Niagara
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Niagara
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Críticas dos leitores
Niagara
Fernando Oliveira
Este filme de 1953 (também o ano de “Os Homens Preferem as Loiras”, de Hawks) foi essencial para a construção do mito em que Marilyn Monroe se tornou (e lembro que a sua carreira cinematográfica duraria apenas mais oito anos numa dezena de filmes até “The Misfits”, de Huston em 1961).
Foi neste filme que nos enfeitiçou com o seu andar, foi neste filme que ela provoca estremecimentos enquanto canta “Kiss”, foi também este o único filme em que a sua personagem morre. É uma narrativa de uma tragédia, história de traição, ciúme e crime; um casal em segunda lua-de-mel (ela é a magnifica Jean Peters), num alojamento junto às cataratas do Niágara, envolve-se na relação fatídica de um outro casal: a mulher (Marilyn Monroe) é deslumbrante e desperta paixões à sua volta, ele (Joseph Cotten) é mentalmente perturbado e a sua obsessão e ciúmes arrastam-no para o crime, numa cena de um suspense admirável em que a personagem interpretada por Marilyn é assassinada na torre dos sinos.
Mas embora a cena final nas cataratas esteja muito bem encenada é verdade que Henry Hathaway não tem a qualidade para espelhar na vertigem sentimental daquele casal a fúria e a força do local que nomeia o filme. Seria um filme apenas interessante senão fosse a presença de Marilyn Monroe. (em "oceuoinfernoeodesejo.blogspot.com")
O nascimento de uma estrela
F. J. Forte
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