A Metamorfose dos Pássaros

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Biografia, Documentário 101 min 2021 M/12 07/10/2021

Título Original

A Metamorfose dos Pássaros

Sinopse

<div>Misturando documentário e ficção, este filme parte da história da família de Catarina Vasconcelos, a realizadora, com especial foco na avó paterna, que nunca chegou a conhecer, e na própria mãe. Nas palavras da realizadora, este é um filme “sobre a mãe do meu pai. A minha mãe. As mães. As mães das mães. As mães das mães das mães. Mas também acerca de um determinado período histórico que eu não tinha vivido: um período tão distinto daquele que vivemos hoje e que temos o dever de não esquecer. É um grande privilégio viver em liberdade”. </div><div>Estreado no Festival de Berlim, onde recebeu o Prémio da Crítica Internacional, “A Metamorfose dos Pássaros” tem somado distinções em vários festivais, entre eles o Prémio de Melhor Filme no Festival de Vílnius (Lituânia); Prémio Especial do Júri no Festival de Taipei (Taiwan); Prémio de Melhor Filme no Festival Dokufest (Kosovo); Prémio Zabaltegi – Tabakalera, no Festival de Cinema de San Sebastián (Espanha); Prémio do Público no IndieLisboa; e os prémios do público e de contribuição artística no Festival de Cinema de Curitiba (Brasil). Esta é a estreia em longa-metragem de Vasconcelos, depois da curta “Metáfora ou a Tristeza Virada do Avesso” (2014). PÚBLICO</div>

Realizado por

Catarina Vasconcelos

Críticas Ípsilon

Não existem críticas dos nossos críticos.

Críticas dos leitores

Rui Soares

Bem aborrecido este filmezinho. As intenções são boas, e a generosidade da realizadora também em expor assim a história da família (ocorre duas ou três vezes se será verdade o que o filme narra ou apenas um pretexto para unir as imagens). Mas, coragem à parte, já não há paciencia para as redacções lidas com uma voz monocórdica durante mais de uma hora. Aceita-se a ideia, mas parece haver falta de sapiencia cultural para dar corda às botas e por a coisa nos eixos.

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Helena Pena da Costa

Um filme diferente. Uma estética surpreendente. Uma ternura imensa sobre o papel de mãe. Texto belíssimo. Adorei!

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Orlando Faria

Lindo!

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Lurdes Pereira

<br />Um filme bom interessante. Gostei imenso, emocionante.

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Dina

Um poema em forma de filme, pleno de sensibilidade.

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José Escobar

Aquilo a que eu chamo um pincel. Um pincel de todo o tamanho. Será que a realizadora viu alguma vez Hitchcock, Kazan, Visconti ou Scola? Sem grandes histórias não há grandes filmes...

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Joao Luis Farinha Antunes

Um filme que consiste em imagens a passar e um narrador em voz off a contar uma história teve como consequência sair a meio do filme, e ir passear para o Bairro Alto, para aliviar do enfado! <br />Não percebo os elogios nem os prémios. Nem pela originalidade, porque, para isso, já chegou a Branca de Neve do João Cesar Monteiro.

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Jorge

Foi para mim uma surpresa e ainda bem. Gostei, bom filme muito interessante, tema e imagem. Para ver em modo de bom cinema.

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