A Família Bélier

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Comédia Dramática 106 min 2014 M/12 13/08/2015

Título Original

La famille Bélier

Sinopse

<div>Todos os elementos da família Bélier sofrem de surdez, excepto Paula, a filha adolescente. Desde pequena que se habituou a ser porta-voz de cada um deles, fazendo a ponte de comunicação com o resto do mundo. A vida deles é simples e feliz. Graças à ajuda de Paula, a sua surdez nunca foi incapacitante. Mas tudo muda quando o professor de música de Paula descobre o seu enorme talento para cantar e a incita a participar num prestigiado concurso em Paris (França). Para uma adolescente comum, tudo seria relativamente simples mas, para Paula, esta decisão implica deixar a família entregue a si mesma. Sentindo-se dividida entre aquilo que considera ser o seu dever e o que deseja para si, Paula tem de tomar a difícil decisão de se manter por perto o resto da vida ou caminhar em direcção aos seus sonhos…</div><div>Uma comédia dramática com realização de Eric Lartigau ("Como Casar e Ficar Solteiro", "Em Busca de Uma Nova Vida", "Descaradamente Infiéis"), segundo uma ideia original de Victoria Bedos. Visto por mais de sete milhões de espectadores em França, o filme teve seis nomeações para os Césares e deu a Louane Emera, a jovem que interpreta a personagem principal, o prémio de Actriz Revelação. PÚBLICO</div><div><br /></div>

Realizado por

Éric Lartigau

Elenco

Eric Elmosnino, François Damiens, Karin Viard

Críticas Ípsilon

Não existem críticas dos nossos críticos.

Críticas dos leitores

Bruunno

Um dos melhores filmes que ja vi. E a trilha sonora é fantástica.

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Maria João NEves

BOM FILME . Pena a má legendagem. <br />Recupera música KITCH e saímos a trautear Michel Sardou.

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Anónimo

Foi muito emocionante a história desta família francesa. Super recomendo.

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Paulo Lisboa

Fui ver o filme porque achei o argumento muito interessante e original. <br /> <br />Gostei do filme, embora se trate de um filme simples, é um filme bem realizado, com boas interpretações, que nos transmite uma mensagem de amor filiar e que ainda nos dá algumas partes cómicas. <br /> <br />Estamos perante um bom, que é apto para todos os públicos. <br /> <br />Numa escala de 0 a 20 valores, dou 15 valores a este filme.

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Maria

Maravilhoso. Adorei. Realmente, um filme a recomendar.

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Helena Barbosa Amaro

Suspeita, gosto de quase todo o cinema francês que vejo. Ainda longe de alguns menos recentes ("Ma Petite Jerusalem", "De Battre Mon Coeur S'est Arretté", "L'amant de Lady Chatterley") e de outros muito mais velhos ainda, este "Família Bélier" é um filme de deixar as pessoas na sala sentadas quando o filme acaba, ainda no escuro, para ninguém veja as lágrimas que rolaram cara abaixo, em tanta gente. É um filme onde se canta sem ser um musical, onde se fala de dramas familiares de gente a crescer a quem competem tarefas de gente muito crescida, onde uma rapariga decide dar o salto quando se torna numa mulher por inteiro (e nunca se é uma mulher por inteiro sem se espetar primeiro um estalo a sério num puto bonito de língua comprida); onde se fala de política, de comunidade e da falta dela e do que se pede e não se pede a um candidato surdo-mudo; onde se fala, sem grandes rodriguinhos, de traduções diplomáticas, selvagens e censórias; onde as oportunidades acabam por estar sempre na Paris luminosa e que tem direito de as procurar quem fabrica queijos numa família de surdos-mudos que ouve música dentro do carro com um amplificador e não sabia que tinha uma cantora em casa (e a cantora também não sabia que se tinha assim dentro de si); onde uma mulher aprende a importância de ser teimosa, como o carneiro/bélier que leva no nome e se repete a si mesma, vezes sem conta, até se ouvir. <br /> Este filme lembra algumas coisas de Wes Anderson e de "Les Femmes du 6 Eme Étage", mas também a vontade de uma mulher a sair do seu bairro confortável e entrar em conflito com a Mãe para ser o que quer ser, como no lindíssimo "Ma Petite Jerusalem", que toda a gente devia ver e rever até o cumprir. É um filme a ver e a dar a ver a quem vai ter filhos a porem-se na alheta em breve. E deixa um recado: é melhor cantar muito, bem ou mal, que a vida, como canta Sardou, leva-se melhor assim e morre-se menos se se despejar na música as fossas da existência, como diz a dada altura o professor falsamente discreto no enredo. <br /> E por fazer laços entre pontas soltas que não seriam de juntar, este filme remete-me para o documentário de Tiago Pereira sobre "A música portuguesa a gostar dela própria", quando a dada altura uma das senhoras cantadeiras fala do que a levava a ela e à Mãe a cantar: espantar a fome, espantar dias piores. Da BSO: <br /> https://www.youtube.com/watch?v=LV7iQh7MSP4 https://www.youtube.com/watch?v=0cW2HZbSh2U (na versão da rapariga que canta no filme). https://www.youtube.com/watch?v=-er9ZsnXYkk (promessa maravilhosa de quem acabou de entrar pelo universo das paixões adentro)

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Francisco Zuzarte

Vi, gostei. Concordo que seja para ver em familia um filme sobre uma família.

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Américo Teixeira

Um aconchego para a alma, o cinema francês tem-nos brindado ultimamente com autenticas pérolas de emoção e criatividade, como é o caso de “O Fabuloso Destino de Amelie”, “Uma Turma difícil”, entre outros. Aconselho todas as pessoas a verem este filme, para verem verdadeiramente o que e uma família. Magnifico.

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Marcela Monte

Uma chamada de atenção para os fisicamente limitados, muito enternecedora, com algumas cenas cómicas e com uma atriz/cantora fabulosa.

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Olga

Filme excepcional e emocionante, principalmente para quem tem filhos. Recomendo.

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