Transformers - Retaliação

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Acção, Ficção Científica 147 min 2009 M/12 25/06/2009 EUA

Título Original

Transformers: Revenge of the Fallen

Sinopse

Continua a extraordinária saga dos Transformers, robôs extraterrestres, dissimulados sob a forma de automóveis, aviões e outros aparelhos electrónicos. Mas, neste segundo filme, a batalha já não é para salvar o planeta Terra mas todo o Universo. <br/> Sam e Mikaela, os adolescentes que salvaram a humanidade no primeiro episódio da série, continuam a ser perseguidos pelos vilões Decepticon. São eles que, involuntariamente, possuem o conhecimento sobre a origem e a fonte de energia dos Transformers. <br/> Agora, militares americanos e uma força internacional aliam-se aos Autobots de forma levar a cabo a sua missão: salvar o Universo. <p/>PÚBLICO

Críticas Ípsilon

Transformers

Jorge Mourinha

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Críticas dos leitores

Trashformers

José Ferreira

Foi ver o filme a custo, cheio de medo que me estragasse a excelente imagem que tinha ficado do 1o filme, e pronto, tinha razão. Para além de comédia rasca, tentando usar sexo canino homossexual logo no início, tem um argumento que parece ter sido escrito pelo meu irmão mais novo (9 anos). Sim, é um festim de cores e som, mas isso não chega num filme. É necessário juntar os fx da tecnologia actual com um bom argumento como base, mas o Sr. Bay nem se dá ao trabalho de procurar um argumento decente, ou melhorar o actual. Nem quero imaginar como será o 3º filme. Com este andar, sai directamente para vídeo...

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Muito mau

Pedro Lima

Mas que filme tão mau! Mal interpretado, a história é muito pobre, a música é desadequada e mal enquadrada, tem demasiada propaganda pró-americana, a fotografia é digna de um teledisco de mau gosto... enfim, ainda aguentei 1 hora sentado na sala do cinema, e no final fiquei arrependido de me lá ter sentado para ver este filme (se é que se lhe podemos chamar de filme). Eu não gostei! Mas há quem goste...

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Grande filme!!

Vitor Silva

Este tive que ir ver ao cinema e na minha opinião está ainda melhor que o primeiro. Para além de ter acção do princípio ao fim, tem uma vertente cómica que está simplesmente fenomenal.

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Um filme tem de ter muitas coisas, mas a principal é distrair

Fernando Arosa

O mais importante quando se vai a uma sala de cinema é que quando se saia, se saia satisfeito, dure o filme 1 hora, ou duas horas, ou três horas. Um filme é distracção. Este filme consegue fazer isso. Os críticos como Jorge Mourinha não gostam de filmes. Atenção Mourinha, eu também gosto de filmes de Capra, e de Hawks, e de Minelli, e de Ford, e de Cameron, e Demme, e de muitos outros, a cores, a preto e branco, com uma imensa gama de cinzentos. Gosto de filmes. Ponto. E este filme é um grande filme.

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Festa dos sentidos

João

Ah, como me agradam alguns dos comentários, em particular os dos autoproclamados amantes da sétima arte, quais pseudo-intelectuais sempre ávidos de exercer o seu direito de crítica! Acho uma imensa piada que um cliché típico como o das perseguições automóveis possa ser alvo de críticas, atendendo ao filme em questão. Amigos, este é um filme de acção com... carros. Logo, não esperem perseguições a pé. Nem esperem a ausência delas. Eu faço parte daquele grupo aparentemente raro de não-esquisitos, que se interessa por tudo um pouco, desde o mais profundo melodrama até a filmes de acção explosiva. Como tal, sou suspeito em estar a defender este filme, que vi, gostei e recomendo. Às vezes parece que os filmes têm de cultivar obrigatoriamente climas de introspecção ou ostentar elevados cunhos artísticos para serem considerados bons. “Transformers” é acção e deleite visual. Cumpre as expectativas de quem espera isso dele. Os outros o melhor que fazem é ignorar.

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Não liguem. O filme está lindoo!

Inês

Acho que não há grande coisa a dizer. Está simplesmente incrível. Acho que consegue ser ainda melhor que o 1º, e eu achava isso improvável. Só sei que voltei a sair da sala com o mesmo sorriso parvo na cara com que sai quando fui ver o 1º, lol. Um breve comentário ao que o Alexandre disse: Felizmente o problema não é generalizado, mas aparentemente se um filme não for todo dramático e cheio de filosofias os comentadores deste site não ficam contentes. Eles não se guiam pelos mesmos critérios das pessoas que vão ao cinema ver filmes por gosto. É sempre bom ver filmes inteligentes e tudo mais, mas há que distinguir este filme pela sua categoria (acção/ficção cientifica). Os comentadores deste site aparentemente não gostam deste tipo de filmes, e até aqui tudo bem, o problema é que infelizmente não se conseguem abstrair desse facto para fazer uma crítica objectiva. Ok, a história desta série de filmes não é a coisa mais profunda que eu já vi, mas é impossível ficar indiferente ao festim audiovisual que proporciona.

