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Nuremberga

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Drama, Guerra 148 min 2025 M/12 04/12/2025 EUA

Título Original

Nos meses que se seguiram ao fim da Segunda Guerra Mundial, o psiquiatra norte-americano Douglas Kelley (1912-1958) foi incumbido de avaliar a sanidade dos principais criminosos de guerra nazis julgados pelo Tribunal Militar Internacional, nos chamados Julgamentos de Nuremberga. Entre os acusados, o oficial de mais elevada patente era Hermann Göring (1893-1940), um homem carismático e manipulador, determinado a evitar a condenação. Apesar da inteligência de Göring, Kelley manteve o profissionalismo, sempre muito consciente do perigo de ser influenciado pelo prisioneiro e da necessidade de manter o distanciamento necessário para uma avaliação o mais rigorosa possível. 
Após extensas entrevistas e testes psicológicos detalhados para avaliar a sua responsabilidade criminal, Göring foi considerado mentalmente apto para julgamento. Condenado à morte pelo seu papel no Holocausto, suicidou-se com uma cápsula de cianeto na noite anterior à execução.

Depois desta experiência marcante, Douglas Kelley continuou a trabalhar nas áreas de psiquiatria e criminologia, mas enfrentou problemas pessoais graves que culminaram no seu suicídio a 1 de Janeiro de 1958, usando o mesmo método de Göring.

Com argumento, realização e produção de James Vanderbilt (conhecido pelos argumentos de “Terror na Escuridão”, “Zodiac” ou “O Fantástico Homem-Aranha” e pela realização de “Verdade”), este filme conta com as interpretações de Rami Malek, Russell Crowe, Leo Woodall, John Slattery, Mark O'Brien, Colin Hanks, Richard E. Grant e Michael Shannon. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

O Mal é um manequim em Nuremberga, com Rami Malek

Luís Miguel Oliveira

Há qualquer coisa de necessário num filme como Nuremberga, de James Vanderbilt. Pena não ser um grande filme.

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Sessões

  • Lisboa

Críticas dos leitores

nuremberga

M. Soares

Filme bom, a não perder! A citação final é fabulosa!

"A única pista sobre o que homem pode fazer, é o que o homem já fez"
 R. G. Collingwood

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Muito bom filme

Martim Carneiro

Uma brilhante e perturbadora abordagem psicológica e judicial sobre o antes e o depois do julgamento de Nuremberga, soberbamente interpretada, realizada e montada.

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O Desafio

José Costa

Os vencidos são de facto os vencidos. E se o filme demora demasiado no par psi e Göring (até certa altura) é porque este último sintetiza todo o nazismo, e nele "Adolf Hitler" não morreu. Antes dos créditos finais, frase de R. G. Collingwood devia ser memorizada, "Só podemos prever que o homem irá fazer, olhando para aquilo que ele já fez" (ou algo semelhante). Adequada aos tempos.

Filme genial, reconstituição da época assombrosa e atores em estado de graça. Russell Crowe é "mesmo" Göring (eu, que não tinha nenhum "respeito" pela figura). Cinco estrelas é mais do que merecido. E nunca devemos dar importância às más-línguas (crítica). O filme explica muito bem o porquê.

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Um bom filme histórico

Paulo Lisboa

Fui ver o filme porque achei o argumento potencialmente interessante e, também, porque gosto deste género de filmes. Gostei do filme, é um filme que se vê bem. O filme tem um argumento histórico interessante sem cair no clássico "filme de tribunal". Além disso, o filme tem boas representações de Russel Crowe e Rami Malek. Estamos perante um bom filme histórico sobre o julgamento de Nuremberga. Numa escala de 0 a 20 valores, dou 16 valores a este filme.

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