que caracteriza o universo da série, onde viaturas motorizadas, sujas e enferrujadas, asseguram o poder. Nesta distopia apocalíptica, o líder absoluto Immortan Joe assegura a sua descendência através de fêmeas escravizadas, alimenta-se intravenosamente do sangue dos dispensáveis e mantém-se no poder administrando judiciosamente as reservas de água, sempre proclamando a sua imortalidade. É desta vivência asfixiante que Furiosa tenta fugir, levando consigo as noivas do harém. Max começa como prisioneiro mas acaba por se juntar à revolta feminina na luta pela libertação… <br /> <br />O filme é, essencialmente, uma viagem na montanha russa já que pode ser resumido como uma perseguição automóvel de duas horas… Podia ser monótona, mas George Miller teve o condão de optar por nem sequer nos deixar respirar ou pestanejar. Tudo se passa a um ritmo alucinante, louco, com lutas coreografadas para que o espectador fique boquiaberto de admiração – se é pela ousadia da cena ou pela maluqueira da mesma, cada um decidirá. Como gostam de dizer os americanos: “just relax and enjoy the ride!”… <br /> <br />Não se pense, por um minuto, que estamos ao nível dos “blockbusters” tarefeiros de Michael Bay ou Joss Whedon. Nada disso, até por que Miller não joga no campo dos irritantes CGIs, os omnipresentes gráficos digitais. Tudo aqui é analógico e, o que não é, parece. As personagens principais têm profundidade, percebe-se o que são e o que querem. E até as secundárias são trabalhadas para acrescentar algo e não apenas para preencher espaços: alguém se vai esquecer do guitarrista de hard-rock, em cima do camião, oferecendo a banda sonora para a legião de “soldados” motorizados, procurando o mesmo efeito obtido pela wagneriana “Cavalgada das Valqírias” no "Apocalipse Now"? <br /> <br />Charlize Theron está fabulosa, mesmo sem um braço. Na sua composição de Furiosa há ecos de grandiloquência operática e ela mete no bolso todos que com ela contracenam. Tem-se notado um crescente protagonismo de personagens femininas na ficção cinematográfica e televisiva mas com esta Furiosa atinge-se o topo, deixando Tom Hardy, um excelente actor, andar por ali quase perdido. Mas o mérito, claro, vai todo para George Miller que, depois dos três episódios de “Mad Max”, tinha andado a investir em comédias infantis, mas que, aqui, volta à sua plena forma. Para quem não se recorda, ele fazia parte dum grupo de realizadores cheios de energia e criatividade, fascinados pelo cinema fantástico e onde se incluíam, também, Steven Spielberg, Joe Dante e John Landis (James Cameron viria logo a seguir…). Não por acaso, foram os quatro a ressuscitar a fabulosa série “Twilight Zone” para o cinema, em 1983. E não esqueçamos, igualmente, que o "Immortan Joe" mais parece um parente do “Predador”, do filme assinado pelo grande realizador de filmes de acção, John McTiernan. <br /> <br />E já que falámos em “ressurgimento”, fica comprovado que o cinema atravessa uma crise de imaginação – a “fuga” criativa para a TV continua a fazer mossa… - e é isso que explica este revivalismo dalgumas temáticas do passado, como a do “cinema fantástico”, tão em voga nos anos 70/80. Basta ver que se anunciam para este ano novos “Star Wars”, “Poltergeist”, “Exterminador Implacável” e “Mad Max” já cá está... Não há mal nisso, mas era bom que não se limitassem a uma mera actualização e optassem pela reconversão da história. Como bem o fez, aqui, George Miller.
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critica mad max

Miguel Bonifacio

Filme com argumento fraco e com o personagem principal a ser passado para segundo plano em relação à personagem Furiosa. Não me pareceu uma boa homenagem aos originais "Mad Max"!
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Fantástico.

Marco Teixeira

Uma distopia com laivos de feminismo, onde a violência jorra do ecrã em catadupa circense. Todos loucos, personagens bem esgalhadas como o tipo da guitarra eléctrica, qual cavaleiro do apocalipse pós-pós moderno. Sublime.
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Mad Max: Estrada da Fúria

Mike

Um filme surpreendente, no sentido em que é um inesperado espectacular filme de acção da era moderna e um magnífico reinventar do universo de Mad Max. Notas máximas pela acção e pelo ambiente. Menos boas pela profundidade das personagens e pelo Max de Tom Hardy: eusoucinemapt.blogspot.pt/…/05/mad-max-fury-road.html
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5 estrelas

JOSÉ MIGUEL COSTA

Muitos poderão alegar que "Mad Max" tem um argumento da tanga (o que até nem foge muito à realidade, uma vez que, de uma forma simplista, a história se resume a "num futuro pós-apocaliptico os maus -detentores da água- perseguem os bons sem lhes dar tréguas, mas lá para o fim tudo se há-de resolver pelo melhor"), no entanto, até se lhe desculpa esse (grande) pormenor porque é (provavelmente) UM DOS MELHORES FILMES DE ACÇÃO DE SEMPRE. E todos os adjectivos são poucos para caracterizar este blockbuster (de culto), assim de repente vêm-me à cabeça: mítico, extraordinário, aparatoso, incomparável, imparável, vertiginoso, furioso, sanguinário, cruel, demente, bizarro, insano, esgotante, stressante ... (esperem aí que vou ali ao google pesquisar mais uns para acrescentar à lista). <br /> <br />Depois disto, todos os filmes do género vão parecer "choninhas" ou, se quiserem surpreender-nos, vão ter que "suar as estopinhas" ... Ahhh e o Mel Gibson não faz faltinha nenhuma!
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Bom filme!

Paulo Lisboa

Fui ver o filme porque sou apreciador de filmes do género e porque já tinha visto a saga de anteriores filmes do Mad Max de Mel Gibson. <br /> <br />Gostei do filme. Embora o início do filme seja algo atabalhoado e até um pouco confuso, acaba por entrar nos carris, devido a um argumento credível e fluído, a boas cenas de acção, a bons efeitos especiais e a boas prestações dos actores. <br /> <br />Estamos perante um bom filme de acção, mas que talvez só recomende a apreciadores do género <br /> <br />Numa escala de 0 a 20 valores, dou 15 valores a este filme.
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