Falling - Um Homem Só

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Drama 112 min 2020 M/14 02/09/2021

Título Original

Falling

Sinopse

John Petersen vive em  Los Angeles com Eric, seu companheiro de anos, e Mónica, a filha. Quando o pai, um homem tradicionalista e pouco tolerante que sempre vivera na província, começa a revelar sinais de demência, John percebe que é chegado o momento de o trazer para junto de si e da sua irmã Sarah. Mas, se a relação entre eles sempre fora conturbada, a doença vai dar origem a novos conflitos. Agora, apesar do que os separa, toda a família vai ter de encontrar um modo de recriar laços que possam tornar a convivência possível.
Um drama sobre envelhecimento e necessidade de perdão que marca a estreia em realização do actor Viggo Mortensen, que também protagoniza. Terry Chen, Gabby Velis e Lance Henriksen e Sverrir Gudnason assumem as personagens secundárias. PÚBLICO

Realizado por

Viggo Mortensen

Elenco

Sverrir Gudnason, Lance Henriksen, Terry Chen, Viggo Mortensen

Críticas Ípsilon

Pai e filho

Jorge Mourinha

Viggo Mortensen passa para trás da câmara com uma história de famílias feridas que revela um realizador de corpo inteiro e dá ao veterano Lance Henriksen o papel da sua vida.

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Críticas dos leitores

Raul Gomes

Drama comovente, que nos insere no filme desde o primeiro minuto. Uma estória cada vez mais actual, pela capacidade de sobrevivência dos nossos dias, que faz com que esta doença de manifeste, cada vez mais, sem que tenhamos referências para lidar/viver com ela. <br />Um filme fabuloso, relembrar que é uma primeira obra, mas mais parece o corolário de uma carreira de realizador e não de actor de primeiríssima água como é Viggo Mortensen. <br />Montagem primorosa com FlashBack que nos legendam o filme e a sua compreensão. <br />O filme da vida de Lance Henriksen, com uma interpretação excepcional, superior àquela que vimos de Anthony Hopkins no filme O Pai, cujo teor era idêntico, mas que Lance consegue superar, pela agressividade, tensão, desconexão, que nunca resvala e que nos eleva a um patamar dificilmente ultrapassável. <br />Este filme é uma musa inspiradora, para cada vez mais se faça um regresso em grande ás salas de cinema, é como uma dádiva pelo tempo entretanto perdido. <br />

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José Miguel Costa

Viggo Mortensen é um actor com créditos firmados, que decidiu aventurar-se, igualmente, na escrita e realização de filmes, tendo dai resultado "Falling - Um Homem Só" (no qual também acumula o papel de protagonista). <br />No entanto, esta sua primeira experiência (um drama com - pouco subtis - toques de humor) não resultou num produto propriamente apelativo (e isto para ser minimamente simpático para com o senhor, que me merece todo o respeito pelo seu passado cinéfilo), já que, em boa verdade, deparamo-nos com um (quase) telefilme dotado de uma estrutura narrativa básica, demasiado esquemática/linear, impregnada de clichés e estereótipos, através da qual tenta dissecar a ("mais que batida") história do relacionamento conflituoso entre um progenitor e o filho, em virtude de questões morais relacionadas com a homossexualidade. <br />Desta feita, a contenda verifica-se entre um gay de sucesso "bem resolvido" (casado e com uma criança adoptada) e um idoso conservador intragável, que entrou em processo demencial, mas que recusa a ajuda de terceiros (sobretudo do seu "filho virado"), apesar de residir sozinho no meio de "nenhures". <br /> <br />Vemo-lo e esquecemo-lo num ápice (mesmo sem padecermos de qualquer doença degenerativa), tal é a sua insignificância.

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José Miguel Costa

Viggo Mortensen é um actor com créditos firmados, que decidiu aventurar-se, igualmente, na escrita e realização de filmes, tendo dai resultado "Falling - Um Homem Só" (no qual também acumula o papel de protagonista). <br />No entanto, esta sua primeira experiência (um drama com - pouco subtis - toques de humor) não resultou num produto propriamente apelativo (e isto para ser minimamente simpático para com o senhor, que me merece todo o respeito pelo seu passado cinéfilo), já que, em boa verdade, deparamo-nos com um (quase) telefilme dotado de uma estrutura narrativa básica, demasiado esquemática/linear, impregnada de clichés e estereótipos, através da qual tenta dissecar a ("mais que batida") história do relacionamento conflituoso entre um progenitor e o filho, em virtude de questões morais relacionadas com a homossexualidade. <br />Desta feita, a contenda verifica-se entre um gay de sucesso "bem resolvido" (casado e com uma criança adoptada) e um idoso conservador intragável, que entrou em processo demencial, mas que recusa a ajuda de terceiros (sobretudo do seu "filho virado"), apesar de residir sozinho no meio de "nenhures". <br /> <br />Vemo-lo e esquecemo-lo num ápice (mesmo sem padecermos de qualquer doença degenerativa), tal é a sua insignificância.

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Helena

De facto, um filme que prima pela simplicidade, lidando sempre com as agruras que a vida nos traz. Interpretações impressionantes. Gostei bastante.

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