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Amor, Estúpido e Louco

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Drama, Comédia 118 min 2011 M/12 22/09/2011 EUA

Título Original

Sinopse

Cal (Steve Carell) chegou aos 40 anos com tudo aquilo com que sonhou: uma boa situação económica, uma esposa dedicada e dois filhos que não dão preocupações. Porém, tudo se esfuma quando, subitamente, Emily (Julianne Moore), a mulher, lhe pede o divórcio. Depois de algum tempo de total apatia e autocomiseração, Cal decide que está na hora de seguir a sua vida e voltar ao "activo". Porém, cedo percebe que as suas técnicas de sedução, eficazes no passado, se tornaram obsoletas. É então que dá de caras com Jacob (Ryan Gosling), um solteirão empedernido com muito jeito para mulheres que se transforma numa espécie de consultor de imagem de Cal e que o transforma num autêntico íman de sedução. Porém, por muitas voltas que dê ao seu coração, há coisas que Cal não consegue alterar...<br />Realizado por Glenn Ficarra e John Requa, a dupla responsável por "Eu Amo-te Phillip Morris", uma das mais bem sucedidas comédias de 2010. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

Amor, Estúpido e Louco

Jorge Mourinha

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Amor, Estúpido e Louco

Luís Miguel Oliveira

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Críticas dos leitores

Crítico

anónimo

<p>Sou um grande apreciador de cinema e até ao momento não li uma única crítica construtiva e positiva, do vosso critico Luís Miguel Oliveira, do qual eu concordei. Este é um bom filme, assim como são outros filmes como Tintin, e as suas críticas são desactualizadas, descontextualizadas e quase cínicas, parecendo que parou no tempo (já não se fazem mais Annie hall's). Por isso penso que não acrescenta nada de positivo aos leitores que queiram ser aconselhados antes de ir ao cinema já que a partida todos os filmes americanos, comerciais e não independentes são maus. Muitas vezes perdi o interesse em filmes que tinha expectativas de ver depois de ler as críticas do Público que acabaram por não ter nada a ver com a minha opinião do filme. Tendo consideração pelo jornal público é pena.</p>
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Muito Bom

Damien

Eu até não sou muito de ir ao cinema para ir ver filmes de comédia, gosto de terror e suspense, mas convenceram-me a ver este filme, e foi muito bom! Valeu definitivamente a pena!!
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O retorno da alma gémea

Mário Rui Santos

Alguma graça com umas personagens um bocado estranhas e mal construídas, e de repente... tudo se cruza no fim e a velha tese (já batida e desactualizada) da alma gémea lá prevalece.<br />Não sei se sou eu que estou a ficar velho e pouco paciente para estes filmes ou se estou a ficar mais sábio e exigente com as histórias que nos tentam impingir.<br />Mal comparado: um "American Beauty" em formato fast-food...
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Uma boa, mesmo boa, comédia

Nazaré

<p>Esta fita foi muito bem escrita, e tudo o que deriva daí esteve ao nível. As marotices do Cupido com os membros da família Weaver e seus satélites acabam por traduzir-se na antítese das aventuras sexuais, para pôr em relevo a felicidade que há em conhecermos a "alma gémea".<br /><br />Steve Carell (actor e co-produtor) é o chefe dessa família, cuja reacção ao pedido de divórcio da mulher (Julianne Moore) é a típica dum "tadinho" (wuss em Inglês). A raiva sai-lhe pelos olhos... em lágrimas! Quanto ao engatatão (Ryan Gosling) que resolve dar-lhe uns toques sobre como arranjar mulheres fáceis sem grandes dificuldades, vive a sua própria versão de infelicidade, continuação lógica dum lar onde faltava amor. Para ele, nenhuma das mulheres que ele leva para casa para uma noite de sexo pode ser a "alma gémea", simplesmente porque isso só acontece quando o homem é escolhido, não quando escolhe.<br /><br />Finalmente, há a rapariga de 17 anos (Analeigh Tipton) que desperta para uma paixoneta pelo pai dos miúdos na vizinhança de quem ela vai regularmente tomar conta, e com quem os pais dela acabam de cortar relações. Tudo becos sem saída, onde aliás se encontram muitas outras personagens. O filme inclui uma cena de revelações que é deliciosa, mas apesar do final-feliz tem o requinte de não resolver tudo. E mais requinte ainda de o protagonista nunca tocar na sua mulher, a não ser em espírito. Há aqui muito bom gosto e sentido de equilíbrio, doses abundantes de bom humor - diga-se antes: muita classe, e logo num género que muitos consideram "menor".</p>
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Vale a pena ir ver

