Pillion
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Sinopse
Ver sessõesEstreado na secção Un Certain Regard da edição de 2025 do Festival de Cannes, tendo conquistado o prémio de melhor argumento, esta adaptação de um romance de Adam Mars-Jones marca a estreia na realização de longas metragens de Harry Lighton depois de uma sólida carreira no mundo das curtas. Com Harry Melling, da saga “Harry Potter”, no papel principal, conta a história de um homem introvertido que é arrastado para uma relação sadomasoquista com um enigmático motoqueiro interpretado por Alexander Skarsgård, algo que muda completamente a sua vida. É uma comédia romântica negra e ganhou quatro prémios nos British Independent Film Awards, dos dez para os quais estava nomeado. PÚBLICO
Críticas Ípsilon
Pillion: os meninos de couro
Uma prometida love story em meio motard enche-nos de fantasias e expectativas. Mas rapidamente isso pára de crescer.
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UCI Cinemas - El Corte Inglés, Lisboa
22h
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Críticas dos leitores
3 estrelas
José Miguel Costa
"Pillion", primeira longa-metragem realizada pelo britânico Harry Lighton (galardoada com o Prémio de Melhor Argumento na secção Un Certain Regard do Festival de Cannes), é uma comédia romântica negra que nos insere, sem pudores ou condescendências, no universo BDSM dos "motards machões" queer.
Conta-nos a história de um inexperiente "patinho feio" gay, solitário e introvertido (interpretado por Harry Melling), que é arrastado (convictamente) para uma improvável relação sadomasoquista (na qual assume o papel de submisso) com um indecifrável, e insensível motoqueiro "alto e espadaúdo" (Alexander Skarsgård).
Se, numa primeira fase, o "playboy" parece estar unicamente a aproveitar-se da ingenuidade do "bom samaritano", a verdade é que a dinâmica relacional de ambos acaba gradualmente por tornar-se relativamente estável/funcional (moralismos à parte) devido às insólitas cedências de um dos elementos par.
Harry Lighton ao manter um eficaz equilíbrio entre humor e drama/emoção, e conseguir não cair na armadilha do julgamento fácil (não normaliza nem condena, apenas observa), torna esta obra sobre uma forma alternativa de amar suficientemente apelativa, nomeadamente, por impelir-nos a refletir sobre os alegados limites do aceitável numa relação conjugal desequilibrada (desde que haja consciência e consentimento da ambas as partes). @jmikecosta
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