O Dia Em que a Terra Parou

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Ficção Científica, Drama 92 min 2008 M/12 11/12/2008 EUA

Sinopse

Klaatu (Keanu Reeves) é um extraterrestre com uma aparência humana que aterra na Terra, provocando uma série de incidentes. No hospital para onde os militares o levaram, e enquanto Governo e cientistas tentam desesperadamente perceber os seus mistérios, a doutora Helen Benson (Jennifer Connely) consegue estabelecer contacto com o alienígena. E aí, percebe que ele foi enviado à Terra com uma missão: salvar o planeta. Porém, quando lê em Washington as palavras de Lincoln, percebe que os humanos ainda podem ter esperança. "O Dia em que a Terra Parou" é uma nova produção do clássico de ficção científica de 1951, realizado por Robert Wise. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

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Apocalipse ambientalista

Jorge Mourinha

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Críticas dos leitores

Bué de efeitos especiais

Nazaré

O argumento tem coisas giras, com Keanu Reeves de regresso às rotinas à Johnny Mnemonic (e temos ocasião de ouvir o chinês dele), mas o que realmente se retém, e de maneira surpreendentemente eficaz, é a mensagem ecológica. Sim, porque a perspectiva de sermos castigados pelo nosso mau comportamento dispara emoções nada triviais. Mais subtil, e de grande interesse, é a personagem do miúdo como metáfora da humanidade. Desde o fedelho tipicamente "malcriado" que gosta de desafiar, numa expressão da sua revolta interior pela orfandade, ao seu gesto de abraçar a mãe adoptiva (Jennifer Connely), metáfora da Terra, assiste-se a um processo de conversão desencadeado na cena da ponte. Será a humanidade como um todo capaz de se converter? E há a frase “não é o vosso planeta”. Muito giro. Pode não ser uma obra-prima, pode descambar no catastrofismo de computador, mas merece respeito. E que o vivamos.

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Este filme.....

Miguel Vaz Pinto e Mariana Vaz Pinto

É uma verdadeira banhada! Nunca vi um filme tão mau!

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Demasiado simplista

Liliana

A sensação que fica no final do filme é a mesma que temos quando pedimos um sumo de laranja natural e nos trazem água... Os acontecimentos surgem aos olhos do espectador demasiado depressa, as falas são insípidas e a história em si está muito mal aproveitada. A frase que se ouviu na sala quando o filme terminou foi "isto é o intervalo?".

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O dia em que a Hollywood parará de financiar flimes tão fracos

Flávio Miguel Saraiva Flórido

Muito mau. As conversas todas juntas cabem numa página A4. Sem profundidade, uma espécie de mensagem muito pobre, muito mal conseguida. Banal. Tenho pena dos comentadores que são obrigados a verem isto para conseguirem fazer o seu trabalho.

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MEtafora

Sempre o mesmo

Este filme foi como uma metáfora que se vive: Quando estamos com problemas, aflitos, mudamos os nossos hábitos, ultrapassamos os nossos desentendimentos. Só por vezes após uma grande doença, uma grande perda, um perigo, somos capazes de dar o salto, modificarmo-nos e sermos melhores. Valeu ver o filme porque de coboiadas e racionalismos estéreis tendo vindo, eu, a estar farto.

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Filme de série B

Afonso Castro

Um filme de série B, com argumento patético e inverosímil. Não é um filme de ficção, é a ficção dum filme. Uma perda de tempo e dinheiro.

