Assim Nasce Uma Estrela

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Drama, Musical 136 min 2018 11/10/2018 EUA

Título Original

A Star Is Born

Sinopse

<div>Apesar de sobreviver à custa de um ordenado miserável como empregada de mesa, Ally nunca abandonou o sonho de se tornar uma estrela. Um dia, conhece Jackson Maine, um cantor consagrado com tendências autodestrutivas que reconhece o seu talento musical e resolve ajudá-la. Os dois apaixonam-se e vivem uma grande história de amor. Mas, ao mesmo tempo que ela começa a atingir o estrelato e a emocionar multidões, Maine torna-se vítima da implacável máquina que tem o poder de criar e destruir vedetas. Dominado pelo vício do álcool e drogas, Jackson inicia uma verdadeira descida aos infernos, deixando marcas profundas no seu relacionamento com Ally.</div> <div>Quarta versão da obra realizada, em 1937, por William A. Wellman – com Janet Gaynor e Fredric March nos principais papéis –, um drama musical que marca a estreia na realização do actor Bradley Cooper, que aqui também assume os papéis de argumentista e protagonista. Para além de Cooper, no elenco participam Lady Gaga, Andrew Dice Clay, Dave Chappelle e Sam Elliott. A título de curiosidade, estava inicialmente previsto que este filme fosse realizado por Clint Eastwood e protagonizado por Beyoncé. PÚBLICO</div> <div> </div>

Críticas Ípsilon

Bradley Cooper e Lady Gaga em busca do arco-íris

Jorge Mourinha

A estreia na realização de Bradley Cooper e no cinema de Lady Gaga é um gesto hiper-romântico que adapta um melodrama clássico à medida dos nossos dias.

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Críticas dos leitores

Assim Nasce Uma Estrela

Maria A Ribeiro Freire

Excelente surpresa. <br />Simplesmente FABULOSO!
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Lamechas mas...

Paulo Fortunato

Muito bom e agradável.<br />A Gaga impressiona como actriz e o Bradley como cantor.<br />Boa dupla.<br />Parabéns.
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Lindo

Maria do Céu Barros

Filme magnífico. Músicas lindas. Realidades duras.
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Melhor do ano

Jorge

Grandioso: banda sonora, papel do Bradley muito bem feito, Lady Gaga nada mal, uma história lindíssima. <br /> <br />Bravo!
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Péssimo

Jose loureiro

Uma boa história, muito mal contada, sem qualquer profundidade, sem imaginação. É quase um documentário sobe a Lady Gaga, que se revela uma actriz minimamente aceitável. Uma telenovela em cinema. Boa banda sonora, o resto muito fraco.
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Maravilhoso

Elsa

Filme extraordinário!
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O eu e o nós

António Marques

A sempre arriscada tentativa de obter um equilíbrio entre a vida profissional, perto do sucesso, e a pessoal, junto a quem se ama, é a base desta quarta versão de “Assim nasce uma Estrela”, agora adaptada aos gostos e às cores contemporâneas. <br />Jackson é uma super-estrela no firmamento do country-rock, mas eclipsa-se atrás de garrafas de gin e de bourbon. Um dia, em carência, resolve entrar no primeiro bar que encontra e é aí, no meio de drag queens, que descobre Ally, por quem se apaixona perdidamente. Jackson tem uma alma de ouro. Nunca vira a cara a um fã, nunca mostra inveja dos demais cantores e assume como objectivo partilhar as luzes da ribalta com Ally. Mais: ele quer que ela brilhe, que tenha sucesso, que conquiste o Mundo. Só que Jackson carrega, desde muito novo, um pesado fardo: é um dependente, alimentando-se de álcool e drogas. O passado, longínquo, onde pontifica uma relação turbulenta com o pai, nunca o largou. Ele tem presente, qual Fausto, que se foi esse passado que lhe deu a alma para ele construir as suas canções, também será esse passado a decidir o seu futuro quando encontra Ally. Vê nela a esperança para alterar a sua vida, mas será uma mudança eficaz ou tudo não passa de vã fantasia, tal como os homens daquele bar primordial que se vestem de mulheres para parecerem uma, bem sabendo que o sonho é inalcançável? Jackson percebe, então, que não há espaço nem conciliação possível na resposta à pergunta sobre o que é mais importante: a sua vida ou a da mulher amada? <br />Os limites do amor já foram explorados sob todas as formas artísticas, algumas vezes levados a um extremo em que só quem está “dentro da relação” conseguirá entender e aceitar – quem tiver dúvidas, pode eliminá-las em “L’Amour”, de Michael Haneke. Jackson, preso entre o vício e a virtude, prenuncia tragédia desde a primeira vez que nos aparece no écrã. Mas este complexo dilema é trasposto de forma magnífica por aquela que será, porventura, a melhor interpretação de Bradley Cooper até à data. Algures entre o registo de Kris Kristoffsen na versão de 1976 e o look rebelde de Eddie Vedder, dos Pearl Jam, o actor vive os silêncios da personagem, bem como os olhares perdidos e a forma como olha para a amada, transmitindo na perfeição a tempestade emocional que lhe agonia a alma. Já Lady Gaga, surpreende, talvez mais porque ninguém a estava a ver num registo tão “pesado” como este, vindo, como ela vinha, da superficialidade pop e de alguma vulgaridade exibicionista. Mas o Bradley Cooper- realizador consegue mantê-la na linha e ela à personagem. Aliás, Jackson, logo no início da carreira de Ally, dá-lhe a chave do sucesso: “Olha, o talento está em todo o lado, mas ter algo a dizer e uma maneira de dizer isso para que as pessoas o ouçam, já é algo totalmente diferente. E a menos que encares isso e tentes fazer isso, nunca o saberás. Isso, é apenas a verdade”. <br />A verdade. É precisamente isso que faz toda a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o simulado e o real. As verdadeiras estrelas são reais, são aquelas que nasceram com um dom, conseguem assumi-lo e, mais, transmiti-lo. Jackson era um deles e fez com que Ally também o alcançasse. Mas foi precisamente essa verdade, essa capacidade de ver a realidade como ela é e não como se gostava que ela fosse, que traça o destino das personagens, em especial o de Jackson. <br />“Assim nasce uma Estrela” é um filme acima da média que só perde em algumas concessões que apenas podem ter explicação do ponto de vista comercial. Se Jackson brilha no seio do mundo country-rock, Ally atravessa tudo desde rock de estádio até baladas que Whitney Houston não desdenharia, passando por momentos pop com irritantes dancinhas sincronizadas à la Justin Binber… Enfim, se nasceu uma estrela, ela chama-se Bradley Cooper.
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Fantático

L.tomas

Belo filme e com vozes fabulosas. Vejam.
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F-A-B-U-L-O-S-O

Carla

É FABULOSO! Vai tornar-se certamente num clássico. <br />A banda sonora é maravilhosa, Lady Gaga no seu melhor, ao natural, como deve ser. A voz dela é tudo! <br />Bradley Cooper canta? Desconhecia. Mas canta e toca, espetacularmente bem e funcionam muito bem juntos. <br />Chorei desalmadamente no final,
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Historia chata

Manuel

Uma história fraca de uma tonta apaixonada por um bêbado só porque é giro e conhecido! <br />Os atores são muito maus. A música é boa e a voz (acho da lady Gaga?) muito boa. <br />Jovens não se deixem seduzir por histórias tontas e homens bêbados e drogados!
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