Ainda Temos o Amanhã

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Drama, Comédia 118 min 2023 M/14 09/05/2024 ITA

Título Original

A italiana Paola Cortellesi, que é cantora desde o final dos anos 1980 e actriz desde o final dos anos 1990, estreou-se no ano passado na realização com esta comédia ao estilo neo-realista e a preto e branco que se tornou o filme italiano mais visto no país de origem em 2023. É também protagonizada por ela. Passa-se na Roma do pós-guerra, em 1946, e foca-se em Delia, casada, mãe de três filhos e cuidadora do sogro. Quando há um noivado e chega uma carta pelo correio, a sua vida é virada do avesso. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

Ainda Temos o Amanhã. Os homens ainda se querem brutos?

Jorge Mourinha

Percebe-se o enorme êxito em Itália de Ainda Temos o Amanhã, mas Paola Cortellesi nunca encontra o equilíbrio que procura entre a herança cinéfila e o filme de tema.

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Sessões

Críticas dos leitores

Magnífico

Lorenzo

Ótima realização, esta primeira, da grande atora italiana! É deveras incrível que os críticos deste jornal não tenham percebido nada desta esplêndida obra-prima...!

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Ainda temos o amanhã

Graça M.

Adorei. Uma grande interpretação da realizadora/actriz. Relembra o que foi preciso conquistar e ainda é para sermos uma sociedade mais igual. O filme passa-se em Itália mas podia bem ser Portugal. Uma história pesada mas contada com leveza suficiente.

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Ainda temos o amanhã

Maria RIBEIRO

O filme é maravilhoso. Paula Cortelesi é uma actriz extraordinária.

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Ainda temos o amanhã

Lúcia Neves

Muito perspicaz e verdadeiro.

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Poderia ser: "Ainda tivemos o ontem" tão perto: 5*

Paulo Graça Lobo

Em Roma como podia ser Lisboa, ainda há a tão pouco tivemos este ontem, esta realidade, esta vivência familiar escura, díspar, constrangida, subjugada: valores que ainda hoje são defendidos e apreciados. Mas não há como ver. E escolher, hoje, quando há mais um pouco de Liberdade. Aqui, o cônjuge marido tinha direito ao seu espaço de libertinagem. No Direito tinha o poder legal de requerer o resgate e a entrega ao domicílio da mulher fugida. "Bons tempos"? Poderei estar a alucinar de ter gostado tanto deste filme mas vejo muita inspiração de Charles Chaplin nesta história e realização: o riso com um nó no estômago, a expressão entristecida do olhar, e apesar de tudo a esperança numa saída. Um filme a não perder!

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