A Mulher Rei

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Drama, Histórico 144 min 2022 06/10/2022 EUA, CAN

Título Original

A acção decorre no Reino africano do Daomé, actual Benim, no princípio do século XIX. Nanisca (Viola Davis) pertence à tribo dos Fons e é responsável pelo treino das ferozes Ahosi, um exército composto apenas por mulheres. Essas amazonas estão preparadas para combater tribos rivais mas também os colonizadores chegados da Europa. Treinadas intensivamente desde muito jovens, elas formavam a última linha de defesa entre os inimigos e o seu povo.
Um filme de acção com realização de Gina Prince-Bythewood (“A Velha Guarda”) e argumento de Dana Stevens, que segue uma ideia concebida pela actriz Maria Bello. Estreado no Festival de Cinema de Toronto, é uma história ficcional que tem como base alguns factos históricos sobre o Reino do Daomé, conhecido pelas suas corajosas amazonas mas também pelo tráfico de escravos com os europeus (entre eles os portugueses) durante a época dos descobrimentos. A compor o elenco estão ainda os actores Thuso Mbedu, Lashana Lynch, John Boyega, Adrienne Warren, Sheila Atim, Jayme Lawson e Hero Fiennes Tiffin. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

Mulheres à beira de um ataque

Jorge Mourinha

A história verídica das Amazonas de Daomé contada num filme escrito, dirigido e conjugado no feminino.

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Sessões

Críticas dos leitores

Deveria ter sido a verdadeira história

Sara Dias

Deveria ter sido a verdadeira história, os africanos são inofensivos quando acreditam nas pessoas e eles acreditaram muito cedo nos europeus.

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Distorção grosseira duma história real de genocio e tráfico de escravos de negros sobre negros

Joao Silva

Este filme, que se apresenta como baseado em factos históricos, faz os possíveis por esconder do público precisamente os factos históricos relevantes de modo a tentar glorificar uma tribo africana de guerreiras afro-africanas - e a partir deste ponto é que tudo corre mal - assassinas responsáveis por incontáveis massacres racistas e tráfico de escravos. Google-it. Isto é um facto histórico bem documentado pelo que assumimos todos que a Sony está perfeitamente informada disso quando produz estas pérolas. Até a comunidade negra - o suposto público-alvo de mais uma produção woke anti-homem e anti-branco - está escandalizada, pelo que apenas o mais ignorante dos ignorantes poderá tirar mais prazer deste filme do que tiraria em assistir a glorificações falsificadas do nazismo ou dos incontáveis massacres de um século de comunismo. Quando esta crítica aparecer publicada ficaremos a saber que o Publico não faz parte disto, mas duvido muito.

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