Era Uma Vez em... Hollywood

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Drama 159 min 2019 M/16 15/08/2019

Título Original

Once Upon a Time ... in Hollywood

Sinopse

<div>Los Angeles (EUA). O ano é 1969. Rick Dalton é um actor de "westerns" televisivos que, juntamente com o seu duplo e amigo de longa data Cliff Booth, chega a Hollywood determinado a reavivar a sua carreira. Ali, os seus destinos vão cruzar-se com personagens que marcaram uma época. Entre elas está a jovem Sharon Tate, na altura grávida do cineasta Roman Polanski; e Charles Manson, cujos crimes cometidos por si e pelos seus seguidores chocaram o mundo, mudaram costumes e deram o mote ao fim do movimento "hippie".</div> <div>Nona longa-metragem assinada por Quentin Tarantino, "Era Uma Vez Em... Hollywood" é uma comédia dramática que conta com um elenco de luxo: Leonardo DiCaprio, Brad Pitt, Margot Robbie, Emile Hirsch, Margaret Qualley, Timothy Olyphant, Dakota Fanning, Austin Butler, Bruce Dern, Damon Herriman e Al Pacino. Estreada no Festival de Cinema de Cannes, onde foi muito bem recebida pelo público e pela crítica especializada, foi galardoada com dois Óscares (Melhor Actor Secundário, para Pitt, e Melhor Design de Produção) e o Palm Dog Award (Melhor Actuação Canina num Filme). PÚBLICO</div>

Realizado por

Quentin Tarantino

Elenco

Leonardo DiCaprio, Margot Robbie, Al Pacino, Kurt Russell, Dakota Fanning, Luke Perry, James Marsden, Brad Pitt, Tim Roth

Críticas Ípsilon

O cowboy e a fluffer

Vasco Câmara

O final é uma estocada assombrosa, mais uma “operação kino” de Tarantino. Mas para aí chegar percorre-se um árduo caminho.

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Quando a História se engana na porta

Luís Miguel Oliveira

Era uma Vez...em Hollywood é um filme sexy e malévolo, onde o espectador se embrenha e segue o gozo que cada cena lhe dá.

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Críticas dos leitores

João Francisco Matoso de Melo Miranda Mendes

Filme de um dos realizadores/atores melhores da atualidade, Quentin Tarantino, em que a dupla de atores DiCaprio/Brad Pitt encaixam como uma luva.

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Raul

Bastante inventivo. Todo ele sequenciado em cenas que se autonomizam tornando o filme vivíssimo e fomentando um despertar contínuo da parte do espectador. Filme para quem gosta de cinema, não para quem quer passar o tempo a ver mais um filme. O filme pressupõe um certo conhecimento da época e de cinema, como por exemplo os western italianos com Clint Eastwood.

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Paulo Lisboa

Fui ver o filme porque sou apreciador dos filmes de Tarantino e porque gosto e ver actuar Bradd Pitt e Leonardo DiCapario <br />Gostei do filme. O filme vê-se mais ou menos bem, já que a realização, se bem que competente, limita-se a fazer o essencial, nunca chegando a deslumbrar, excepto na caracterização da época, que está perfeita: Grandes carros, toda a gente a fumar e a beber a toda a hora. As actuações de Brad Pitt e de Leonardo Di Caprio, como de costume, são boas, e carregam o filme praticamente às costas. Mas tirando isso, pouco mais há a registar, já que o filme acaba por se arrastar um bocado, até pelo facto de durar duas horas e quarenta minutos, o que acentua ainda mais essa sensação. O filme só «dispara» no seu último terço, num registo mais à Tarantino. <br />Estamos perante filme razoável de Tarantino. Que embora satisfaça, só o recomendo a apreciadores do realizador, ou deste género de filmes, ou ainda dos actores em questão. <br />Numa escala de 0 a 20 valores, dou 13 valores a este filme.

