A Loucura de Almayer

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127 min 2009 25/10/2012

Título Original

La Folie Almayer

Sinopse

1950. Almayer (Stanislas Merhar) é um comerciante europeu a viver na Malásia. Aí, casa com Zahira (Sakhna Oum), uma mulher malaia de quem tem uma filha, de nome Nina. Decidido a dar o melhor à filha, Almayer aceita a proposta de Lingard (Marc Barbé), seu sogro, para que a criança seja levada para um colégio interno para ser educada como uma europeia. Os anos passam e, após a morte de Lingard, Nina (Aurora Marion) regressa para a casa do pai. Porém, apesar da sua grande beleza e educação, sente-se infeliz e totalmente desenquadrada, quer da sociedade europeia para a qual foi educada, quer da do seu próprio país ou família. E é então que acaba por se envolver com Daín (Zac Andrianasolo), um delinquente da zona. Isso causa um enorme desgosto em Almayer que amava a filha até à loucura, e que nunca mais se recompõe. PÚBLICO<br />Realizado por Chantal Akerman um drama livremente inspirado no primeiro conto de Joseph Conrad. "A Loucura de Almayer", escrito em 1895. "A Loucura de Almayer " foi um dos filmes seleccionados para o Festival de Veneza 2011.

Realizado por

Chantal Akerman

Elenco

Aurora Marion, Stanislas Merhar, Marc Barbé

Críticas Ípsilon

A Loucura de Almayer

Luís Miguel Oliveira

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Críticas dos leitores

PC

O filme retrata bem o contexto das experiências na modernidade e faz justiça ao génio de Conrad. Na confluência de inúmeras fontes de opressão: a opressão de um bioma implacável; a opressão de um sistema de status colonialista; o ser humano acrescenta mais uma: o sonho. O grande mérito do filme é compassar o ritmo para mostrar todas as consequências que advém desta última fonte de opressão. A não perder!

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Rui Pedrosa Franco

<p>Após uma semana vendo vários filmes desta realizadora, estou convencido de que o seu nome vale a pena ser fixado. Para que, da próxima vez que o vir num cartaz, não me sinta tentado a entrar...<br /><br />Quanto a este filme em concreto, é mais um pastelão cinematográfico, chato e pretensioso que, muito provavelmente, está a roubar espaço numa sala a algum realizador decente.</p>

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