Ivo MIguel Barroso

<p>Comédia romântica, com laivos de drama.<br /><br />O filme começa com duas situações contrastantes: um divórcio, pedido pela esposa ao marido: um casal em crise de meia idade, e um engatatão a seduzir mulheres num bar.<br /><br />Esse engatatão (Jacob - Ryan Gosling), ao ver a situação miserável de Cal, faz-lhe uma proposta (fica sem se saber porque o terá feito, talvez porque alguém tenha feito o mesmo com ele, em tempos):<br /><br />Propõe-se torná-lo muito atraente (desde logo, em termos de roupa) e sedutor.<br /><br />Amores trocados.<br /><br />Poderia ser uma comédia de Shakespeare, se os diálogos fossem outra coisa (i.e., poéticos).<br /><br />Está bem apanhado, designadamente o contraste entre um homem, prestes a divorciar-se, com 25 anos de casamento, que apenas tinha conhecido uma mulher na vida, aos 15 anos, e um sedutor, do género Don Juan, que possui fortuna e, basicamente, tem uma vida de "playboy", a engatar raparigas (utilizando as mulheres como objecto do seu desejo, um meio para alcançar um fim, e não vê-las como um fim em si mesmo - vide o diálogo em que ele diz que "Os homens já venceram. Mas têm de mostrar apreço pelas mulheres e mimos").<br /><br />Todavia, depois de Jacob tornar Cal num sedutor, este não se sente feliz, por não estar com a esposa, a sua "alma gémea".<br /><br />Por seu turno, Jacob acaba por se apaixonar, algo que não estava nos seus planos.<br /><br />É comovente, bastante romântico.<br /><br />O contraste entre a ideia de amor romântico e total, com o desespero do amor não correspondido, em que a pessoa acaba por dizer que "o amor não vale nada" ("Leitmotiv" do filme).<br /><br />O filme talvez tenha demasiadas coincidências: a professora de inglês que faz amor com o pai do filho que era seu estudante (e que, depois, são descobertos pela esposa), o engatatão "professor" enamora-se da filha do amigo ensinando.<br /><br />Mas essas coincidências não são completamente fora do que seja possível suceder, ou seja, não sai de forma escandalosa da inverosimilhança.<br /><br />Representação dos actores: quase todos bastante bem, muito naturais na representação (nem parece que estão a representar, o que é o melhor indício de uma boa representação): talvez o melhor, Ryan Gosling (muito melhor do que em "Blue Valentine, encarna muito profissionalmente o papel do perfeito sedutor), Steve Carrell, Julianne Moore (ligeiramente abaixo do que esperava), Kevin Bacon (bem, mas num papel bastante secundário), Ema Stone (talvez por esta ordem).<br /><br />Até mesmo o miúdo, giro, sardento, esteve bastante bem<br /><br /><br /><br /><br /><br />Vale a pena ir ver e rever.<br /><br /><br /><br />Nota: 16,5 (se, não o argumento, mas o guião tivesse ido mais longe, poderia atingir o nível de uma obra de Shakespeare, como "Sonho de uma noite de Verão". Todavia, como isso não sucede, não pode ter a nota de Muito bom (18)).</p>
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Bastante Interessante...

Anônimo

<p>Vale bem o valor do ingresso mas não é nenhum show de brilhantismo para o Jorge Mourinha (normalmente sensato) dar 4 (!) estrelas. Pera lá!!!</p>
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Comédia?

Rui Franco

Este filme não é bem uma comédia... <br />Digamos que é uma tragicomédia, quando muito.
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Crazy, Stupid, Love

moonstar

Habitualmente era incapaz de assistir comédias americanas no cinema, existe a ideia pré concebida de que são filmes para tardes "domingueiras" no sofá de casa...<br />Para contrariar esta minha ideia fui assistir ao filme e posso dizer que o mesmo é agradável!!!<br />Não é uma comédia fácil onde no final de 10 min de trailer já se sabe o final...vale a pena assistir e rir ( não é constantemente) durante 118 min...trata-se de um filme com espaço temporal para a comédia/drama com timings assertivos.<br />Os cenários são pobres (mas é o normal para comédias dos género), actores com bom desempenho. 4/5
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