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Papel de Natal

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Animação, Curta 40 min 2014 M/6 18/12/2014 POR

Título Original

Papel de Natal

Sinopse

<p>Camila é uma menina alegre e criativa que, um dia, percebe que o seu pai desapareceu sem deixar rasto. Determinada a encontrá-lo, constrói um amigo para a ajudar: um boneco de cartão chamado Dodu. Ele não só ganha vida como parte em busca do pai de Camila num universo paralelo em que tudo é feito de papel. Agora, é preciso resgatá-lo das garras do Monstro Desperdício…<br /> Dirigido por José Miguel Ribeiro ("A Suspeita"), uma história de amizade e coragem que pretende sensibilizar o público para a sustentabilidade, fazendo referência a uma "tradição" de Natal com a qual é preciso romper: o desperdício de papel. É deste material que são feitos, literalmente, cenários e personagens. O filme combina animação em "stop motion" com imagens reais.<br /> PÚBLICO</p>

Críticas dos leitores

E os críticos de cinema não vêm Cinema de animação português porquê?

Fernando Galrito

Naturalmente que a liberdade de imprensa e criativa é sempre de ter em conta. Mas não deixa de ser sintomático o facto de a animação em geral (não americana claro) não ter visibilidade nos ecrãs, nos debates e na análise dos críticos. Já aqui disse, e foi dito pelos próprios, que a generalidade dos “pensantes de cinema” é não saber (nem querem saber) de cinema de animação. Ainda mais português. Exceptuando alguns blockbusters (por critérios jornalísticos, não vejo outros) a crítica e outros “falantes de cinema” esquecem uma arte que se chama CINEMA de Animação. Há antes do mais, a linguagem no CINEMA no cinema de animação. Há actores (não aqueles que desfilam em passadeiras vermelhas), que também nos fazem (quiçá às vezes mais) sentir, sorrir, chorar...pensar. Há estética, criatividade, interpretação, performance, luz, música, design de som, direcção de actores, e algo mais que em outras artes, a reinvenção da ilusão do movimento. Há no cinema de animação, ARTE. Há no cinema de animação em geral e no Português em particular, muito boa ARTE. Porquê então este esquecimento? Ignorância...? Talvez. Mas para isso basta uma coisa. Aprender, ver filmes de animação, ir aos festivais de animação, participando e convidando a participar as pessoas com quem se pode aprender! Há neste filme de cinema de animação do José Miguel Ribeiro matéria e matérias de análise que nenhuma Angelina ou outros realizadores contêm. Humanidade e humanismo tratado com saber cinematográfico, estético e com arte, que merece a atenção de todos. Também dos críticos, porque só assim crescemos todos. Os senhores críticos também.
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Belíssima animação e bom propósito

António Gomes

A belíssima (e original) animação de um criador, nesse domínio, de nível mundial, como é José Miguel Ribeiro, faz passar o propósito didático, que a 'imagem real', por si, não conseguiria. Essa, ainda assim, tem os seus achados.... A animação, porém, levaria sozinha a palma! Mas seja dada às crianças a palavra final: levem-nas a ver este filme, que elas, encantadas, dirão de sua justiça - farão jus, certamente, à ternura com que o filme lhes foi dedicado e... retribuirão!
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