À Procura da Terra do Nunca

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Drama 106 min 2004 M/12 30/12/2004 GB, EUA

Título Original

Sinopse

"À Procura da Terra do Nunca" é um conto mágico inspirado na vida do escritor James Barrie, que deu vida ao célebre "Peter Pan", um dos maiores heróis das histórias infantis.<br/> Um génio literário, Barrie aborrecia-se com os temas da época e buscava inspiração para uma nova peça. E inesperadamente encontrou-a onde menos esperava, quando se cruza com uma bela viúva e os seus quatro filhos, os Llewelyn Davis. Barrie torna-se amigo dos cinco e transforma-se no seu companheiro de histórias e aventuras, onde todos se transfiguram em cowboys e índios, piratas, reis e fadas. Os jovens Llewelyn Davis acabam por ser baptizados "Os Rapazes Perdidos da Terra do Nunca". Assim nasce "Peter Pan", a peça com que Barrie desafia todas as convenções, pondo actores a voar e a falar com pequenas fadas. Porque tudo isso é possível na Terra do Nunca. <p/>PUBLICO.PT

Críticas Ípsilon

Johnny Pan

Helen Barlow

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À Procura da Terra do Nunca

Kathleen Gomes

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Não, não é uma fábula "michaeljacksoniana"

Luís Miguel Oliveira

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"Biopic" romântico

Mário Jorge Torres

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À Procura da Terra do Nunca

Vasco Câmara

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Críticas dos leitores

O outro lado de Pan

João Fonseca

Se um dia quisesse fazer um filme não saberia que tema escolher, mas saberia que actor por em cena. Johnny Depp! A meu ver um dos melhores actores do momento (largo momento) - senão o melhor. Não falo deste especifico filme ou de outro qualquer. Não digo que ele merece o Óscar neste filme porque até não merece. Merece sim um Óscar pela sucessão de fantásticas interpertações dignas dos melhores. "Delírio em Las Vegas", "Piratas das Caraíbas", "A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça", enfim, tudo! Neste filme esplêndido, que me encheu o coração - e os olhos de lágrimas -, o retrato de Peter Pan é feito de outra perspectiva, e que perspectiva. Sem se tornar alienígena, o filme retrata a mente genial de um homem capaz do melhor. Magnificamente filmado, com diálogos de extremo bom gosto. Não vejo onde demasiado falatório à sua volta o vá estragar. Não consigo imaginar o filme a ser estragado! É uma lição de vida que jamais passará ao lado seja de quem for.
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CinemaniaC

Já nao é a primeira vez que vejo por aqui críticas que simplesmente não fazem sentido nenhum! Até um miudo de seis anos fazia melhor e percebia o que se queria com um especifico filme! Eu estou a falar aqui porque foi a critica que alguns "críticos" fizeram que me deixou um pouco chateado. Houve alguém que disse que: "Anda aqui alguém a querer forçar o espectador a ser criança. Não, obrigada." Ou seja, então quando vimos um filme de terror anda alguém a querer forçar a nossa morte?? Nao obrigado! E depois temos outras críticas que não criticam o filme mas sim o que sucedeu quando foi projectado o filme algures. Mas esperem, nao era suposto uma pessoa vir aqui ver críticas decentes sobre o filme e não sobre algo que nada tem a ver? Quem quer saber o estado de humor de Johnny Depp quando entrou na sala ou o atraso de uma projecção no "outro lado do mundo"? Desde que na nossa sala começe a horas o resto é conversa!<BR/><BR/>Claro que não estou a dizer que o filme é bom ou nao! Eu pessoalmente adorei o filme! Um dos grandes de 2004. E também não estou a obrigar ninguém a gostar do filme, porque gostos são gostos, mas é um azar mesmo enorme falarem mal de todos os filmes e muitas vezes sem sentido nenhum e sem falarem do filme em si. Acho melhor parar por aqui porque senão passo aqui a noite toda! Espero que não levem a mal o que eu disse. Longe de mim dar um sermão a alguém, mas eu encaro estas coisas como algo bom. Eu gosto que me digam logo tudo para eu o poder melhorar.
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Os sonhadores

