A Rapariga Dinamarquesa

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Drama 120 min 2015 M/12 31/12/2015

Título Original

The Danish Girl

Sinopse

<div>Dinamarca, década de 1920. O casal Einar e Gerda Wegener são dois pintores reconhecidos. Um dia, por mero acaso, a rapariga que Gerda contratou para retratar nas suas pinturas cancela o encontro. Sem alternativa, lembra-se de usar o próprio marido como modelo. Ele acede ao seu pedido. Será naquele momento que ele, usando roupas de mulher, sente nascer dentro de si algo que, com o passar do tempo, se transformará no mais intenso desejo da sua vida: ser mulher. Se, ao princípio, isto lhes parece a ambos uma espécie de jogo, aos poucos leva-o a uma lenta transformação numa outra pessoa, que o obriga a viver uma vida dupla enquanto Einar ou Lili – o nome adoptado na sua “persona” feminina. Até que ele decide arriscar uma cirurgia experimental na Alemanha para mudar de sexo, tornando-se na primeira pessoa a submeter-se a uma intervenção do género. Ao longo de dois anos, Lili Elbe foi operada cinco vezes. No final deste processo, solicitou ao rei da Dinamarca que dissolvesse o seu casamento. O pedido foi concedido em 1930, altura em que conseguiu ver legalizada a sua nova identidade. Durante todo o processo, Gerda esteve sempre ao seu lado…</div><div>Estreado na 72.ª edição do Festival de Cinema de Veneza, um filme dramático que conta com a assinatura de Tom Hooper ("O Discurso do Rei", “Os Miseráveis”). O argumento é baseado na obra homónima de David Ebershoff que, por sua vez, se inspira na extraordinária história dos artistas Einar Wegener/Lili Elbe e Gerda Wegener.</div><div>Os actores Eddie Redmayne, Alicia Vikander, Ben Whishaw, Sebastian Koch, Amber Heard e Matthias Schoenaerts dão vida às personagens. PÚBLICO</div><div><br /></div>

Realizado por

Tom Hooper

Elenco

Ben Whishaw, Amber Heard, Alicia Vikander, Sebastian Koch, Matthias Schoenaerts, Eddie Redmayne

Críticas Ípsilon

A aventura transformista de um casal

Vasco Câmara

Tom Hooper transcende-se - e às suas habituais olimpíadas para um actor.

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Críticas dos leitores

João Nunes

Excelente representação, profundidade, crescendo dramático. Vale muito a pena.

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Nuno Alves

Em todos os aspetos. Não ver é pecado mortal.

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Pedro Ferreira

Eddie Redmayne e Alicia Vikander, aqui uma dupla com um desempenho de primeira água num filme muito bem conseguido pelo cineasta Hooper. Cheira a "arte".

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Maria Vaz

Belíssimo filme em toda a envolvência.... história, maneira de a contar, belos desempenhos, belos cenários. Um filme que faz a diferença. Não ficamos iguais depois de assistir a este filme. O cinema pode ser um instrumento poderoso de mudança. Em mim semeou esse princípio de transformação, de mudança. Parabéns por este acto de criação.

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Rosa Matilde

Junte-se um actor (bem parecido) oscarizado com um tema social e globalmente em voga (e bem) e temos bilheteira garantida. O realizador não se esforçou nada no que diz respeito ao argumento, muito, mas muito fraco quando tinha a opção de explorar uma matéria-prima em bruto, para ele bastou-lhe a estética e diga-se, a bem da verdade, é a fotografia é o que salva o filme. Na interpretação dou as minhas poucas estrelas a Alicia Vikander, esteve acima do actor principal.

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A. Pereira

Adorei o filme, historia bem atual, com bela fotografia e guarda roupa, e uma soberba interpretação de Eddie Redmayne, merece um o oscar para o qual está proposto, que me desculpe o DiCaprio.

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Antparente

Um excelente trabalho de actores. Uma história bem contada com muito emoção, dor, sofrimento e alegria. A ver.

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Rosário Alves

Um drama com muito amor, delicadeza e ótimas interpretações.

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JOSÉ MIGUEL COSTA

A Rapariga Dinamarquesa visualmente é um regalo para os olhos, no entanto, retirada a maquilhagem não tem nada para mostrar-nos por baixo (apesar de abordar uma temática complexa e polémica que daria "pano para mangas", a transexualidade). De facto, Tom Hooper, recorrendo à sua típica veia classicista (que o consagrou mundialmente através do intragável "O Discurso do Rei"), impingiu-nos uma obra dramaticamente inerte, vácua e asséptica (com a agravante de ser demasiado esquemática - por certo, desenhada a pensar nos óscares de Hollywood, tendo ainda como chamariz o tratar-se de uma adaptação livre de uma história veridica), que, possivelmente, nem seria catapultada para o sucesso se não fossem as soberbas interpretações de Alicia Vikander (que já havia dado um ar da sua graça no Ex Machina) e Eddie Redmayne. <br />Mas o pior de tudo é que a sua narrativa é simplista e constrangedoramente ridicula, quase do género: "era uma vez um casal de pintores que se amava loucamente, sem quaisquer problemas de indole sexual, até ao fatidico dia em que o marido, por uma circunstância do acaso, vestiu umas collants de senhora e ... tcharam ... fez-se-lhe luz e descobriu naquele exacto momento o seu verdadeiro eu e consequentemente a mulher que havia dentro si. Dai a mudar de sexo foi um ar que se lhe deu, tornado-se assim no primeiro homem a submeter-se a tal intervenção cirúrgica" - isto, como é óbvio, sempre dentro de um registo cor de rosa, de modo a não chocar as audiências pipoqueiras. <br />Portanto ... sem dúvida, um sucesso de bilheteira! <br />

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Aida Moniz

Um filme muito bom. Boa fotografia, bons actores. Um Eddie admirável! Dá para pensar... e nos comovermos. É preciso muita coragem para enfrentar os demónios que nos inquietam. <br />Recomendo-o e os machões que dizem que o vão ver por engano... (?) que tenham juízo. <br />Assina uma mãe de família.

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