O Despertar da Mente

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Comédia, Drama 108 min 2004 M/12 20/05/2004 EUA

Joel (Jim Carrey) descobre que a namorada Clementine (Kate Winslet) o apagou da memória, a ele e à relação tumultuosa de ambos. Joel contacta então o inventor do processo, o Dr. Howard Mierzwiak, para também ele remover Clementine da sua mente. Mas à medida que as suas memórias vão sendo apagadas, Joel redescobre o seu amor por Clementine e torna-se óbvio que ele não a vai conseguir tirar da cabeça. "O Despertar da Mente" é a segunda longa-metragem de Michel Gondry, a partir de um argumento de Charlie Kaufman (o argumentista que foi revelado com "Inadaptado" e "Queres Ser John Malkovich?"). PÚBLICO

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Críticas dos leitores

Kaufman, mais uma vez...

André Branco

Mais um brilhante argumento de Charlie Kaufman, genialmente realizado por um (por mim) desconhecido Michel Gondry. Uma maneira original, imaginativa e inteligente de exprimir uma básica e curriqueira mensagem sobre as relações amorosas: a de que o amor está no coração e não na cabeça.
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Excelente

Duque

Excelente filme para nos desenjoar das mega-produções sem qualidade. Até Jim Carey foi um actor aceitável desta vez; quanto à Kate, veio provar que poderá ser uma das melhores actrizes da actualidade.
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Pope Alexander

ananónima

Arrumar o filme em questão num troço concreto dentro do cérebro de cada um que o viu deve ser exactamente o mesmo que agir de acordo com as suas premissas, ou seja, a memória acaba por desbotar-se de rompante e a quantidade de Jim Careys que há para aí limita-se a assistir de braços cruzados a uma espécie de apagões gigantes onde não intervêm elefantes mascarados nem coisas do género. Mmesmo assim, penso que dá para reter um certo bater no ceguinho do regresso ao futuro cujo pré-historicismo se vê obrigado a prestar vassalagem a um outro "Memento". <br/>Ora, isto deve vir de Gondry enquanto que tudo o que diz respeito à entidade de Carey, visivelmente (in)adaptado, pertence com certeza a Kaufman. Tudo o que o primeiro estava proibído de fazer para seguir à risca a ode ao anti-herói do segundo foi substituído pelo azul profundo de Winslet, pela ginástica sincronizada em cima da cama por Dunst e por uma série de outros pormenores que, por causa do feitiço do tempo de Gondry, não se me ficaram cá dentro! Além deste então mais que provado malabarismo visual, uma das margens da ponte em ruína e a rotura e sei lá mais o quê, entre o real e o virtual, há a perseguição de Kaufman, armado até aos dentes, contra o "mainstream" de acesso facilitado e que de facto não põe pessoas a esbugalhar os olhos (tal foi a confusão daquelas quase duas horas de "rewind" e "fast foward" elásticos). <br/>Por assim dizer, outra habilidade de Carey que teve de ser arrumada nos fundos da livraria onde trabalhava a sua tangerina. É obvio que se apagarmos a relação entre o boy a girl, por muito maquilhada que seja para afastar qualquer vá de retro hollywood, não sobra ponto por onde se lhe pegue para andar para a frente (ou para trás) com o argumento. Mas o que é certo é que Kaufman não é só a crítica em pessoa. Dá para antever a sua permanência na exploração dos assuntos do cérebro, um tipo de preocupação ou mesmo filosofia que, uma vez pensada, nunca mais nos larga, assim como se lhe pede a proeza não tanto de um Pope Alexander mas um Alexander Eco, por exemplo...
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O despertar da boa comédia

Hugo Queirós

Um filme verdadeiramente original, com um género de comédia que foge à fórmula clássica de vendas norte-americana. Começa desde logo por fugir aos ambientes físicos caricaturais propícios à comédia. É um filme visualmente "cinzento", mas em que o argumento se encarrega de conferir ritmo e côr à acção. O jogo mental na cena em que Jim Carrey se encontra deitado na cama a ser selectivamente desmemoriado e os estímulos de memória que lhe são dados pelas conversas dos dois técnicos (que falam sobre a personagem interpretada por Kate Winslet) está muito bem conseguido. Destaque ainda para a simplicidade e para os saltos temporais, que geram um final muito comovente (a música que encerra o filme encaixa na perfeição). Um filme muito bom, a não perder!
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Fresco, fantástico, verdadeiro

Vitor Pedrosa

Neste momento, acabei de sair da sals do cinema e só posso dizer que continuo atordoado. Nunca um filme me tinha tocado assim. Só posso imaginar que assim seja porque me revi bastante nas personagens do filme e nas situações e dificuldades de uma relação imcompreensível mas inevitável. E a partir daí não consigo ter uma opinião parcial em relação ao resto do filme, mas mesmo assim vou tentar. A qualidade da realização não me surpeendeu, aliás veio só a confirmar o talento do Michael Gondry. E o argumento... bem, desta vez fiquei definitivamente rendido ao Charles Kaufman.
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