Gonçalo Sá - http://gonn1000.blogspot.com

Se Marc Foster havia já assinado uma obra muito elogiada, "Monster's Ball - Depois do Ódio", de 2001, um denso olhar sobre as relações humanas e os locais mais recônditos da América profunda. Embora algo sobrevalorizado, o filme apresentava uma singular química entre Billy Bob Thornton e Halle Berry (que ganhou um Óscar por esta interpretação) e continha impressionantes ambientes crus e realistas, tornando-se num drama poderoso e arrebatador. "À Procura da Terra do Nunca" ("Finding Neverland"), a nova película de Foster, despertava por isso alguma expectativa, tendo em conta as distinções que marcaram a obra anterior. Surpresa das surpresas - ou talvez não - o filme tem tido uma recepção ainda mais calorosa do que o seu antecessor e é quase consensualmente apontado como um dos melhores de 2004.<BR/><BR/>Foster debruça-se aqui sobre o escritor escocês J.M. Barrie, mais conhecido por ter criado uma das mais míticas personagens da literatura infanto-juvenil: Peter Pan. Depois da aridez dos cenários americanos, o realizador aposta agora em domínios da alta sociedade londrina de inícios do século XX, particularmente na relação de amizade que Barrie enceta com a família Llewelyn Davies (uma jovem viúva e os seus quatro filhos). Baseado na peça "The Man Who Was Peter Pan", de Allan Knee, "À Procura da Terra do Nunca" foca a crise de inspiração de Barrie e o progressivo renascer da criatividade à medida que o escritor se vai aproximando da viúva e dos seus filhos. Desta ligação terá nascido o conto de Peter Pan, e uma das crianças Llewellyn Davies foi mesmo decisiva para a concepção da famosa personagem.<BR/><BR/>Foster consegue inserir alguma densidade emocional na sua abordagem, tornando Barrie (interpretado por Johnny Depp) num protagonista suficientemente interessante e complexo, particularmente nas cenas onde as esferas reais e imaginárias se fundem e as suas fronteiras se tornam difusas. Os momentos que focam o conturbado casamento do escritor são igualmente bem concebidos, assim como a sua relação assexuada com Sylvia Llewellyn Davies (Kate Winslet).<BR/><BR/>Se a uma perspectiva sóbria e sensível sobre as relações humanas se adicionar um trabalho de realização eficaz, uma profissional reconstituição de época e um elenco apelativo (Depp e as crianças têm prestações competentes, Dustin Hoffman, Radha Mitchell e Julie Christie são subaproveitados e Kate Winslet é, como sempre, soberba), percebe-se que "À Procura da Terra do Nunca" contém alguns bons condimentos que justificam parte do burburinho que se gerou, mas infelizmente nem tudo resulta. Embora seja um filme correcto e feito com bom-gosto - os momentos de maior tensão emocional são genuínos e não recorrem à manipulação fácil -, a nova obra de Marc Foster não possui um ritmo muito absorvente, apresentando certos episódios de considerável monotonia e, sobretudo, previsibilidade. <BR/><BR/>Apesar de alguns curiosos pormenores acerca do papel dos sonhos ou reflexões sobre a infância, "À Procura da Terra do Nunca" desenrola-se de uma forma demasiado rotineira e controlada e só provoca maior envolvência na recta final, mas aí já é tarde para o filme alcançar voos mais altos. Simpática, de travo agridoce e a espaços comovente, é uma obra irregular e até desapontante, tendo em conta as múltiplas distinções de que tem sido alvo. Contudo, se as expectativas não forem demasiado elevadas, "À Procura da Terra do Nunca" não será uma experiência cinematográfica desagradável para aqueles que, como Peter Pan, ainda tentam recusar - pelo menos parcialmente - o crescimento, preservando um lado infantil, idealista e inocente. Classificação: 2,5/5 - Razoável.
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Viver a magia das crianças

Isabel Maria Fernandes

Adorei ver este filme porque nos transporta ao nosso mundo interior que hoje em dia fazemos o possível por o não escutar. Este filme revela o que o ser humano pode fazer de mais belo na vida, que é ajudar o próximo e não deixar de sonhar com as coisas boas da vida. Tocou o meu coração e fez-me pensar mais em si ou em vós. Lamento que não esteja a ser projectado para o devido valor que tem a história. Um belo conto de crianças e de como podemos mudar o nosso mundo para um lugar mais belo de se viver.
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Peter Pan for ever

n.d.

