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Playtime - Vida Moderna

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Drama, Comédia 155 min 1967 M/12 18/12/2003 FRA

Título Original

Playtime

Sinopse

Na era das "Economic Air Lines", umas turistas americanas efectuam uma viagem organizada. O programa é composto pela visita de uma capital por dia. Quando chegam a Paris, apercebem-se que o aeroporto é exactamente igual àquele de onde partiram de Roma, que as ruas são como as de Hamburgo e que os candeeiros de rua se parecem estranhamente aos de Nova Iorque.
Ao longo das 24 horas que dura a sua escala em Paris, as turistas conhecem alguns franceses - entre os quais o Sr. Hulot (Jacques Tati) - com quem estabelecem uma relação mais pessoal.
"Playtime", um ensaio sobre a vida moderna que ainda hoje continua extremamente actual, é a obra mais visionária e ambiciosa de Tati, o cineasta imortalizado pelo Sr. Hulot. Por ocasião dos 20 anos da sua morte, o Festival de Cannes prestou-lhe homenagem exibindo uma cópia cuidadosamente restaurada deste filme. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

Tempos Modernos

Manuel Graça Dias

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Onde está Hulot?

Luís Miguel Oliveira

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Tativille Odisseia no Espaço

Vasco Câmara

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Playtime - Vida Moderna

Kathleen Gomes

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Playtime - Vida Moderna

Mário Jorge Torres

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Críticas dos leitores

Play Time - Vida Moderna

Manuel António de Sousa Nunes

Excelente filme! Uma obra-prima do cinema francês. <br />Já agora pergunto! O critico Manuel Graça Dias, percebe alguma coisa de cinema? Classificou este filme com uma BOLA NEGRA, ou seja, MUITO MAU...
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Ainda bem que não fui à praia!

Érik Soucasaux

Ainda bem que não fui à praia num Domingo! Sim, convites não faltaram, mas mesmo assim fui forte o suficiente para resistir e ir ao Nimas ver a sessão dominical das 15h30 (muita gente deve pensar isso estranho se eu disser que tenho 25 anos e sou do Rio de Janeiro)... Só a chegada à sala do cinema me fez ter contacto com o cinema real, o cinema de verdade e não os "enlatados dos EUA" que temos hoje em dia por aí. Cada detalhe me fez gostar de estar ali e esquecer cada vez mais da praia (meu celular ainda tocava antes de entrar na sala). Não sou nenhum crítico de cinema e não tenho tal capacidade, mas deixo aqui a opinião de um amante do cinema "lado B". Surpreendente, inteligente e genial. Desde os contrastes existentes entre as classes (na sala do prédio comercial, no encontro entre o M. Hulot com o amigo da tropa, até o restaurante onde o americano "cria" uma ala para os "marcados pela cadeira") e às tiradas visuais, quase que um cinema mudo, onde não se precisa dizer nada para entendermos a mensagem.<BR/><BR/>O que mais me surpreendeu foi a sutileza do senso de humor que ele conseguiu nesse filme; é preciso uma sensibilidade e uma criatividade tamanhas para chegar a esse resultado magnífico (a cena dele subindo por acaso no elevador, o porteiro abrindo a porta somente com a maçaneta, o garçon excluído da varanda do restaurante, um outro garçon servindo bebidas à mesa das americanas - como se estivesse regando as flores nos cabelos delas - entre outras inúmeras).<BR/><BR/>Se o início do filme foi um pouco entediante, o desenrolar e o desfecho compensaram (e muito). Repito: ainda bem que não fui à praia!
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Ri que nem um perdido!

F. J. Forte

Eis um filme único e inesquecível! "Playtime" é uma imperdível sátira e análise da era moderna, da tecnologia e dos tempos dos "open space" e arranha-céus. A criação de uma cidade industrial com tudo o que dela resulta de cómico e trágico, de hilariante e ridículo. Tati foi e é um génio. Pouco mais há a dizer, senão reparar e fazer notar quanto este filme de 1967 é hoje tão ou mais actual ainda, sem ter perdido absolutamente nada da sua frescura ou lucidez, apesar ou talvez em consequência e por via do riso.
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Imperdível

David

Este filme em tom de brincadeira é uma monumental obra de arquitectura cinematográfica. Tão grande o é, que se pode dar ao luxo de praticamente fazer desaparecer os diálogos. Já não se fazem filmes destes. Imperdível.
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Gostei, mas...

André

o filme é muito bom. Tati consegue, apesar das referências espacio-temporais, criar um marco intemporal, sempre actual. No entanto, há algo que me desagrada um pouco: a legendagem. Apesar de ser intenção do autor jogar com o equívoco dos espantos e de diálogos em forma de rumor, penso que existem diálogos ou comentários das personagens que são erradamente desvalorizados e, ao não serem traduzidos, acaba por se desvalorizar a história ensaiada no filme.
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Genial

Mário Ramos

Há filmes que valem pelo seu todo; há outros em que basta um plano para ficarem imortalizados. É o caso deste filme, em que Tati nos dá a ver (e aos turistas) a Torre Eifel reflectida na porta de vidro dum edifício (hotel?). Apenas genial, Sr. Hulot.
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