Chuva é Cantoria Na Aldeia dos Mortos

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Drama 114 min 2018 M/12 14/03/2019 POR, BRA

Título Original

Chuva é Cantoria Na Aldeia dos Mortos

Sinopse

<p dir="ltr">Ihjãc tem 15 anos e é um dos indígenas krahô do norte do Brasil. Perdeu o pai e é visitado pelo espírito dele, o que o leva a preparar uma festa de fim de luto. Entre o documentário e a ficção, este filme de João Salaviza e Renée Nader Messora resulta do convívio de anos que os realizadores tiveram com este povo indígena. É uma produção luso-brasileira que ganhou o prémio especial do júri na secção Un Certain Regard da edição de 2019 do Festival de Cannes e também recebeu os prémios de melhor obra de ficção e melhor fotografia no Festival de Cinema de Lima, no Peru. PÚBLICO</p>

Críticas Ípsilon

Os índios krahô a verem-se a eles próprios

Luís Miguel Oliveira

Em vez da visão solene de uma sociedade mumificada, uma pureza que importaria preservar, o filme de João Salaviza e Renée Nader Messora introduz na aldeia krahô uma gota de distância crítica face à sua própria identidade.

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Críticas dos leitores

Maravilhoso

Daniel

Creio não ter visto outro filme semelhante a este em qualidade sobre o mesmo tema. Excelente!! <br />Muito obrigado.
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Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos

Ana Maria Farinha Carlos

Gostei muito!
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Dormi o filme todo

Ana

Muitoooooooo aborrecido e lento.
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Adormeci 3x

Carlos Ferreira

Aborrecido. Muito aborrecido!!
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5 estrelas

José Miguel Costa

"Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos", coprodução luso-brasileira, de João Salaviza e Renée Nader Messora, é uma espécie de documentário antropológico ficcionado (em modo realismo encenado) rodado, ao longo de nove meses, no seio da floresta Amazónica, na terra dos indígenas Krahô. <br /> <br />Filme eminentemente contemplativo/naturalista sobre (e com) os índios, falado no seu dialecto, que apela sobretudo aos sentidos do espectador (já que a sua arrebatadora fotografia e os longos planos fixos - filmados sem equipa técnica e em negativo de 16 mm - nos expõem perante imagens de uma enorme riqueza paisagística e etnográfica). Através dele seguimos a história mí(s)tica de Ihjãc, o magnético e enigmático menino-homem, que após a visita do espírito do falecido pai decide organizar a festa do fim do luto (comemoração tradicional da comunidade).
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Gostei

Bernardo Vaz de Castro

Não é fácil de ver e por vezes a narrativa é difícil de seguir, mas é interessante sentir como um filme quase caseiro pode ter qualidades que seriam impensáveis numa produção maior.
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