Um dos melhores filmes que já vi. Repleto de magia e imaginação, tristezas e alegrias, assim é o filme de Marc Forster que conta com a participação de muito bons actores, destacando-se, como sempre, o desempenho de Johnny Depp. Um filme inesquecível. Vejam porque vale a pena.
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Que existe mesmo

Sara Peres

Ao sair da sala de cinema é natural que o espectador demore uns segundos a encontrar o fio da realidade, é este o poder da 7ª arte, esmagadoramente assustadora porque absorvente e bela por ambiguidade. Ao sair da sala de cinema demorei-me a encontrar a Terra do Nunca na minha própria realidade. Filme que escasseia no argumento e no desenrolar da acção, um pouco arrastada, e não prende pela menoridade do romance, mas antes pela referência ao imaginário mágico de Peter Pan e à ideia apetecivel de se ser criança para sempre!
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Peter Pan e Kate Winslet

João Pedro Assis

A interpretaçao de Johnny Depp nao há duvidas de que é brilhante, mas penso que é de salientar também o desempenho de Kate Winslet que, para mim, começou com o pé errado nos grandes êxitos de bilheteira ("Titanic"), mas que se tem vindo a revelar cada vez melhor, seja em "O Despertar da Mente", seja neste "À Procura da Terra do Nunca". "Vai muito bem, a rapariga", como diriam algumas gentes de gerações mais velhas. Quanto ao pequeno Freddy Highmore (Peter Davies, no filme), penso que será o próximo fenómeno da representaçao no cinema, ultrapassando até o rapaz com o sexto sentido, Haley Joel Osment...
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Factos verídicos, ternura, emoção e magia

Cristóvão

Eis os quatro ingredientes que, bem combinados, resultaram num extraordinário filme. "À Procura da Terra do Nunca" é, na minha modesta opinião, um excelente filme, que conta com interpretações de actores que parecem ter percebido muito bem os seus papéis. Filme com cabeça, tronco e membros, desenrolando-se num crescendo, que "agarra" o espectador do início ao fim. De salientar o desempenho do pequeno Peter, que é de uma ternura imensa... principalmente a sua voz! Barrier também está no seu melhor (sem dúvida candidato a melhor actor em Fevereiro próximo). Na sala de cinema onde visionei o filme, no final verificou-se um silêncio encantador, e uma expressão nas caras dos espectadores, principalmente das crianças, que revela quão profundo toca este filme.<br/><br/>É brilhante como são transmitidas várias mensagens que se aplicam no dia-a-dia presente: acreditar nos sonhos e nos outros para conseguir; não duvidar; união; empenho; influência das emoções de uns sobre a percepção de outros (refiro-me à "força" que tem a alegria das crianças sobre o comportamento dos adultos), etc.. O teatro é para graúdos, mas também para miúdos...<br/><br/>Por fim, gostaria de me juntar a inúmeros leitores do Cinecartaz on-line, que noutras ocasiões manifestaram a sua perplexidade perante as inexplicáveis críticas que os vossos críticos (Luis Miguel Oliveira, Vasco Câmara, etc.) fazem a diversos filmes, e neste caso, ao "À Procura da Terra do Nunca". Outro caso alarmante foram as críticas a "Cidade de Deus". O cinema é para críticos, mas também para espectadores...
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Um filme a não perder

Wendy

É fabuloso como, na decadência contemporânea a que vimos assistindo, alguém seja ainda capaz de dar vida a uma história tão maravilhosa como esta. "Finding Neverland" é a história de Peter Pan contada aos mais velhos. De facto, é raro o adulto que não se esqueceu já do poder da fantasia e da imaginação. Ainda que enquanto crianças muitos sejam capazes de viver vidas paralelas – a vida real e a da simples imaginação –, essa capacidade não tarda a desvanecer-se. O que, pensando bem, é um erro. A vida tem altos e baixos, muitas vezes até mais baixos que altos, mas depende sempre de cada um – ou muitas vezes, pelo menos – torná-la melhor! Para este 2005, desejo a todos que – como eu próprio procurarei fazer – se esforcem por dar vida a uma Neverland que, por certo, vos tornará mais felizes.<br/<br/>Olhemos para a vida da forma mais positiva possível porque ela é – e não é possível que não concordem – a maior preciosidade de que já se ouviu falar. E a beleza do filme não se deve somente à história. As interpretações são fabulosas, as imagens idem. A realização não deixa nada a desejar. Principalmente no que toca à cor, está totalmente em sintonia com a imagem que pretende passar. Enfim, é um filme a não perder e, se possível, a ver em família.
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Quem quer encontrar a Terra do Nunca?

Elisabete Torres

Um filme muito bonito com uma história muito comovente. Adorei a história, a interpretação de todos os actores, em especial o pequeno Peter, que me emocionou muito, e todo o cenário envolvente. Uma história baseada em factos reais que nos explica como surgiu o Peter Pan. A não perder...
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