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Charlie's Angels: Potência Máxima

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Aventura, Acção min 2002 M/12 04/07/2003 EUA

Título Original

Charlie's Angels: Full Throttle

Sinopse

"Good-morning, Angels. Get ready to raise hell!" Neste segundo filme inspirado na série televisiva, os anjos de Charlie estão de volta. Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu voltam a dar corpo às super sexy e letais personagens. As três preparam-se para recuperar duas alianças. Mas não são uns anéis quaisquer. Contêm informação criptada que revela informações preciosas sobre as pessoas sob a alçada do programa de protecção de testemunhas. Quando as testemunhas começam a morrer, só os anjos, com os seus talentos de disfarce, espionagem e artes marciais, podem travar o assassino.

PUBLICO.PT

Críticas Ípsilon

Repetição

Vasco Câmara

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Os anjos caíram

Kathleen Gomes

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Charlie's Angels: Potência Máxima

Luís Miguel Oliveira

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Críticas dos leitores

Nada de Novo

Ricardo Pereira

Segundo episódio de uma franquia de sucesso, com mulheres à frente e onde, apesar disso, a acção, e não o romance, é o principal – esta é a originalidade da coisa toda. Estas meninas (Drew Barrymore, Cameron Díaz e Lucy Liu) querem mais é se divertir. Não há uma fagulha de seriedade aqui. Quem procura isto, está no filme errado. A montagem ultra-rápida é um sintoma do que se procura aqui: extrema leveza. As piadas são intensivas – mal chega uma, se parte para a próxima. Não se admira que, no final, a gente nem se lembre direito como é que tudo começou - aliás, foi na busca de dois anéis que, juntos, decodificam a lista das pessoas com identidades trocadas que vivem sob o serviço de protecção à testemunha do FBI. É um humor de matiné, epidérmico, cheio de efeitos visuais atraentes e passageiro, que não fará história, nem mesmo nas bilheterias. Demi Moore, quem diria, faz uma espantosa ressurreição como a ex-“Angel” que enverga um biquini com a mesma desenvoltura das “Angels” mais jovens, deixando evidente a sua reconstrução física, toda esguia e muito longe do aspecto bombado que ela exibiu em “Striptease”, de triste memória. Na realidade, o objectivo desta sequência parece ser a realização de vários fetiches do público masculino, já que, ao longo da projecção, as “Angels” usam inúmeros disfarces, aparecendo como stripers, lutadoras, surfistas, soldadoras e até mesmo freiras. Preocupando-se apenas com o factor “entertainement” (leia-se: as “Angels” usando perucas e figurinos reveladores), o roteiro não tem o menor interesse em desenvolver a trama, e chega a criar personagens não para atender às necessidades da história, mas sim para permitir que personalidades como Bruce Willis, John Cleese e Jaclyn Smith possam aparecer em pequenas pontas. Recorte, fragmentação, disparidade: é nessa linha que trabalha o director McG e é nesse terreno que ele decide fincar raiz. O próprio conceito de diversão girl-power de Charlie’s Angels, série e filme, parece ser levado muito menos a sério do que as elipses espaço-temporais e o curto-circuito de situações dramáticas. Além de todas as peripécias em que se envolvem – peripécias que constituem, deve-se dizer, a verdadeira razão de existir do filme – as “Angels” ainda arranjam tempo para terem problemas individuais (que se constituem como a única concessão do filme à lógica narrativa de construção de personagem, evolução na trama, etc.). E nada mais sintomático do que os "dramas" das moças: ir morar com o namorado mas sem anéis de compromisso (Cameron), revelar ao pai a natureza de seu trabalho (Lucy), mas principalmente – e essa é de facto a única trama forte do filme – prolongar infinitamente a união das três moças para além de toda a passagem do tempo.
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Besteira Pouca é Bobagem...

Jason2003

Poucos bilhetes são tão mal investidos quanto o para ver "Charlie's Angels: Potência Máxima". O que era para ser um filme engraçadinho acaba por se tornar num filme completamente sem graça devido a tanto exagero nas cenas dirigidas pelo sr. McG (também, com um nome destes, não era de se esperar muito de um realizador...). Quem viu o filme anterior, despretensioso e flertando com os efeitos especiais e cenas de outros filmes – nomeadamente "Matrix" – e pensa que vai ter uma sessão descontraída com cenas de acção e uma boa dose de humor acaba por se decepcionar com um filme que se autodefine, no mínimo, como ridículo. Numa versão reduzida a quatro minutos talvez o máximo que o realizador pudesse fazer seria transformar este filme num óptimo vídeo-clip para a MTV. A única coisa de boa que este filme faz é trazer de volta a estonteante Demi Morre. Nada mais. Cotação??? Nenhuma estrela... Não perca o seu tempo.
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Relax... It's Just a Movie

António Eduardo Marques

Não seria de esperar outra coisa: uma estrelinha solitária, unanimidade "crítica" total. Uau! Oh pessoal!, ainda não perceberam que isto é uma volta na montanha russa? Acalmem-se, peguem nas pipocas (oops!, esqueci-me que os "críticos" não comem pipocas no cinema...) e limitem-se a deixarem-se divertir. A grande vantagem de um filme como este é que (ao contrário dos críticos que criticam) não se leva a sério. O pré-genérico “à la James Bond” marca o tom — inverosímil, como convém, que nada disto é para levar a sério — mas, pelo menos, não tenta parecer "sério". Quem vai ver a sequela de C.A. original não está à espera de outra coisa senão disto mesmo — mais do mesmo, mas melhor. Para quem gosta, claro. Os outros podem ficar em casa. A ver todos os filmes de Manoel de Oliveira em DVD.
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