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De Gaulle: Resistência

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Drama, Guerra, Biografia 160 min 2026 M/14 08/10/2026 BEL, FRA, EUA

Título Original

Junho de 1940. A França é derrotada pelos alemães e, a 22 de Junho, forçada a assinar o armistício, que entrega à Alemanha cerca de três quintos do seu território. Com o exército francês fortemente reduzido e desarmado, um general ainda pouco conhecido recusa dar-se por vencido e parte para Londres. O seu nome é Charles de Gaulle (1890-1970). A 18 de Junho, através da BBC, lança o seu célebre apelo à resistência, numa tentativa de convencer os franceses de que a luta não está perdida e de que o país não se rendeu ao nazismo. É o primeiro passo para a criação da França Livre.

Se, num primeiro momento, tudo parece perdido, a esperança de libertar novamente o país ganha força à medida que homens e mulheres, militares e civis, se juntam à Resistência, dispostos a lutar por uma França livre do jugo inimigo. Entre Londres, a França ocupada e os vários territórios do império colonial francês, uma luta que começa por ser a de um homem solitário transforma-se num movimento de resistência política e militar.

Estreado internacionalmente no Festival de Cinema de Cannes, este drama histórico é realizado e co-escrito por Antonin Baudry ("Ameaça em Alto Mar"), em parceria com Bérénice Vila, a partir da biografia De Gaulle: une certaine idée de la France, de Julian T. Jackson. A segunda parte, "De Gaulle: Liberdade", mostra os principais eventos que decorreram entre os anos 1943 e 1944 e vai estrear-se a 29 de Outubro.

O actor Simon Abkarian interpreta De Gaulle, acompanhado por Simon Russell Beale, Benoît Magimel, Niels Schneider, Anamaria Vartolomei, Florian Lesieur e Mathieu Kassovitz. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

De Gaulle: Resistência: a aventura dos cromos

Vasco Câmara

Um jogo de máscaras desconcertante: as personagens, reais ou ficcionais, são hipóteses impenetráveis, tocadas pelo arquétipo e pelo humor. Pena é a incontinência musical. Aguardamos a segunda parte.

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Sessões

Críticas dos leitores

Um filme entre o bom e o muito bom

Paulo Lisboa

Fui ver o filme porque gosto de filmes biográficos e históricos, sobretudo sobre a II Guerra Mundial. Gostei do filme, é um filme que se vê muito bem. A realização é boa, já que não se dá pelo passar das quase 3 horas de filme; as prestações dos actores são boas e o rigor histórico está apurado. Estamos assim perante um filme entre o bom e o muito bom.

Numa escala de 0 a 20 valores, dou 17 valores a este filme.

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