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Air

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Drama 112 min 2023 M/12 13/04/2023 EUA

Título Original

Air

Sinopse

Em 1984, a marca desportiva Nike atravessa um momento difícil que provoca uma quebra nas vendas. Phil Knight, o fundador, contrata Sonny Vaccaro com o objectivo de investir e fazer crescer o negócio na área do basquetebol. É então que Sonny tem uma ideia arriscada onde deposita todas as suas esperanças: propor um contrato de representação a Michael Jordan, um jovem promissor recém-contratado pelos Chicago Bulls, e construir uma linha de ténis à sua volta. 
Escrito por Alex Convery, um “biopic” sobre os icónicos Air Jordan 1, uma gama de ténis feitos de couro e melhorados com uma cápsula de ar na sola, desenhados por Peter Moore, Tinker Hatfield e Bruce Kilgore para a marca Nike, que se transformaram num sucesso mundial que se mantém até aos dias de hoje. Com Ben Affleck como realizador e actor, o elenco conta ainda com Matt Damon, Jason Bateman, Marlon Wayans, Chris Messina, Chris Tucker e Viola Davis. Embora Michael Jordan não tenha estado envolvido na produção deste filme, fez várias sugestões a Affleck, entre elas a proposta de Davis para o papel de sua mãe. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

A Nike e Michael Jordan: Air é uma história de ar condicionado

Luís Miguel Oliveira

O filme realizado por Ben Affleck é um objecto intrigante e minimamente singular.

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Críticas dos leitores

Air - Uma intuição é só uma intuição até alguém fazer alguma coisa com ela

Fernando Pimentel

Para quem como eu sofre de duas asmas: a brônquica e aquela que nos faz faltar o ar “interior”, indispensável a uma vida com propósito, este filme proporcionou-me algum alívio para a segunda das duas. A película sai muito valorizada pela inteligência e humor dos diálogos e das situações, pelas luxuosas interpretações, e pela dispensa de artificialidades. Tudo se passa num quadro modesto de cenários e ação que fazem sobressair estas qualidades, alicerçadas numa boa construção, em que cada elemento faz valorizar os outros. É um filme sinérgico. Em termos de fio condutor da narrativa, como estamos a salvo de fogo de artifício escusado, ou personagens com um corpo ideal a atirar para o género dos cartoons, até aprecio esta receita habitual do “american dream”, de alguém que se lança até ao fim arriscando, porque acredita em algo que se passa dentro de si. Prefiro isto a uma certa positividade oca que grassa nas livrarias, primeiro local de residência de muitos filmes. Este filme recomenda-se por isso a pessoas deprimidas, em lugar da leitura de um livro de psicologia positiva. É uma comédia, e há poucas que não nos dêem vontade de chorar. Não é preciso gostar de Basquetebol. Basta gostar de cinema.

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