Uma pelicula (im)perdível (só) por obra e graça da (grande) JULIANNE MOORE. Não fosse por ela (ok, e por versar sobre um tema forte - a amputação que o Alzheimer provoca quer no doente quer nos seus "cuidadores"), possivelmente, esta obra nem sequer veria as luzes da ribalta, uma vez que o seu argumento algo básico e linear não traz "nada de novo" (faça-se, contudo, a devida reverência aos realizadores por terem resistido à tentação de a transformarem num dramalhão).
JOSÉ MIGUEL COSTA