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Vieirarpad

Título original:
Vieirarpad
De:
João Mário Grilo
Género:
Documentário, Biografia
Classificação:
M/12
Outros dados:
POR, 2021, Cores, 86 min.

O filme tem um tempo próprio, o que João Mário Grilo encontrou na pintura de Maria Helena Vieira da Silva e de Arpad Szenes. Um tempo que parte da obra deste casal de artistas que durante décadas de vida em comum criou uma espécie de terceiro corpo que nos habituámos a reconhecer nos seus retratos, nas fotografias e nas cartas, poucas, que trocaram nos breves períodos em que não estiveram juntos. Um corpo que o cineasta faz regressar e cujo título reflecte essa alteridade feita a dois, aglutinante — Vieirarpad. Dividido em três partes, sendo a mais longa dedicada ao exílio brasileiro de Vieira da Silva (1908-1992) e de Arpad Szenes (1897-1985) — refugiam-se no Rio de Janeiro entre 1940 e 1947 para fugir à guerra na Europa, que era ainda mais ameaçadora para o pintor, um judeu húngaro —, Vieirarpad é responsável por duas “ressurreições”: a do casal, que nos chega através da pintura e das cartas a que os actores Luís Lucas e Suzana Borges emprestam a voz, e a do filme de José Álvaro de Morais (1943-2004), “Ma Femme Chamada Bicho”, extraordinário objecto de 1978 que é, também ele, um retrato íntimo deste terceiro corpo que arranja sempre maneira de deixar o mundo lá fora. Lucinda Canelas, PÚBLICO

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