É na Terra Não É na Lua

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Documentário 180 min 2011 M/12 29/03/2012

Título Original

É na Terra Não É na Lua

Sinopse

A ilha do Corvo é a mais pequena ilha do Arquipélago dos Açores. Localiza-se no Grupo Ocidental, a norte da Ilha das Flores. Ocupa uma superfície total de 17,13 km², com 6,5 km de comprimento por 4 km de largura. É formada por uma única montanha vulcânica extinta, o Monte Gordo, coroado com uma ampla cratera com 3,7 km de perímetro e 300 metros de profundidade e onde se aloja a Lagoa do Caldeirão. Tem uma única vila habitada por 450 pessoas, uma estrada, uma câmara municipal, um avião três vezes por semana, um posto médico, um infantário, uma escola, uma igreja, um restaurante...
Em 2007, um operador de câmara e um técnico de som chegam à ilha dispostos a filmar tudo o que ali se passa. Aos poucos, são tratados como família pelos seus habitantes e, com eles, vão contar a sua História e as suas histórias.
Segunda longa-metragem de Gonçalo Tocha depois de "Balaou" em 2007, é um documentário/diário/filme-ensaio e foi o vencedor DocLisboa 2011, com a atribuição do Grande Prémio Cidade de Lisboa para melhor longa ou média-metragem. PÚBLICO

Realizado por

Gonçalo Tocha

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Críticas dos leitores

Maria

Mais um documentário português difícil de ser ver sem adormecer. <br />Planos fixos sem fim e sonoplastia deplorável.<br />Se eu não conhecesse o Corvo, ficava sem vontade de lá ir.

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Geraldo

filme documental fantástico e ao mesmo tempo é um excelente retrato social...

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Maria Cruz

Um pedacinho do céu na terra.<br />Fiquei extasiada com o filme.<br />Bonito...entrando devagarinho na vida das pessoas, sem pressas.<br />

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MIGUEL COSTA

ILHA DO CORVO: 17,3 kms2 de dimensão; fartura de mar; pouco mais de 400 "selvagens" (rótulo aplicado pelos seus únicos vizinhos, da Ilha das Flores); e um enorme território humano (velhos apaixonados pelas baleias a quem roubavam a vida; pastores sem ovelhas; músicos/cantores de Karaoke “surdos”; políticos sem votos; bailarinos, que “vivem na lua”, e dançam com as plantas; um correspondente da tv pública em busca da reportagem perdida; um ornitólogo que vomita com a emoção de confraternizar com pássaros raros; um “tunning man” sem uma ponte Vasco da Gama para acelerar …)<br />Um pedaço de rocha, algures no Atlântico, sem memórias escritas (o "biógrafo" da terra, num dia mau, decidiu deitar fogo ao "diário da ilha"), mas com muito passado para/por contar. Já quanto a futuro ...<br /><br />Gonçalo Tocha, um estranho (e os lugares pequenos não têm por hábito gostar de forasteiros), conseguiu ser "aceite como um deles", entrar no(s) seu(s) interior(es) – como uma espécie de Alice na Ilha das Maravilhas -, e, através das estórias soltas vividas/percepcionadas pelos "(sobre)viventes do isolamento", alinhavar (com a mesma paciência/saber da velhota que lhe tricotou um boné tradicional) uma autêntica "manta de retalhos", com a qual "caracteriza", de modo não (in)formativo (deixando espaço para o nosso livre arbítrio) toda a geografia de um povo maduro como os melões (perceberão esta expressão aqueles que tiverem visionado a película ). E isto sem nunca esconder que "apenas" está a filmar, sem qualquer pretensão de explicar, justificar, perceber, julgar o que quer que seja ... "só" mostrar, durante 3 horas (o trabalho de terreno de 4 anos), que passam num instantinho.

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Francisco Torres

...vivo perto de Ovar...não é a Amazónia...onde é que raio consigo ver o filme?

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Maria Isabel Timóteo Lagarto Mimoso

É na terra não é na Lua?<br />Nos olhos em cada altura, <br />Sem terror o Mar flutua!<br />A história da gente perdura!

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Cila

<p>Vim do cityclassic extasiada e abalada com este excelente documentário que nos transporta para vivencias reais e tão diferentes com uma simplicidade de vida que imaginava já quase não existir. Além de nos depararmos com o abandono logístico e institucional naquela ilha, que é pequenina  e fica no meio do oceano Atlântico, mas é ainda Portugal!!</p>

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Ana Luisa

Adorei, adorei, adorei!<br />Filme fantástico... não me sai da cabeça...

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Ricardo Reis

Hoje ia ao cinema ao Parque Nascente, já que em Coimbra o filme não passa, e para grande surpresa minha o filme já não está lá. Esteve 1 semana. Não percebo como é que querem que o cinema Português evolua. Enfim. Vou tentar ver o "Tabu".

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Egas Branco

<p>A não perder "Tabu", de Miguel Gomes, premiado no 62º Festival de Cinema de Berlim (Berlinale), com o prémio Alfred-Bauer. Só a título de curiosidade, o director do festival deste ano era Mike Leigh, um dos cineastas da actualidade cuja obra mais admiramos.<br />Já vi e gostei muito! Constituído por duas partes, que convém ver seguidas, que compõem um todo excepcional. Brilhante como Cinema. Fotografado a preto e branco, mas nada a ver em termos de qualidade com recente, sofrível e oscarizada imitação do mudo. <br />Críticos franceses (da famosa revista "Positif") referem a beleza literária da voz em off, que narra a segunda parte, comparando-a com outra obra-prima, "Vale Abraão", de Manoel de Oliveira (que é para mim o melhor filme do decano dos realizadores). Estou completamente de acordo com a opinião. <br />Teresa Madruga, Laura Soveral, Ana Moreira, Isabel Cardoso: quatro grandes actrizes, numa equipa magnífica. Uma belíssima obra, que quem gosta de Cinema não deve perder.</p>

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