Harry Potter e a Ordem da Fénix

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Aventura 138 min 2007 M/12 12/07/2007

Título Original

Harry Potter and the Order of the Phoenix

Sinopse

Harry (Daniel Radcliffe) regressa a Hogwarts para o seu quinto ano de estudos e descobre que a maioria da comunidade de feiticeiros não acredita no seu encontro com Lorde Voldemort, colocando dessa forma a integridade e o bom-nome de Harry em causa. Como se isso não fosse suficientemente mau, o ministro da Magia nomeia a sádica Dolores Umbridge para professora de Defesa contra a Magia Negra para que mantenha Dumbledore debaixo de olho. Mas a professora não parece interessada em ensinar os jovens alunos a lutarem contra as forças do Mal. Harry, desafiado por Ron (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson), reúne então um grupo de alunos que se encontram secretamente e se auto-intitulam o "Exército de Dumbledore". Harry ensina-os a defenderem-se para estarem prontos para os grandes desafios contra as forças do Mal que se avizinham. PÚBLICO

Realizado por

David Yates

Elenco

Rupert Grint, Emma Watson, Daniel Radcliffe

Críticas Ípsilon

A linhagem do livro condensado

Jorge Mourinha

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Mário Jorge Torres

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Harry Potter

Luís Miguel Oliveira

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Críticas dos leitores

Susana Teixeira

Para quem leu conmpulsivamente os livros do Harry Potter, esta é a continuação muito aguardada na grande tela!<BR/>Para os fãs é sempre bom reviver e ver na grande tela o que leram e imaginaram quando "devoravam" os livros.<BR/><BR/>A título informativo (e para os espectadores assíduos das aventuras destes feiticeiros), o próximo filme do Harry Potter está já a ser filmado e a estreia prevista para Novembro de 2008. O último filme estará em exibição só em 2010...<BR/><BR/>Quanto ao futuro artístico dos actores... já tive oportunidade de ver alguns deles (Daniel Radcliffe e Rupert Grint) noutros trabalhos (cinema, televisão e teatro) e penso que têm futuro... só o tempo dirá se se conseguirão descolar das personagens desta saga fantástica!!! É o risco que se corre quando se interpretam pesonagens com este peso e com este mediatismo...<BR/><BR/>Qual a explicação para este fenómeno do Harry Potter? É mais complicado responder a esta questão... mas o certo é que não se consegue estabelecer um padrão. Penso que esta obra é a prova de que as coisas mais simples por vezes são as mais bem sucedidas!<BR/><BR/>

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Outro Anomino

Caro amigo anonimo. Criticas sao criticas, para o bem, e para o mal. Se nao lhe interessa a opiniao de quem ja viu mais filmes que si, talvez ate filmes melhores que o do harry potter, entao porque e que se da ao trabalho de escrever uma critica a criticar as criticas dos criticos? E peço desculpa pela redundancia. Gostou do filme? Optimo! Mas ha quem tenha gostos mais requintados nao e verdade? Eu nao devia estar a escrever isto pois nao?

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minoninha

Porque é que esta gente só faz criticas negativas a todos os filmes??<BR/><BR/>Quer dizer, deviam arranjar pessoas que gostem, por exemplo, de comédias, de forma a que não ponham um incompetente a criticar uma comédia quando ele tem a mania que o que ele gosta é que é bom e não percebe que há pessoas que gostam de umas coisas e outras que gostam de outras. Portanto, o papel de um critico é conhecer e aceitar tudo, comparando uma comédia com outra comédia, e não com os seus filmes XPTO HYDBVWOAJ..<BR/><BR/>Até eu era melhor critica que vocês, com a mania que são ecléticos quando na verdade são verdadeiramente limitados.<BR/><BR/>Este filme está muito bom, muito bom mesmo. É verdade que continuam com problemas em criar cenas em que entram seres humanoformes com tamanhos muito superiores aos nossos... Mas quer dizer, com todo o alarido que houve (e há) com o Senhor dos Anillos, como é que podem negar a qualidade deste filme?

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Gonçao Bargado

Olhamos para este filme como sendo algo de simples e sintetizado em relação ao livro, onde o fantástico se torna meramente comercial, mas não percebemos realmente a sua essência que é agradar, não aos críticos que provavelmente não vêm o filme com a paixão de um fã do Harry Potter e sim com a singela paixão de criticar algo que agrada ás massas juvenis, mas ao verdadeiramante fã de uma aventura bem orquestrada cujo estilo cinematográfico supera o habitual e clássico fantástico.<BR/>Espero que quem aprecia aquilo que é uma das maiores e mais bem sucedidas sagas juvenis dos últimos dois séculos não perca mais um filme que ajuda á comparação livro/filme. Na minha opinião não podemos encarar somente este fime pois o Harry Potter é tudo o que está para trás e sendo isto uma saga é nossa função avaliar o conjunto de elementos que a compõem que é, subjectivamente falando como é obvio, muito boa senão mesmo genial.

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carolina monteiro

se a magia do filme harry potter ja existia ha muito tempo, porque razao a cada episodio aparece ainda mais magia???

