Ataque a Paris

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Drama, Thriller 100 min 2022 M/12 19/01/2023 FRA

Título Original

Dia 13 de Novembro de 2015. Paris e Saint-Denis são alvo de ataques terroristas. Ocorrem três explosões simultâneas em locais diferentes, mas o ataque mais mortífero é na casa de espectáculos Bataclan, onde os terroristas fuzilam várias pessoas e fazem outras reféns até o início da madrugada. Após a primeira explosão, a polícia antiterrorismo esforça-se por controlar o pânico da população e, simultaneamente, encontrar os responsáveis. O mundo fica em choque quando, pouco depois, a organização jihadista do Estado Islâmico assume a responsabilidade pelo sucedido. Com o país em alerta total e ainda dois criminosos em fuga, os agentes têm uma ordem a seguir: qualquer pessoa com um comportamento suspeito terá de ser detida para interrogatório.
Em competição no Festival de Cinema de Cannes, um “thriller” baseado em factos reais que tem realização de Cédric Jimenez (“O Homem do Coração de Ferro”, “A Rede do Crime”, “Marselha Debaixo de Fogo”) e interpretações de Jean Dujardin, Sandrine Kiberlain, Anaïs Demoustie, Jérémie Renier, Lyna Khoudri e Cédric Kahn. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

A ressaca do Bataclan

Luís Miguel Oliveira

Nada de “emoções pessoais” nesta reconstituição da intensa actividade policial nos dias seguintes ao massacre, apenas um pragmatismo descritivo, seco, velocíssimo.

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Sessões

Críticas dos leitores

Espantoso Policial francês 4*

Policial francês

Habituados a ver - por vezes - bons policiais anglo-saxónicos, eis aqui um filme francês do género, absolutamente superlativo, vertiginoso, excelentemente construído, realizado e interpretado por consistentes actores conhecidos noutros géneros de representação. Notável e inesquecível!

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3 estrelas

José Miguel Costa

O filme "Ataque a Paris", do cineasta gaulês Cédric Jimenez, é um implacável e (in)tenso thriller de acção baseado em factos reais, mais concretamente, os 3 sangrentos actos terroristas ocorridos, em simultâneo, na Cidade das Luzes, no dia 13/11/2015, implementados pelos jihadistas do Estado Islâmico, que resultaram em cerca 130 mortos e dezenas de feridos (tendo a maior carnificina acontecido na sala de espectáculos Bataclan, durante um concerto). Esta obra "seca" e pragmática coloca à margem o aspecto mais emocional ligado aos eventos em causa (pelo que nem sequer existem quaisquer imagens relacionadas com os locais da tragédia ou do consequente choque e comoção popular) e foca-se exclusivamente na reconstituição da (stressante) actividade policial levada a cabo nos cinco dias seguintes ao massacre, que resultou na destruição da célula terrorista.

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