Até que o Fim do Mundo nos Separe

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Comédia, Drama 101 min 2012 M/12 27/09/2012

Título Original

Seeking a Friend for the End of the World

Sinopse

<p>Um asteróide de dimensões gigantescas está em rota de colisão com a Terra, a uma velocidade de 112 km por segundo. A última missão para o destruir falhou e agora toda a Humanidade espera o seu fim, que chegará dentro de apenas três semanas. Recém-divorciado, Dodge (Steve Carell), tal como todos os outros habitantes do planeta, está à espera do seu derradeiro momento. Consciente do facto de ter tido uma vida medíocre e a 21 dias de morrer, sente-se em plena crise existencial. É então que conhece Penny (Keira Knightley), a jovem vizinha inglesa que, apesar de nada ter em comum consigo, lhe parece ser o que mais se aproxima a um ombro amigo. Assim, sem saber muito bem o que fazer com os dias que lhes restam, os dois fazem um pacto de entreajuda. E vai ser nesse percurso de alguns dias apenas que este homem e esta mulher vão criar laços inesperados e alterar a sua maneira de estar no mundo. PÚBLICO</p>

Realizado por

Lorene Scafaria

Elenco

Steve Carell, Keira Knightley, Melanie Lynskey

Críticas Ípsilon

Até que o Fim do Mundo nos Separe

Jorge Mourinha

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Críticas dos leitores

Guilherme

Um filmezinho de "domingo à tarde" engraçado.<br /><br />Abordando a hipótese de fim do mundo e do que cada um decidirá fazer num final anunciado. Estão bem explorados as várias possibilidades.<br /><br />No meio do filme torna-se um pouco lamechas, com um romance a acontecer entre as duas personagens, mas que faz todo o sentido.<br /><br />Está curiosa a forma como o autor encontrou para mostrar que em dadas alturas há que abdicar do orgulho e agarrarmo-nos à família e àquilo que de facto é importante para nós.<br /><br />Um filme para ser ver bem acompanhado, ou numa sessão de cinema em casa com os miúdos.

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Nazaré

Por um lado pode tomar-se como lamechas, por outro pode (e em minha opinião deve) ver-se como sentimental, no melhor sentido. Há muitas maneiras de encarar a morte anunciada, e neste caso colectiva: pilhagens, orgias, fechado num bunker, ou tentar o amor. O casal deste filme (Steve Carell e Keira Knightley) não "resolve" amar-se, simplesmente acontece-lhes. E é engraçado que o sexo não é a finalidade desse amor, pois por aí estavam servidos. Está muito bem contado.<br /><br />Sem futuro, o amor será outra coisa, mais autêntico, mais profundo? Este filme inspira-se muito na ideia de que o pensar em função do futuro nos leva às escolhas erradas, ou a adiar o que não deve ser adiado. É um tema cada vez mais urgente, e que aqui é explorado, através de várias personagens, da maneira mais radical: sem futuro, que tal uma vida melhor?<br /><br />É um filme bonito (e, na época em que já nem sequer se compram CDs, aproveita para lembrar o prazer especial de se ter LPs), não é lamechas, e mantém-se sempre dentro do credível, com substância. A personagem de Carell tem um nome (Dodge) que provavelmente foi escolhido como trocadilho (esquivar, contornar...) para a reacção que se tem perante as situações que possam mexer com a vida. Mesmo que saibamos os momentos de felicidade serem apenas isso, momentos, conseguir conquistá-los é uma lição de vida muito importante. Muitos a sabem, vendo este filme talvez a pratiquem.

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L Cardoso

Interessante no início, enquanto antevisão do apocalipse, foi-se lamechando e banalizando à medida que o Dia D (praticamente esquecido), se aproximava.<br />Muitos telemóveis a brilhar na sala, provavelmente as pessoas viam as horas...<br />Fracote!

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Rui Pedrosa Franco

<p>Há uma espécie de dupla personalidade neste filme. Por um lado, um registo de comédia que abre o filme; por outro, um lado lamechas que começa a impor-se a partir de uma certa altura e que, ainda que salpicado aqui e ali por alguns momentos engraçados, acaba por destruir o que poderia ter sido um filme delirante baseado numa ideia muito simples: o que faríamos nós se tivessem a certeza de que o mundo iria acabar? Foi pena...</p>

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