Mudbound - As Lamas do Mississípi

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Drama 134 min 2017 M/16 18/01/2018

Título Original

Mudbound

Sinopse

<div>Mississípi, década de 1940. Dois jovens regressam a casa após combaterem na Segunda Grande Guerra. Jamie é branco e pertence ao clã McAllan, de linhagem tradicionalista; Ronsel é um dos filhos dos Jackson, uma família negra que sonha possuir uma terra que possa chamar sua. Num contexto onde o racismo predomina, a camaradagem entre os dois ex-soldados, cuja experiência no campo de batalha os aproximou, fará com que as duas famílias criem laços de amizade. Mas isso vai colidir com a mentalidade retrógrada da população, que não vê com bons olhos a mistura entre brancos e negros. Jamie e Ronsel terão de aprender a readaptar-se à vida depois da guerra, sobrevivendo às injustiças, ao mesmo tempo que se esforçam por esquecer as atrocidades a que foram obrigados a assistir durante o tempo que serviram o seu país.</div><div>Um filme dramático escrito e realizado por Dee Rees ("Pariah", "Bessie"), com base na obra homónima da autoria de Hillary Jordan. O elenco inclui Jason Mitchell, Garrett Hedlund, Carey Mulligan, Jason Clarke, Jonathan Banks e Mary J. Blige. PÚBLICO</div><div><br /></div>

Realizado por

Dee Rees

Elenco

Garrett Hedlund, Carey Mulligan, Jonathan Banks, Jason Clarke

Críticas Ípsilon

Boas intenções, cinema asséptico

Luís Miguel Oliveira

Retratar o racismo nos Estados Unidos está na ordem do dia para o cinema americano, e muito bem porque isso foi durante décadas um não-dito (e um não-visto). Mas boas intenções nunca fizeram por si só bons filmes.

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Críticas dos leitores

JR

Excelente fotografia, bons desempenhos, boa montagem e uma história de racismo na América do pós guerra, no meio de paisagens martirizadas pelos elementos e de pessoas martirizadas pela vida.

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Raul Gomes

Do realizador aos actores, ninguém consegue libertar-se da lama escorregadia, que os perturba e os atormenta, sem que consigam libertar-se do mau argumento e da realização insípida, com pretensões que nunca consegue atingir. Os flasback não trazem nem acrescentam nada de novo, antes pelo contrário, penalizam o seguimento das estórias, por tão curtos e abruptos que são. Nada de relevante nos é mostrado, que já não tivéssemos visto muitíssimo melhor. Por vezes mais parece um filme de sketches tão desgarrado ele é. Parece que o realizador tinha de inserir aleatoriamente todos os estereótipos que infelizmente ainda hoje perduram na sociedade americana.

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