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O Senhor dos Anéis - O Regresso do Rei

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190 min 2003 M/12 12/12/2003 NZ, EUA

Sinopse

As forças de Sauron dominam a capital de Gondor e estão prontas para eliminar a espécie humana. O que já fora um grande reino está à beira da destruição e nunca precisou tanto como agora de um rei. Mas será que Aragorn estará preparado para assumir a sua linhagem e tornar-se no rei tão esperado? O destino da Terra Média assenta nos seus ombros. "O Regresso do Rei" é o terceiro e último filme baseado na trilogia de culto de J.R.R. Tolkien, que continua a aventura épica na Terra Média (uma terra fantástica povoada por hobbits, elfos, anões, imortais, humanos e feiticeiros) da Irmandade do Anel - que tem de impedir que o anel, uma jóia poderosa e maligna, caia nas mãos erradas. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

O fim da epopeia

Vasco Câmara

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O Senhor dos Anéis - O Regresso do Rei

Kathleen Gomes

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Críticas dos leitores

O Senhor dos Anéis - O Regresso do Rei | 4*

Frederico Daniel

O Senhor dos Anéis - O Regresso do Rei: 4*

"O Senhor dos Anéis - O Regresso do Rei" é o filme mais longo da trilogia, mas é o menos parado e menos aborrecido dos três e isso agradou-me.
"The Lord of the Rings: The Return of the King" é o derradeiro filme desta trilogia que recomendo que vejam, eu gostei e sei que marcou a história do cinema.

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Fim de uma saga

Carla Oliveira

De longe o melhor a completar uma trilogia brilhante! Uma estrela ao "Senhor dos Anéis"? Nem dá para criticar; só dá mesmo vontade de rir.
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Melhor filme do mundo !

Vanessa

Adorei ver "O Senhor dos Anéis". Os três filmes foram espataculares. O que eu gostei mais foi a última parte. E como sou fanática do Elijah Wood, só podia dizer bem do seu filme.
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A coragem de Peter Jackson

Nuno António

O cinema é espectáculo. O cinema é entretenimento. Espero que estejamos de acordo até aqui. Se assim for o caso, como poderão os distintos críticos do "PÚBLICO" ser tão rigorosos com o "Regresso do Rei", o capítulo final da saga de Frodo e restante Irmandade na sua tentativa de derrubar as forças do mal na Terra Média? Como amante da Sétima Arte desde tenra idade, consigo distinguir e apreciar todos os tipos de cinema; tenho mesmo uma certa preferência pelo cinema independente de autor. Mas ainda bem que nem todas as películas são como "O Declínio do Império Americano" do Arcand ou "Kes" do grande Ken Loach. O valor destes filmes é inegável dentro do género mas não deixem que a falta de um argumento original criativo lhes turve o poder crítico. Deixem as falhas de adaptação da obra original de lado e admirem a coragem de Peter Jackson, o seu génio e visão deslumbrantes que permitiram a realização de tal exuberância, ou mesmo extravagância, visual. Filmar a obra de Tolkien parecia impossível desde sempre, a riqueza e diversidade de "plots" e personagens daria para fazer dezenas de filmes diversos. No entanto, este baixinho barbudo e sem jeito merece todo o nosso respeito e consideração por ter ousado desafiar a lógica e assim criar a trilogia mais majestosa que o cinema alguma vez nos deu. Palavras fortes, considero. Mas que consolo para a vista, senhores...
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Acabou?

Filipe Carvalho

Se o primeiro nos encantou pela espectacularidade dos cenários e nos deu a conhecer globalmente a obra de Tolkien, os dois seguintes já nos trazem uma sensação de "déjà vu", uma sensação de "mais do mesmo". Embora a riqueza dos cenários e das personagens permaneça, parece-me no entanto que o filme se deixa arrastar bastante, alternando momentos de grande acção - muitas vezes difíceis de acompanhar visualmente - com momentos de paragem quase entediantes. Os últimos 30 minutos do filme são até confrangedores, tal a monotonia apresentada. Parecem até um castigo a quem está há mais de três horas na sala. Os fãs do filme não mereciam, mas sobretudo os fãs de Tolkien... É um filme que ganhará por certo as categorias de Óscar relacionadas com o cenário e efeitos especiais, mas penso que seria uma surpresa se ganhasse o o prémio para Melhor Filme.
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Espectacular

Pipas

Os críticos e muito do pessoal que vem para aqui dizer mal do filme não devem ter visto o mesmo filme que eu, porque é espectacular!
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O Fim de um sonho

J.P. Tomás

O leitores (ou, como o presente, os bi-leitores) do "Senhor do Anéis" que não ficaram com os olhos húmidos quando, há um par de anos, viram (viram mesmo!) o Shire, não merecem o labor de Peter Jackson. O que ele nos deu, apesar de num tonto tom dourado e com uma banda sonora tão insistente como inane (ressalve-se a que acompanha os Rohirrim, capazes de inspirar qualquer um), foi, nestes tempos de Matrixes e misérias quejandas, um milagre. Claro que, por enquanto, "O Regresso do Rei" é o elo mais fraco da trilogia, vítima do progressivo fascínio de PJ com a proficiência técnica da sua WETA Workshop (ai aqueles fantasmas verdes!) e da exigência de cortes e "guloseimas" para o consumo dos não-iniciados (ai o número do Legolas no mumak!). Assim, tal como antes, aguarde-se serenamente pela versão mais longa (ou, digo eu, menos curta) para apreciar um filme como deve ser, com o ritmo, o detalhe e o fôlego que impõem a obra-prima de Tolkien e o amor (como sempre, imprevisível) que lhe dedica a soberba equipa de PJ. Um amor que só se contentou com seis (foram seis?) fins! Concluindo: "O Regresso do Rei" é um bom filme? Não sei. É um (terço de) filme que um leitor de Tolkien jamais apreciará objectivamente. Mas três vivas a PJ pela concretização do sonho de juventude de tantos. Só que o problema está aí: nunca a realidade alcançará a beleza dos sonhos.
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Lindo

Figueiredoz

O filme é muito fiel ao livro e muito rico em argumento. Muito ao nivel de seu criador Tolkien. Pena não haver mais "Lord of the Rings".
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Discordância

Carla

Discordo totalmente da interpretação de Vasco Câmara. Penso que neste filme (mais do que no anterior) se sente a dor da viagem de Frodo e de Sam, o peso da desigualdade de forças numa aproximação muito interessante a um livro extremamente complexo. É uma adaptação soberba.
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Muita parra, pouca uva

Alexandre

Em resposta ao comentário de um anterior leitor, acho que a trilogia de genial não tem nada. Apenas violência gratuita. Por isso, uma estrela chega e duas são demais para um filme cheio de erros (chega a ser confrangedor, até parece as telenovelas da TVI...). Muita parra, muito pouca uva. Sumo quase nenhum.
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