A Pantera Cor-de-Rosa 2

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Comédia 92 min 2008 M/6 19/02/2009 EUA

Título Original

The Pink Panther 2

Sinopse

Depois da recompensa por ter resolvido o último mistério, o inspector-chefe Dreyfus começou a destacar o desastrado inspector francês Jacques Clouseau para tarefas menores. Mas quando o famoso diamante cor-de-rosa volta a ser roubado, Dreyfus é obrigado a incluir Clouseau na equipa, constituída pelos melhores detectives e especialistas do mundo e destacada para recuperar os objectos roubados. É a oportunidade de Clouseau mostrar os seus talentos além fronteiras. <p/>PÚBLICO

Críticas dos leitores

Sempre a mesma história...

Raúl Reis

Quer saber a história de “Pink Panther 2”? Garanto-lhe que já sabe. A sério, acredite. E sabe porque é que eu tenho a certeza? Porque a história é sempre a mesma. Mas um filme que repete sempre a mesma história não tem que ser mau. A pantera cor-de-rosa realizada por Blake Edwards, com Peter Sellers no papel principal, conheceu meia dúzia de “edições” e continuou a ter piada e a encher as salas de cinema durante quase dez anos. A receita foi simples: um argumento com situações divertidas, levado aos ombros por um génio da comédia. Esquecer Peter Sellers no papel do inspector Jacques Clouseau é tarefa difícil. Sellers e o inspector Clouseau são a mesma pessoa e poucos cinéfilos são capazes de esquecerem muitos momentos únicos em todos os filmes da “pantera”. “Pink Panther 2” é a segunda tentativa de fazer esquecer o Clouseau de Sellers. E é mais um falhanço. Steve Martin é um excelente actor, mas interpretar Clouseau será sempre objecto de comparação com Peter Sellers. Mais uma vez, este “episódio” das aventuras da pantera tem como ponto de partida do enredo o roubo do diamante que dá nome ao filme. O inspector-chefe Dreyfus (John Cleese) recruta uma equipa internacional de investigadores, a que chama sem nenhuma originalidades “dream team”. Nessa equipa estão um italiano (Andy Garcia), um inglês (Alfred Molina) e um japonês (Yuki Matsuzaki). O objectivo é capturar um ladrão de nomeada conhecido como Tornado que roubou o diamante “pantera cor-de-rosa”, mas também outras peças de elevado valor. Obviamente, o inspector Jacques Clouseau, tem de integrar esta equipa porque foi ele que resolveu o anterior desaparecimento do diamante mais famoso de França. Harald Zwart, o realizador, assim como os argumentistas, parece que acreditaram que bastava colocar todos estes bons actores a falar com sotaque estrangeiro que o público se rebolaria a rir. No caso de os sotaques não serem suficientes, o realizador tinha ainda na manga alguns tombos ridículos e meia dúzia de situações embaraçosas. O resultado é muito talento despediçado. Os textos e as cenas sem graça esgotam a energia humorística de Steve Martin; ele que até é uma força da natureza do humor. Emily Mortimer aparece no filme como a paixão do inspector Clouseau. Jean Reno volta como o “fall-guy” de Steve Martin. John Cleese está sempre enervado e nem sequer se esforça por parecer francês. Lily Tomlin é uma infeliz colega do inspector que tenta torná-lo politicamente correcto. E Jeremy Irons presta-se a uma aparição que é, talvez, o momento mais baixo de toda a sua carreira. Nem a mega-modelo Indiana Aishwarya Rai escapa no meio de tanta parvalheira. A linda Aish (é assim que os amigos a tratam) aparece pouco e num papel que nunca chega a convencer (neste ponto falta vontade ao crítico para entrar em pormenores...). Mas se insistirem, posso dizer que espera os espectadores de “Pink Panther 2” cenas do tipo um sósia do Papa a cair da janela no Vaticano, freiras a desmaiarem com o susto, toureiros espanhóis com ar “gay” e franceses que se comportam como... franceses.
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Sempre a mesma história...

Raúl Reis

Quer saber a história de “Pink Panther 2”? Garanto-lhe que já sabe. A sério, acredite. E sabe porque é que eu tenho a certeza? Porque a história é sempre a mesma. Mas um filme que repete sempre a mesma história não tem que ser mau. A pantera cor-de-rosa realizada por Blake Edwards, com Peter Sellers no papel principal, conheceu meia dúzia de “edições” e continuou a ter piada e a encher as salas de cinema durante quase dez anos. A receita foi simples: um argumento com situações divertidas, levado aos ombros por um génio da comédia. Esquecer Peter Sellers no papel do inspector Jacques Clouseau é tarefa difícil. Sellers e o inspector Clouseau são a mesma pessoa e poucos cinéfilos são capazes de esquecerem muitos momentos únicos em todos os filmes da “pantera”. “Pink Panther 2” é a segunda tentativa de fazer esquecer o Clouseau de Sellers. E é mais um falhanço. Steve Martin é um excelente actor, mas interpretar Clouseau será sempre objecto de comparação com Peter Sellers. Mais uma vez, este “episódio” das aventuras da pantera tem como ponto de partida do enredo o roubo do diamante que dá nome ao filme. O inspector-chefe Dreyfus (John Cleese) recruta uma equipa internacional de investigadores, a que chama sem nenhuma originalidades “dream team”. Nessa equipa estão um italiano (Andy Garcia), um inglês (Alfred Molina) e um japonês (Yuki Matsuzaki). O objectivo é capturar um ladrão de nomeada conhecido como Tornado que roubou o diamante “pantera cor-de-rosa”, mas também outras peças de elevado valor. Obviamente, o inspector Jacques Clouseau, tem de integrar esta equipa porque foi ele que resolveu o anterior desaparecimento do diamante mais famoso de França. Harald Zwart, o realizador, assim como os argumentistas, parece que acreditaram que bastava colocar todos estes bons actores a falar com sotaque estrangeiro que o público se rebolaria a rir. No caso de os sotaques não serem suficientes, o realizador tinha ainda na manga alguns tombos ridículos e meia dúzia de situações embaraçosas. O resultado é muito talento despediçado. Os textos e as cenas sem graça esgotam a energia humorística de Steve Martin; ele que até é uma força da natureza do humor. Emily Mortimer aparece no filme como a paixão do inspector Clouseau. Jean Reno volta como o “fall-guy” de Steve Martin. John Cleese está sempre enervado e nem sequer se esforça por parecer francês. Lily Tomlin é uma infeliz colega do inspector que tenta torná-lo politicamente correcto. E Jeremy Irons presta-se a uma aparição que é, talvez, o momento mais baixo de toda a sua carreira. Nem a mega-modelo Indiana Aishwarya Rai escapa no meio de tanta parvalheira. A linda Aish (é assim que os amigos a tratam) aparece pouco e num papel que nunca chega a convencer (neste ponto falta vontade ao crítico para entrar em pormenores...). Mas se insistirem, posso dizer que espera os espectadores de “Pink Panther 2” cenas do tipo um sósia do Papa a cair da janela no Vaticano, freiras a desmaiarem com o susto, toureiros espanhóis com ar “gay” e franceses que se comportam como... franceses.
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Um filme fantástico!!!

Margarida Silva

Um óptimo filme realizado por Steve Martin. Uma comédia hilariante! Eu própria aconselho!! :)
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A Pantera Cor-de-Rosa 2

Anónimo

Deprimente. Bom filme para toda a família ver num sábado à tarde, mas não vale a pena o preço caro do bilhete de cinema...
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