Matrix Resurrections

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Acção, Ficção Científica 148 min 2021 M/14 22/12/2021

Título Original

Matrix Resurrections

Sinopse

No início de “Matrix”, de 1999, Keanu Reeves era Thomas A. Anderson, um programador informático que, à noite, se transformava num “hacker” chamado Neo. Foi contactado por rebeldes, tomou um comprimido vermelho e descobriu que o mundo em que achava que vivia era uma ilusão e que os humanos eram mero gado para gerar energia para as máquinas que tomam conta do mundo. Nasceu, assim, o herói Neo. Seguiram-se dois filmes e várias peripécias.
No quarto filme da saga, assinado apenas por Lana Wachowski, ao contrário dos três anteriores, feitos em conjunto com a sua irmã Lily, a personagem de Keanu voltou, 20 anos após o que aconteceu em “The Matrix Revolutions”, a viver como Anderson em São Francisco, sem se lembrar do que lhe aconteceu antes. Algumas caras do passado voltam-se a cruzar com ele, mesmo que ele não as reconheça, e tem de tomar mais uma vez um comprimido vermelho para ver a realidade tal como ela é e não como a tentam fazer parecer. PÚBLICO

Realizado por

Lana Wachowski

Elenco

Keanu Reeves, Jada Pinkett Smith, Christina Ricci, Jessica Henwick, Carrie-Anne Moss

Críticas Ípsilon

Um beijo (não) é só um beijo

Jorge Mourinha

Não havia necessidade de um quarto Matrix, mas com uma bela pirueta que leva em conta os 20 anos passados desde o original e a sua influência na cultura popular, Lana Wachowski prova que, afinal, sim.

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Críticas dos leitores

Fica deitado, Lázaro...

Pedro Brás Marques

1999. Era o ano em que os fãs de ficção-científica tinham reservado para 13 de Setembro a celebração do “dia da partida”, o momento em que a Lua abandonaria a sua órbitra, inciando uma viagem pelo espaço, como prognosticava, décadas antes, a série “Espaço 1999”. Mas, este mundo temático havia sofrido, meses antes, uma verdadeira revelação, com a estreia dum filme que se tornaria icónico: “The Matrix”, realizado pelos irmãos Wachowskis. Visualmente era um deslumbramento, com sequências de acção nunca vistas, mas sem perder algumas referências visuais da História do Cinema e da Arte. Mas, ao nível conceptual, ainda ia mais longe, em especial se atendermos a que se tratava dum produto americano. Desde logo, a concepção filosófica sobre o que é realidade e o que é ficção, estribado em “Simulacros e Simulação”, de Jean Braudillard, ao mesmo tempo que fazia uma original síntese de temas religiosos, gnósticos, filosóficos, mitológicos, esotéricos e antropológicos. Uma obra complexa, passível de diferentes níveis de leitura. Ainda se seguiriam mais duas continuações, “Reloaded” e “Revolutions”, que fechavam o arco da narrativa. Ou assim pensávamos… <br /> <br />Mas eis que chegados a 2021 e é anunciado “Matrix: Ressurrections”. OK, já há dois milénios que todos sabemos que um Salvador tem a capacidade de ressuscitar, mas será que era mesmo necessário fazer o mesmo a Neo/Mr. Anderson? Curiosamente, o próprio filme, num momento de auto-ironia, responde à questão, pela boca duma das personagens: "não, não era preciso, mas se a Warner insistia, então mais valia ser a mesma equipa a fazê-lo"… <br />Temos assim um salto temporal de sessenta anos, em que Neo já (re)aparece vivo e de boa saúde, Trinity é Tiffany, uma mãe exemplar, a distopia entre mundo real e ilusório mantem-se e as máquinas continuam a comandar quase tudo… Então, onde é que está a salvação? No Amor, claro. Daí que uma das linhas narrativas, de onde as demais se alimentam, passa por reunir o casal-maravilha. Cenas de acção não faltam, há personagens novos, outros que envelheceram, mas fica a sensação de que, naquele universo, quase tudo está na mesma… Daí que Lana Waschowski tenha optado por transferir o sentido da história para um muito mais prosaico drama amoroso. Não espanta, portanto, que o público não tenha acorrido às salas com a voracidade que a produtora esperava, até pela sensação de que a história estaria “fechada” e de que “Matrix: Ressurrections” não passa dum golpe comercial. O que é verdade, embora se reconheça que oferece um entretenimento pirotécnico bastante agradável.

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Fraquinho, fraquinho!

Rui, Lagoa

Deviam ter terminado no último. Este filme em nada acresce para o argumento, se não existisse também não sentiríamos falta.

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Entre o suficiente mais e o bom pequeno

Paulo Lisboa

Fui ver este filme, porque já tinha visto os anteriores filmes da saga "Matrix", dos quais gostei muito.
Gostei do filme, é um filme com um argumento interessante, que de certa forma volta às origens do filme inicial. Embora haja boas cenas de acção e bons efeitos especiais, o filme, se bem que relativamente bom, nunca chega a deslumbrar, pese as boas e competentes interpretações de todos os actores.
Estamos perante um filme entre o suficiente mais e o bom pequeno.
Numa escala de 0 a 20 valores, dou 14 valores a este filme.

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Sem a magia que foi.

Carlos

Este filme sem o Morpheus não tem sentido, a história do filme é pobre, sem emoção. <br />Esperava muito deste filme, mas foi pena não terem mais imaginação.

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Sem a magia que foi

Carlos

Este filme sem o Morpheus não tem sentido, a história do filme é pobre e sem emoção. <br />Esperava muito deste filme, mas foi pena não terem mais imaginação.

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