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Rodrigo

Bastante fraco... A primeira parte é uma seca e passamos o filme a pensar nas atitudes idiotas das personages. Bolas, eu gostei do deslumbramento dos primeiros filmes, mas agora a dimensão das personagens é absolutamente patética. Até a inclusão do pequeno gigante é metida a ferros e sem razão aparente. Já para não falar no insipido beijo do Potter e do completo desaparecimento da miúda chinesa a meio do filme. Ou seja, um corropio de personagens metidas à pressão, sem aparente necessidade e pior, acabam por não acrestar nada às principais...<BR/>Muito fraco e com péssima edição. Há cada corte que até arrepia, então a montagem no final quando o Potter está a fazer as malas... ui,ui<BR/>No final, 2 minutos de mauzão que acaba por se safar em grande e o puto passou o filme todo em constante sofrimento interno - sem se saber muito bem porquê, afinal bastava uns gritos de revolta - e rodeado de amigos que mais pareciam marionetes ao sabor da maré...<BR/>Fraco!

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http://omurodaslamentacoes.blogs.sapo.pt

Às tantas, dei por mim a questionar-me se alguma vez Daniel Radcliffe e os seus parceiros enveredarão por uma carreira no cinema após o fim da saga Harry Potter, ou se a aventura terminará aí. E, caso o façam, interrogo-me se serão capazes, sobretudo Daniel, de descolar dos personagens a que têm vindo a dar vida nestes filmes.<BR/><BR/>Quanto ao filme em si, lembro de, ao ler o livro, ter reflectido sobre a dificuldade que seria de transformar a narrativa introspectiva, com parágrafos e parágrafos acerca dos conflitos internos vividos por Harry, em filme. Verifiquei que estas reflexões fizeram todo o sentido, pois o filme acabou por omitir grande parte da história e adulterar alguns pontos, a ponto de me deixar em dúvida sobre se pessoas que não tenham lido o livro compreenderão o argumento do filme.<BR/><BR/>Na minha opinião, a saga cinematográfica tem vindo a perder qualidade de episódio para episódio. Veremos como será o próximo.

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VCosta

... pelo menos em termos de história. <BR/>Corta tanto na narrativa que quem não tenha lido o livro, fica com a sensação que "falta qualquer coisa". Eu diria que falta metade do livro... <BR/><BR/>Em termos de efeitos está igual aos anteriores mas em termos de narrativa, mais uma hora de filme não lhe ficava nada mal.<BR/><BR/>

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Carlos Luís Ramalhão

O filme prometia, após um antecessor bem-sucedido, ao qual não era alheia, para mim, a presença de Jarvis Cocker, tenho que admitir. Previa-se, pelos cartazes, uma tendência para escurecer, com elementos mais adultos, tal e qual como as personagens. Os actores estão bem, se bem que Radcliffe uns furos acima dos amigos. A personagem de Imelda Staunton é irritante, não foi bem conseguida, a sua infantilidade contrasta com o crescimento esperado. Desiludi-me. Tive dificuldades em manter-me acordado. O regresso recente ao trabalho e o facto de ter ido à última sessão servem de desculpa, mas não justificam o tédio e a ausência de conteúdo. O pior da série até agora.

