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O Novo Diário de Bridget Jones
Título Original
Bridget Jones: The Edge of Reason
Realizado por
Elenco
Sinopse
Renée Zellwegger volta a dar corpo a Bridget Jones, a solteirona de 30 anos, preocupada com celulite, quilos a mais e homens. Depois do primeiro filme, inspirado nas aventuras de "O Diário de Bridget Jones", "best-seller" da jornalista britânica Helen Fielding produzido a partir das crónicas que escrevia para o "The Independent", Bridget conseguiu ter quatro (quatro!) magníficas semanas de felicidade, nos braços do advogado Mark Darcy (Colin Firth). Mas Bridget não consegue controlar o medo de perder Darcy e pensa que todas as mulheres de Londres o vão tentar conquistar, especialmente a gira estagiária nova. E quando nada podia ser mais complicado, o antigo chefe de Bridget, o mulherengo Daniel Cleaver (Hugh Grant) volta a aparecer em cena. PÚBLICO
Críticas Ípsilon
Críticas dos leitores
Adorámos!
Ana e Diana
Vimos o primeiro filme e adorámos! O segundo é ainda melho. Aconselhamos a irem ver este filme num dia em que estiverem mal dispostos porque mudam logo de humor. Estamos à espera do terceiro filme...
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Bridget, gorda e acabada?
Sara P
Não me lembro já do desenrolar do primeiro diário, mas dos resquícios de filme que se me prendem na memória ainda o enquadrava dentro da classe de comediazinhas românticas e profundamente clichés, que sabem bem a comer um pacote de bolachas, embrulhada num cobertor. Ok, com algumas piadas giras e nada mais que isso. Este diário, no entanto, já que à partida seria impossivel catalogar-se nas memórias dos bons filmes, ficou muito aquém de ser "um bom programa para duas horas de preguiça num domingo à tarde". É que é deprimente ver a concepção de mulher aqui exposta. E que imaginação fértil a da argumentista para rebuscar certos episódios completamente forçados, bem como expressões dos actores, piadas, etc.... Perdeu de facto o pouco de "light-comedy-para-fazer-sorrir" que ainda tinha.
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Muito giro
Marta Silva
Achei o primeiro muito divertido, e o segundo fui ver e adorei. Não é secante. Aconselho a todos os que ainda não viram a vê-lo.
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Infeliz
Ludgero
Temos aqui um excelente exemplo de um filme muito muito infeliz. Com muita pouca qualidade, forçado do princípio ao fim, sendo que acabamos por sair da sala de cimena com a sensação que é um mero filme comercial com muito calão à mistura.
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Engraçado
Patrícia Olivença
Engraçado de se ver, sem acrescentar nada de novo à nossa vida, é verdade, mas mesmo assim, pelas (poucas) garagalhadas que proporciona acho que vale a pena ver. Não é melhor que o primeiro, apenas uma continuação...
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Um filme para dar umas risadas
João Bento
Apesar de algumas piadas iniciais estarem bem feitas, o filme acabou por cair naquilo em que o primeiro não caiu - uma loira burra indecisa entre dois homens! Gostei de algumas piadas que foram feitas durante o filme mas acho que houve um certo exagero nalgumas situações razando mesmo a estupidez! A espontaneidade da Bridget penso eu ter sido banalizada e o realizador confundiu estupidez com espontaneidade nesta sequela, o que não acontecia no primeiro. A reviravolta final foi um pouco forçada. Resumindo: é um bom filme para comer umas pipocas e dar umas risadas mas não para quem estava à espera da qualidade do primeiro.<BR/><BR/>O título ("The edge of reason") é completamente o oposto do filme. Ali ela não tem qualquer tipo de bom senso. Talvez seja por isso que apesar dos defeitos apontados em cima este filme escape com três estrelas. Só um pequeno parentesis: que raio de tradução foi aquela do titulo? Por amor de Deus...
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