Aristides de Sousa Mendes, O Cônsul de Bordéus

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Drama 90 min 2011 M/16 08/11/2012 POR

Título Original

O Cônsul de Bordéus

Sinopse

Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches nasceu em Cabanas de Viriato, a 19 de Julho de 1885, no seio de uma família aristocrática rural, católica e conservadora. Ocupou diversas delegações consulares portuguesas pelo mundo fora, entre elas Zanzibar, Brasil, Estados Unidos ou Guiana. Cônsul de Portugal em Bordéus em 1940, ano da invasão da França pela Alemanha nazi na sequência da Segunda Grande Guerra, Sousa Mendes desafiou as ordens expressas do primeiro-ministro, Salazar (que, durante esses anos, manteve a neutralidade de Portugal), e concedeu mais de 30 mil vistos de entrada em Portugal a refugiados de todas as nacionalidades que desejavam fugir de França. Revelando uma coragem e determinação invulgares - e consciente do risco para sua vida e a da sua família -, recusou-se a entregar milhares de pessoas a um destino certo nos campos de concentração nazis. Confrontado com os primeiros avisos de Lisboa, ele terá dito: "Se há que desobedecer, prefiro que seja a uma ordem dos homens do que a uma ordem de Deus". Aristides de Sousa Mendes faleceu na miséria, a 3 de Abril de 1954, no hospital dos franciscanos em Lisboa. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

Amadorismo pobrezinho

Jorge Mourinha

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Críticas dos leitores

Excelente e inspirador

Rui Nunes Silva

Sem duvida um filme muito inspirador que deveria servir de exemplo para as produções cinematográficas portuguesas. <br />Com tantas personalidades marcantes e histórias fantásticas que aconteceram ao longo da historia do nosso país, não sei porque não fazem mais filmes deste tipo.
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Nestes tempos de meninas vendidas e violência

Fátima Galvanese

Esse seguramente foi um HOMEM que não aceitou a banalização do mal, manteve seu espírito crítico e não atendeu ordens absurdas. É um filme a ser divulgado e discutido. Fundamental para a formação das novas gerações.
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Nos 40 anos do 25 de Abril

Adelino Torres Antunes

Este Português merece estar num lugar de topo onde estão os melhores. Não obedeceu cegamente afirmando que apenas cumpria ordens superiores. Deu toda a importância ao que de facto é mais importante - a vida. Não será certamente por falta de euros que ele e Salgueiro Maia faltarão no sítio dos grandes Portugueses.
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Aristides de Sousa Mendes

Paula Cunha

<p>A esperança será sempre a última a morrer.......</p>
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Aristides de Souza Mendes

Cândido Alberto da Fonseca

<p>Homens como esse me dão orgulho de ter em minhas veias o bom sangue português...<br />Não vi o filme pois sou brasileiro e neto de um marceneiro português progressista mas quero comprar o vídeo.</p>
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Muito bom, face ao orçamento

Gonçalo Fagundes Meira

Os críticos valem o que valem. Sempre a desancar no que é português, com preconceitos pouco recomendáveis. É evidente que com um orçamento quintuplicado a música era outra. É a mais bem conseguida homenagem a um homem que arriscou tudo para salvar pessoas.
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Vítor Norte como Consul?

Vasco Malato

Alguém acredita?
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Uma mensagem libertária, sempre atual

Luís Graça

<p>Vi ontem o filme, e aconselho... Primeiro, é português, e devemos ter orgulho no que fazemos, no que é português, mesmo não sendo uma obra-prima... Segundo, é sobre um grande português que nos reconcilia com Portugal, sobretudo nestes tempos em que andamos tão zangados, connosco próprios, com as nossas elites, com o rumo da nossa história...<br /><br />Há uma mensagem libertária na história de vida do Aristides Sousa Mendes, e que continua sempre atual: Às vezes é preciso saber desobedecer, em nome de valores que não têm preço: "Prefiro estar com Deus contra os homens do que com os homens contra Deus"... O cônsul de Bordéus referia-se ao cumprimento, cego e burocrático, da infame Circular 14, emitida por Salazar, e que proibia a concessão de vistos, pelo pessoal dos consulados e embaixadas, a certas categorias de refugiados onde se incluíam os judeus... (alguns dos quais de origem portuguesa)...</p>
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Vale a pena ... Não liguem aos críticos!

J. A.

Depois de ver o filme, confesso que não percebo as criticas. Claro que tem um orçamento muitas vezes (quantas?!?) inferior a outras produções. Não será a lista de Schindler. Gravado em poucos locais. Casting reduzido. Nota se. Mas a história é cativante. Boa luz e fotografia. Quem diz mal deste filme certamente diria cobras e lagartos de "A vida é bela" caso este filme não tivesse ganho os prémios que ganhou. A inveja é triste. Muitos destes críticos seriam em 1940 contra o que Aristides fez. Seriam os primeiros a fazer queixa a Salazar. Cobardes.
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Désobéir

Jorge

<p>Título de filme para TV bem feito, há três anos pela France2 . Melhor que este. Apesar de tudo relembra-se um Homem. Talvez o próximo seja melhor. Recomendo os dois.</p>
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