Cinecartaz

Rui Nunes

Um filme ligeiro e agradável, do qual saimos de sorriso nos lábios...

Um filme ligeiro e profundo absolutamente sublime, que trata com inteligência temas universais como o amor, a família, a vida, a morte, a dificuldade para fazer o luto de um parente... Comparou-se este filme com as comédias musicais de Jacques Demy ou com os filmes da "nouvelle vague", mas Christophe Honoré, embora assumindo e afirmando estas influências, possui um estilo e um universo muito próprio. O filme revela-se também livre na forma e de espírito aberto. Os actores estão realmente em estado de graça (com uma menção especial para Louis Garrel). Quanto às canções compostas por Alex Beaupain, são magníficas e facilmente ficamos com elas na cabeça. Resumidamente, um filme a ver e rever!

Publicada a 22-10-2007 por Rui Nunes