//

Mata-te, Amor

Imagem Cartaz Filme
Foto
Votos do leitores
média de votos
Imagem Cartaz Filme
Foto
Votos do leitores
média de votos
Thriller, Drama 119 min 2026 M/16 15/01/2026 EUA, GB, CAN

Título Original

Depois de deixar Nova Iorque e se mudar com Jackson, o marido, para uma casa de campo no estado de Montana, Grace, uma jovem escritora, tenta dar sentido à sua nova vida com um bebé nos braços. Mas a mudança, que deveria trazer‑lhe estabilidade e paz, transforma‑se rapidamente em algo opressivo. À medida que os dias se repetem, sente‑se cada vez mais isolada e assoberbada pela maternidade, começando a revelar uma inquietação que se manifesta em raiva e em perigosos impulsos de agressividade.

Inspirado no romance homónimo escrito, em 2012, por Ariana Harwicz — que, juntamente com A Atrasada Mental (2014) e Precoce (2015), compõe a Trilogia da Paixão —, este drama psicológico é realizado pela cineasta inglesa Lynne Ramsay ("A Viagem de Morvern Callar", "Temos de Falar Sobre Kevin", "Nunca Estiveste Aqui") e teve a sua estreia no Festival de Cinema de Cannes. Com Martin Scorsese entre os produtores, conta com as interpretações de Jennifer Lawrence, Robert PattinsonLaKeith Stanfield, Nick Nolte e Sissy SpacekPÚBLICO

Críticas Ípsilon

Mata-te, Amor: o amor, uma cabana e terra queimada

Jorge Mourinha

Jennifer Lawrence, actriz unânime, e Lynne Ramsay, realizadora mal-amada, fazem faísca num filme (produzido por Martin Scorsese) sem medo do ridículo.

Ler mais

Sessões

Críticas dos leitores

Mata-te amor

Fernando Pimentel

A primeira coisa que se deseja depois de ver este filme é que Jennifer Lawrence não se mate, para continuar a dar corpo a personagens que fiquem connosco, como esta. Já percebi, por vários comentários, que não é um filme consensual, e concordo nesse ponto. Porque "Mata-te, Amor" é uma película que convida a estranheza a entrar. Estranha-se mas, como sabemos, esse é, por vezes, um dos veículos da beleza, um daqueles que a arte escolhe para chegar.

Escolhendo mecanismos quase infantis para nos inquietar, o filme consegue ser eficiente. Não preciso de ver números para considerá-lo um trabalho de baixo orçamento. E no entanto é eficaz na forma de produzir alguns dos seus efeitos. Por vezes assusta, surpreende, choca.

Quem vai à procura de uma história, apesar de ela existir, pode sair desiludido, porque embora nos façam ver coisas diferentes do habitual, os elementos insólitos retiram à narrativa algum do seu poder, fica-se um pouco aquém daquela esperada coerência. Mas se nos agarramos à(s) personagen(s), se olhamos para o filme também pelos momentos de performance, se damos a nós próprios a oportunidade de nos surpreendermos como diante de um novo quadro, um novo estilo de pintura, então podemos lembrar-nos mais deste filme do que de um filme popular de qualidade dos EUA. Esses filmes são por vezes muito bons, muito bem feitos, com momentos fantásticos, são agradáveis vinhos.

"Mata-te, Amor" é diferente. Áspero na boca, sente-se o álcool, mas tem final de prova prolongado. Ainda o sinto semanas depois. O teor alcoólico é maior. Devia ser só para adultos.

Continuar a ler

Muito mau, mas mesmo MUITO mau. Dou uma estrela porque não se pode dar zero

Mário Cordeiro

Tão mal engendrado, tão previsível e tão irritante que saí antes do fim, pela segunda vez em mais de 60 anos de amante de cinema. Ambiente sufocante, lento (isso poderia fazer sentido), mas feio e sem nexo. Nada da mensagem que o filme supostamente poderia abordar é aprofundado. Tudo se resume a uma mistura de tédio, irritação e mau cinema. Mal empregue dinheiro!

Continuar a ler

Envie-nos a sua crítica

Preencha todos os dados

Submissão feita com sucesso!