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Juliana

Boa realização e excelente fotografia. <br />Para quem gosta de carros tem aqui um filme que deve ver nos cinemas, particularmente, de carros dos anos 60. <br />Anda-se de carro para todo o lado, e fuma-se em todo o lado. <br />Um bom retrato dos anos 60-70 dos EUA e das personagens de cinema à época. Crítica aos hippies e à sua forma de estar na sociedade. <br />No entanto, o filme é extremamente longo, tem diálogos que demoram uma eternidade e que não acrescentam nada à história. Se entrasse depois do intervalo, conseguia perceber todo o filme, e entrava a tempo da melhor parte: o final. <br />O final é muito Tarantino. <br />Violência muito gráfica, que nos faz rir e pensar que apesar de as duas horas que passaram foram excessivas, valeu a pena ir ao cinema. <br />Excelentes prestações de Brad Pitt e Leonardo DiCaprio. Quanto à personagem de Margot Robbie, parece ter sido criada apenas para introduzir uma mulher bonita no ecrã. E neste filme a atriz não vai mais além disso.

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Juliana

Boa realização e excelente fotografia. <br />Para quem gosta de carros tem aqui um filme que deve ver nos cinemas, particularmente, de carros dos anos 60. <br />Anda-se de carro para todo o lado, e fuma-se em todo o lado. <br />Um bom retrato dos anos 60-70 dos EUA e das personagens de cinema à época. Crítica aos hippies e à sua forma de estar na sociedade. <br />No entanto, o filme é extremamente longo, tem diálogos que demoram uma eternidade e que não acrescentam nada à história. Se entrasse depois do intervalo, conseguia perceber todo o filme, e entrava a tempo da melhor parte: o final. <br />O final é muito Tarantino. <br />Violência muito gráfica, que nos faz rir e pensar que apesar de as duas horas que passaram foram excessivas, valeu a pena ir ao cinema. <br />Excelentes prestações de Brad Pitt e Leonardo DiCaprio. Quanto à personagem de Margot Robbie, parece ter sido criada apenas para introduzir uma mulher bonita no ecrã. E neste filme a atriz não vai mais além disso.

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Isabel Pinto

Tarantino no seu melhor. Abordagem muito inteligente dos «bastidores» de Hollywood, dos seus vícios e virtudes. <br />Recomendo vivamente.

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Zita Oliveira

A sala já escura acolhe os espectadores. As imagens do filme, as críticas, as entrevistas ao realizador, todas fazem crescer a ideia de que ali está um filme que é bom, mesmo antes de o ser. Será? <br />Quentin Tarantino é um contador de estórias e esse é um facto inegável. O filme começa com a imagem quase distorcida de um ator narcisista, que se alimenta de uma série que.. vamos descobrindo, foi cancelada há tempo a mais.. <br />As interpretações são fantásticas, seja dos atores consagrados, seja de jovens atores (não atrizes, a jovem informa logo que não gosta do termo!). <br />A fotografia, a banda sonora, os cenários e o guarda roupa.. tudo nos transporta para 1969... Hollywood parece viver dentro de uma bolha, tudo é brilhante, luminoso, apelativo. <br />Os hippies, os trabalhadores da indústria cinematográfica, as ruas, tudo parece real. <br />Quase podemos pensar, quase na recta final do filme que a história vai seguir os eventos reais... Mas não! Tarantino é bom no que faz, porque, além de tudo, se diverte e essa diversão passa para o público, quase de forma malévola. Fechei os olhos nas cenas finais, não sou fã (mesmo que reconheça a arte)... Quase ouvi os gritos de outro filme, Kill Bill! <br />No fim, senti que ouvi e vi uma história cativante! Que conheci Rick, Cliff, Sharon e Jay, entre outros. <br />Vale a pena ir ver e ouvir esta estória!

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João Morais

Um filme ridículo, vazio, enfadonho, aborrecido, lento, básico, sem absolutamente nada de interessante, nada.

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João Morais

Brutalmente ridículo, aborrecido, patético, lento, desinteressante, vazio, bacoco, básico. Enfim, um embuste sem classificação, uma vergonha de filme sem nexo nem sentido, uma burla para ganhar dinheiro e nada mais.

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António Boavida

Depois destas críticas tão extremadas, concluo, é um filme que mexe com o público, é um filme obrigatório.

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