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Missão impossível

Raúl Reis

É sabido que os “remakes” são um exercício arriscado. Mais difícil ainda é a adaptação de livros, mas com “The Day the Earth Stood Still” trata-se do primeiro caso. Em 1951 saiu um filme de ficção científica do género “Twilight Zone” que fascinou os jovens de então e se tornou um filme-culto. A história era simples e politicamente correcta para o início dos anos 50: os extraterrestres ameaçavam destruir a Humanidade porque os seres humanos não paravam de se guerrear. Sessenta anos depois ainda há guerras, mas parece que a preocupação é outra: a protecção do meio ambiente. Por isso, os extraterrestres que aterram na Terra em 2008 têm uma única preocupação: salva o planeta da influência nefasta do ser humano. Em resumo, eles querem exterminar a Humanidade para salvar o planeta, enviando mesmo naves espaciais que vão funcionar como arcas de Noé para salvar a fauna da Terra. O enviado dos extraterrestres chama-se Klaatu (Keanu Reeves) e é um ser inexpressivo, frio e determinado. Depois de muitas peripécias, Klaatu arranja uma amiga cientista (Jennifer Connelly) que o tenta convencer a dar uma segunda oportunidade aos homens. “The Day the Earth Stood Still” conta uma história previsível, bastante lamechas e cheia de situações sem princípio nem fim. Como espectador fiquei várias vezes envergonhado por simplesmente estar naquela sala. Apesar de um claro esforço por parte dos actores - Reeves é excelente na sua inexpressividade, John Cleese faz uma aparição que faz esquecer por uns instantes que o filme é péssimo e Jennifer Connelly tenta representar toda a Humanidade – a missão de salvar o filme é impossível! Raúl Reis PS - A sinopse do Cinecartaz diz que a nave aterra num centro comercial, certamente uma má tradução ou interpretação de Central Park...

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ET - Ecologia terrestre

Rui Rocha

Este é um filme que tem o mérito de nos levar a reflectir sobre o nosso destino como humanidade. De facto são poucos os momentos que verdadeiramente dispensamos a reflectir e a ponderar sobre as nossas atitudes e consequentes resultados. Aqui fica também marcada todo a nossa incapacidade para lidar com uma situação aparentemente imaginária mas que não deixa de ser possível. A grande questão que o filme levanta é quando um "ser" extraterrestre nos informa que o planeta terra não é nosso e que para o salvar é preciso matar a humanidade. Aqui está a grande virtude do filme! Estaremos nós ou não à beira do abismo e seremos capazes de nos salvar? Seremos capazes de fugir do nosso próprio suicídio? No filme a esperança acaba por não morrer mas pode ser apenas um adiamento...

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Mais um na categoria de...

Z

Mais um filme para preencher a categoria de Ficção Cientifica e uma realidade tipicamente normal do nosso dia-a-dia de sociedade e comportamentos humanos. Pode o próprio ser humano agir sem destruir algo?

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Um muito bom remake de um clássico (CUIDADO SPOILERS)

Luis Lima

Sendo sempre uma versão moderna de um clássico, um filme nunca pode estar ao nível do anterior. Pena que muitos críticos nunca percebam esta lei básica do cinema. O toque ambientalista do filme nada mais é do que a necessária e há muita antecipada (por não ter começado agora) saturação subliminar da consciência das massas para um problema que oficialmente muitos continuam a ignorar, querer esconder e, principalmente, não dar às pessoas a verdadeira dimensão da catástrofe que se adivinha. Por isso, qualquer filme que toque nesse aspecto, para mim é bom. Ponto final parágrafo. Efeitos especiais à parte, este filme é uma metáfora para a ideia (NÃO RELIGIOSA) de que a Humanidade é dona do seu destino e podem mudar as coisas se o quiserem fazer. Na verdade a ideia de todo o conceito do remake é dar a entender que a sociedade como nós a vemos é uma fachada, há coisas muito superiores a nós (dentro e for deste planeta) e que temos é de aceitar isso e trabalhar para nos salvarmos e para que estejamos aqui muito tempo a criticar cinema em vez de termos sido reduzidos a cinzas por catástrofes ambientais. A todos os fãs do clássico de 51 - não percam. Aos outros, vão ver. É muito bom. PS: E Sr Jorge, da próxima vez que quiser contar metade do filme numa crítica AVISE NO TÍTULO. Pode ser Sr. Jorge? Muito obrigado. É que as pessoas que não viram o clássico gostariam de manter o suspance de um filme. Um bocado de respeito pelos cinéfilos não fazia mal...

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