12 Anos Escravo

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Drama 134 min 2013 02/01/2014

Título Original

12 Years a Slave

Sinopse

<p>EUA, 1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um negro livre, vive em Nova Iorque com a mulher e as duas filhas. Leva uma existência tranquila, entre os dotes de carpinteiro e o talento para tocar violino. Atraído pela ideia de uma vida melhor, aceita o convite de dois homens para entrar numa digressão. Porém, a glória e o lucro prometidos transformam-se num pesadelo quando, após uma noite de copos, ele acorda acorrentado. A partir desse momento, torna-se escravo. Agora é tratado por Platt, nome que lhe dão para esconder a sua condição de homem livre, e é violentamente forçado a omitir a sua identidade. É comprado pelo dono de uma plantação no Louisiana, onde passará 12 anos até ser finalmente libertado.<br /> Um filme dramático realizado por Steve McQueen ("Vergonha", "Fome"), que procurou aprofundar a história da escravatura nos EUA e abordá-la segundo uma perspectiva mais realista, a partir de factos verídicos. Tem como base as memórias do próprio Solomon Northup, que foi raptado e vendido como escravo em meados do século XIX. "12 Anos Escravo" recebeu sete nomeações para os Globos de Ouro. O elenco inclui ainda Michael Fassbender, Benedict Cumberbatch, Brad Pitt, Paul Giamatti, Paul Dano e Lupita Nyong'o.<br /> PÚBLICO</p>

Realizado por

Steve McQueen

Elenco

Chiwetel Ejiofor, Michael Fassbender, Michael K. Williams

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Críticas dos leitores

Laisa Leicia

Filme pesado e deprimente, não gostei como termina mais é legal. Em fatos sobre a escravidão nos EUA é o melhor filme de 2014. Dizem, né?Vi na Escola e Agora tenho que fazer resumo...#@$|*

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Cruz

Hepá eu pessoalmente não gostei o modo como termina o filme, acho que teria sido melhor se tivesse outro fim. Porque os espectadores ficam na expectativa que aconteça algo e o que sucede é algo bem distante. Mas tem uma boa história e não foge da realidade em que vivemos.

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André Paiva

Lamento discordar com o sr. Luís Miguel Oliveira na sua crítica, mas devo dizer que apenas quem não conhece realmente o trabalho de McQueen é que afirma a melhor coisa no filme é a banda sonora. Não é, em nenhum dos filmes, apesar de ser sempre muito boa e perfeitamente coerentes com as imagens. <br />McQueen, em 3 filmes, ganhou vários prémios de melhor filmagem, incluindo o camera d'or no festival de Cannes. A grande magia de McQueen está essencialmente na forma como o filme é filmados. Um conjunto de imagens fabulosas e planos estrondosos que não se vêem noutros filmes e muito menos no cinema Hollywood. <br />Um outro aspecto que faz McQueen o realizador que é, são os cenários crus em que ele insere as personagens. São filmes chocantes, que dão a volta ao estômago (como o caso de Fome) e que, claramente não são filmes com o propósito de serem bonitos, ao contrário da grande parte dos filmes de Hollywood, que cinema se pode designar. <br />Os filmes de McQueen são autênticas obras de arte, em todos os níveis, que, como outros muito, acompanharão, com certeza, a história do cinema mundial.

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João Parada

Ontem fui ao cinema para ver o filme vencedor do Óscar de melhor filme de 2014. A minha decepção foi igualmente proporcional à entrega dos outros Óscares. Concordo talvez com um ou dois dos que foram entregues, os outros são um total "bullshit". As minhas expectativas não eram grandes mas mesmo assim saí do filme com uma sensação de vazio e desapontamento, e que confirmou uma vez mais a minha teoria acerca da Politização dos Óscares. Que os americanos sintam vergonha do seu passado (e presente) e tentem agora redimir-se, nada contra, mas que transportem isso para a atribuição dos prémios da 7ª Arte parece-me completamente descabido.

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Lurdes

Deprimente.

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marc

Achei neste filme uma obra pertinente que tem como objectivo representar a extrema violência do sistema escravagista. Não há happy end geral, não há vingança do bem contra o mal. Parece que o realizador tenciona fazer uma obra de historiador. O engenho do herói para sobreviver não é assim tão importante como o pesadelo da sua situação.

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Anônimo

Deprimente e chato.

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Cerveira Pinto

Confesso que tinha alguma curiosidade de ver um filme de Steve McQueen, já que os anteriores “Fome” (2008) e “Vergonha” (2011) foram bastante aclamados pela crítica e até premiados. Não tive porém a oportunidade de ver nenhum deles, o que não aconteceu agora com este “12 anos escravo”. Lamentavelmente, as expectativas eram demasiado elevadas para um produto de não tão grande qualidade. O filme parece feito à medida de Hollywood, com produção meticulosa e híper-realismo q.b., partindo mesmo de uma história verídica. No entanto à custa de tanto realismo o filme acaba por tornar-se caricatural, num desenrolar infindável de horrores e torturas que de tanto querer “mostar” a maldade humana acaba por a banalizar, ficando ainda a sensação de algum “voyeurismo”. As personagens perdem assim densidade e caem num registo exacerbadamente dramático que, inclusive, lhes retira alguma credibilidade. Também o aparecimento de Brad Pitt que se arrasta pelos minutos finais do filme parece “encaixar” numa lógica de cedência aos interesses comerciais da máquina “hollywoodesca”. A história acaba também por se tornar pouco atractiva sob o ponto de vista narrativo. Na realidade, pouco acontece num período de 12 anos, para além do já referido, sendo que alguns dos momentos mais interessantes são os que conseguem dar uma ideia da cultura afro-americana, nomeadamente através da música. A realização é escorreita, sem defeitos, mas também sem rasgo.

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Luís

Vi um filme realizado por alguém com "voz" própria, onde a narrativa/intriga é secundária - é apenas um meio (como o são os actores, a banda sonora, a fotografia,..) para transmitir ideias. Ideias sobre a nossa "aventura" enquanto humanos. McQueen apresenta-nos a "acção", mas também nos permite momentos de contemplação, lembrando-nos que as nossas supostas verdades (e.g., a aceitação da escravatura, a crença religiosa,..) são contigentes. O que não é?..... (Questões...questões... - filme "curioso")

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André Santos

Depois do choque da situação (logo no início), o filme não apresenta uma única boa ideia (excetuando o curto discurso filosófico de Brad Pitt) nem nos provoca qualquer emoção - quem viu o trailer viu o filme. Podia ter explorado a ideia de "por que será que nos sentimos pior com a situação de um homem que perde a liberdade do que com um homem que foi escravo toda a vida?". Mas isso seria pedir demais.

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