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Marty Supreme

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Drama 150 min 2026 M/14 22/01/2026

Título Original

O argumentista Ronald Bronstein e o realizador Josh Safdie, que já tinham colaborado em "Vão-me Buscar Alecrim" (2009), "Heaven Knows What" (2014), "Good Time" (2017) e "Diamante Bruto" (2019), inspiram-se na vida de Marty Reisman (1930-2012).

Aqui com o apelido Mauser e interpretado por Timothée Chalamet, num papel que lhe valeu o Globo de Ouro e o Critics Choice Award, o filme conta uma história de determinação, talento e obsessão. Marty, um simples e determinado vendedor de sapatos, revela-se um prodigioso jogador de pingue-pongue, fazendo história no desporto e transformando-se numa lenda dos torneios profissionais e clandestinos, assim como nos constantes confrontos com as autoridades.

Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Kevin O’Leary, Tyler, The Creator, Abel Ferrara, Fran Drescher, Penn Jillette e Sandra Bernhard completam o elenco. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

Marty Supreme tem imaginação, ritmo e um boneco de plasticina: Timothée Chalamet

Luís Miguel Oliveira

Em Marty Supreme, que se estreia esta semana em Portugal, Josh Safdie volta às personagens que anseiam por dólares, sem grandes escrúpulos.

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Sessões

  • Castelo Branco

    • Cinebox, Castelo Branco

      14h, 21h35
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Críticas dos leitores

3 estrelas

José Miguel Costa

"Vão-me Buscar Alecrim" (2009), "Good Time" (2017) e "Diamante Bruto (2019), os filmes do realizador e argumentista norte-americano Josh Safdie (dirigidos em parceria com o irmão Bennie Safdie) que precederam o seu ultra-mediatizado "Marty Supreme" são (todos eles) indiscutivelmente superiores a este último.

Esta comédia dramática, que nos transporta até à Nova Iorque decadente da década de 1950 (magnificamente ilustrada por uma "fotografia suja", captada em película de 35 mm) para relatar-nos as (des)aventuras de um narcísico e extrovertido jovem jogador de pingue-pongue sedento de sucesso (sem recursos financeiros, disposto a galgar os mais elementares patamares da decência para atingir o topo da modalidade), "apenas" se agiganta graças à performance de excepção do camaleónico Timothée Chalamet (que dificilmente deixará de arrebanhar o Óscar de Melhor Actor - que me desculpem os meus queridos Leonardo DiCaprio e Wagner Moura!), bem como ao caótico ritmo electrizante imposto por uma câmara sôfrega em constante movimento e uma edição de imagem frenética.

De facto, a (subdesenvolvida) história per si é algo básica/desinteressante e, a partir de determinado momento, poder-se-á até alegar que a sua narrativa entra em modo loop. E para ajudar a compor o ramalhete, as suas personagens (apesar de competentemente interpretadas por Gwyneth Paltrow; Odessa A’zion; Sandra Bernhard; o estreante rapperTyler, The Creator; o impensável Abel Ferrara) não são detentoras da necessária "espessura emocional" @jmikecosta

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