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Uma seca descomunal

Maria

Pela primeira vez desde há muito tempo adormeci na sala de cinema, é verídico...o que só prova que uma data de efeitos especiais e acção à mistura não fazem necessariamente um filme minimamente interessante. E sim, sabia para o que ia, gosto de filmes de acção mas este é mesmo muito mau. Era assim tão difícil contratar actores credíveis e polirem a história? São precisas 2h e tal para "contar" aquela história? Gastam balúrdios em efeitos especiais e depois contratam pessoas como a "namorada" do protagonista, com uma interpretação artificial, ridícula, só porque tem um belo par e umas beiças jeitosas? Jesuzz...amadores...com milhões nos bolsos...

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Muito mau

jony boy

...dos piores de sempre.

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A terra das crianças estúpidas

Marlowe

Não sei bem que tipo de latitude criativa um realizador como o Michael Bay neste momento tem, a verdade é que o homem parece que se contenta em preencher o cliché de simples encenador de perseguições, e diga-se, cada vez mais virtuais...e previsíveis. De qualquer modo, as expectativas que já eram baixas, confirmaram-se sem tirar nem pôr. A coisa é revoltante, é violenta, é infantil, e sobretudo é de uma imbecilidade a toda a prova. Antes ir ao dentista.

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Surimi

Raúl Reis

Surimi é uma palavra japonesa que designa actualmente produtos alimentares criados a partir de peixe ou aves. O processo foi inventado há quase um milénio para confeccionar um prato típico japonês chamado “kamaboko”. Desde os anos 60 que os japoneses desenvolveram uma forma de industrializar a produção de surimi. O objectivo era aproveitar todo o peixe capturado que não tinha saída. O surimi de peixe é obtido através de um processo de desfiagem e secagem que acaba por transformar o pescado numa pasta gelatinosa. Para obter os “sticks” que se podem encontrar em todos os supermercados, esta pasta é misturada com amido, ovos, sal, óleos vegetais, soja e outros condimentos. O surimi é uma boa fonte de proteínas de fácil digestão. Desculpem a aula sobre o surimi, mas não consigo dizer a palavra “transformers” sem pensar neste estranho produto alimentar. O padrinho foi Miguel Esteves Cardoso. Um dia o ensaísta, talvez por não saber como se chamavam os “sticks” de caranguejo, baptizou-os de “transformers”. E escreveu algumas frases inflamadas contra a utilização desses “transformers” na cozinha portuguesa. É por isso que, a propósito do filme “Transformers: Revenge of the Fallen”, me é impossível não falr de surimi e do nome que Esteves Cardoso lhe deu. “Transformers: Revenge of the Fallen” conta a centenária história da Guerra entre os Autobots e os Decepticons. Do desfecho desta guerra depende simplesmente o futuro do Universo. O enredo é simples mas complicado por se... complica. Sam Witwicky (Shia LaBeouf) detém por acaso um objecto extremamente poderoso de que os Decepticons precisam para libertar o seu líder, Megatron (voz de Hugo Weaving). Sam acaba de deixar a sua bela namorada mecânica (Megan Fox) e os pais para ir para a universidade. Mas os maléficos robôs seguem-no de perto. Do lado dos bons aparecem o capitão Lennox (Josh Duhamel) e o sargento Epps (Tyrese Gibson) da esqudra especial do governo, o NEST. Esta sequela é mais impressionante que o filme anterior. Os efeitos especiais são imensos, os locais exóticos e o orçamento de zilhões de dólares. O enredo torna-se confuso porque o filme é longo demais e exige muita atenção. E, acreditam, é difícil estar atento com tanto ruído e efeitos de tal calibre. “Transformers: Revenge of the Fallen” pode ser uma rude experiência para quem não gostar do género. Ou seja, para todos os espectadores que exijam de uma película mais do que tiros e bombas e socos nas trombas. Eu sei que Shia LaBoeuf é um rapazinho carismático e que Megan Fox é uma sensual raposinha, mas é muito difícil deixar-se envolver no enredo até porque, ou eu sou um grande cromo, ou a história é tão complicada que no final ninguém percebe nada do que se passou. “Transformers: Revenge of the Fallen” acaba por provar o que dizia Miguel Esteves Cardoso quando confundia surimi e “transformers”: ambos são um derivado de coisas boas que afinal é melhor não consumir.

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