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Aries

A início estava um pouco receoso. Como é que puderam condensar o maior livro de toda a série no menor filme de toda a série até agora?<BR/> Depois começou o filme. A apreensão acentuou: O início do filme estava terrível. Desde um trio de Dursleys estereotipados (e bastante), a uma entrada apática de Mrs. Figg (ao contrário da explosiva Mrs. Figg do livro) e a um nada assustador e bastante previsível ataque de Dementors. Receei, por momentos, que o quinto livro estivesse a seguir o caminho da patética adaptação de Cuarón.<BR/> Depois de uma fuga de vassoura para ganhar tempo ao filme, para meu desespero, deparámos com uma Hermione e um Ron que pareciam ter-se esquecido do que faziam ali, apáticos como Mrs. Figg. Felizmente, havia um leque de actores, uns brilhantes (Gary Oldman, David Thewlis) outros ainda desconhecidos (Natalia Tena), a tentar salvar o ambiente de Grimmuald Place a fazerem um uso bastante razoável dos seus quase-cameos.<BR/> Finalmente veio a cena do Ministério onde finalmente temos uma lufada de ar fresco. Por fim vemos o elenco a arregaçar as mangas e a atirar-se ao seu papel com unhas e dentes. Uma nota de melancolia ao vermos o irascível Dumbledore de Michael Gambon a entrar em cena e o comparamos ao calmo, amigável e muito superior Dumbledore de Richard Harris.<BR/> Mas, como que, caindo do céu, uma tossezinha irritante introduziu o primeiro elemento do Quinteto que salvou o filme: Imelda Staunton.<BR/> Imelda Staunton, a brilhante actriz inglesa, famosa pelo seu papel em Vera Drake, arrasou. Ela caiu que nem ginjas no que poderia vir a ser um desastre cinematográfico. Descrevê-la como "um Hitler de cor-de-rosa" não é suficiente. Staunton consegue fazer-nos odiar Umbridge. Acompanhada pela única música que se destaca neste filme (para além do re-trabalhado "Hedwig's Theme" de John Williams), uma marcha cómica (acompanhada com uns indispensáveis sininhos) mas ao mesmo tempo sinistra, Staunton consegue captar a essência da sua personagem. Ela consegue SER a Umbridge durante todo o filme. Consegue ser chata e incrivelmente pires, cómica em certas situações, terrivelmente assustadora noutras, mázinha e cruel q.b., Imelda Staunton faz de tudo neste filme e é um verdadeiro prazer vê-la como Umbridge.<BR/> Finalmente o filme chega a algum lado. A Evanna Lynch consegue desempenhar o papel da aérea Luna Lovegood consideravelmente bem enquanto Daniel Radcliffe melhorou na representação. Infelizmente, durante o filme, Rupert Grint e Emma Watson, de certa forma, regrediram, sobretudo Grint, cujo Ron flanava pela tela sem um propósito concreto, esquecendo a personagem enquanto ele não falava (e até quando falava). Katie Leung não impressiona, apesar de ter algum mérito quando a Cho é tramada por Umbridge.<BR/> É pela altura em que Umbridge circula por entre os professores que são introduzidas no filme outras duas pessoas que tiveram oportunidade de mostrar o que valem. O segundo e o terceiro elementos do Quinteto são: Alan Rickman e Emma Thompson.<BR/> Alan Rickman que já tinha feito um óptimo papel de Snape nos outros filmes, desta vez excedeu-se. Desta vez, com o pouco tempo de antena que ele tinha no filme (20 minutos, no máximo), ele fez imenso. Nota-se o trabalho árduo dele na sua personagem. Enquanto ele a esculpiu no primeiro e segundo filmes e trabalhou nos detalhes no terceiro e quarto filmes, finalmente ele varreu o pó da personagem e apresentou a sua mestria. De facto, Alan Rickman provou que é um dos melhores actores ingleses representando provavelmente o mais complexo e controverso personagem de todas as sete histórias.<BR/> Emma Thompson, já duas vezes galardoada com o Óscar, desta vez é uma excêntrica professora de Artes Divinatórias, e, mais uma vez, faz um grande pequeno papel. Em apenas uma cena com traços cómicos (e uma desesperada tentativa de Trelawney manter o trabalho) e uma pungente segunda e brilhante cena em que Umbridge se revela e Trelawney cai por terra (provavelmente a melhor cena do filme em termos de representação), consegue justificar os seus dois Óscares.<BR/> Enquanto o filme continua e melhora, apesar dos horripilantes cortes para condensar 750 páginas de texto em duas horas e vinte (muitos fãs franziram o sobrolho à omissão do Hospital de São Mungo) e literalmente despacha a cena do beijo, a história ganha tensão quando Cho, inconscientemente, os trai e a D.A. é descoberta. Inicia-se um reinado de terror (em muito semelhante com o período salazarista em Portugal, que deve ter inspirado Rowling em certas ocasiões. Até o nome de Slytherin é Salazar) quando Umbridge toma conta do colégio e o que dantes era ridículo, torna-se assustador. E depois de mais uns cortes, (a cena no Departamento dos Mistérios ficou um pouco surreal para o meu gosto e com cortes estranhos) aparecem as duas últimas pessoas que salvam o filme.<BR/> Se Imelda Staunton foi a jóia da coroa do filme, Helena Bonham Carter é o diamante do ceptro. Ela está assustadora no seu papel de louca e a sua aparição sabe a pouco no filme. Ela quase rouba o espectáculo nas cenas em que aparece. Bellatrix é uma personagem horrorosa da cabeça aos pés e Helena Bonham Carter consegue encarná-la sublimemente. Sem palavras.<BR/> Finalmente, o grande mau do filme, Ralph Fiennes também consegue exceder as expectativas e nos seus cinco minutos de filme consegue ultrapassar o muito que já tinha feito no clímax do quarto filme.<BR/> Infelizmente, o filme perde no final a magia do meio da história. Não se percebe bem o que é que aconteceu e a história que tinha ficado bem no total, esfarela-se no fim e uma nota de nostalgia encerra o filme.<BR/> Visualmente de primeira (Stuart Craig no seu melhor), dramaticamente com altos e baixos, e quanto a história, um pouco fraca e cheia de buracos. Depois do engraçado primeiro filme, do espectacular segundo, do infeliz terceiro, do teatral quarto, o quinto filme vai fazer correr muita tinta (e com o mesmo realizador apontado para o sexto e sétimo filmes), parece que os tempos de controvérsia chegaram pois haverá muita gente que não gostará e, se não fizerem um excelente sexto filme (pois muitos odiaram o sexto livro só porque acabava de maneira triste), eu temo que seja um flop, comparando com os outros filmes da saga. Uma nota de esperança no ar, visto que o sexto livro é mais curto, pelo que se poderá tornar uma vantagem.

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